Gustavo Pessoti comenta o novo Desenrola
Conselheiro federal comentou os riscos e vantagens do uso do FGTS para renegociação de dívidas e alertou para cuidados relacionados ao programa
No dia 4 de maio o governo federal anunciou o programa Desenrola 2.0, iniciativa voltada à renegociação de dívidas e ampliação das possibilidades de recuperação financeira de consumidores inadimplentes. O tema gerou debates, especialmente diante da autorização para utilização de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) na quitação de débitos, e o conselheiro federal do Cofecon Gustavo Casseb Pessoti falou sobre o assunto em matéria publicada pelo portal da revista Veja.
Ao abordar o uso dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitar dívidas, ele apontou que o Fundo funciona como uma reserva de segurança para situações como demissão, compra da casa própria ou emergências. “Vale mais a pena utilizar o recurso quando a dívida realmente estiver fora de controle e os juros forem superiores ao rendimento do FGTS”, afirmou o economista.
Ele também mencionou que nem todas as dívidas entram no programa e que algumas renegociações podem resultar em parcelas elevadas, dependendo do valor já pago anteriormente pelo consumidor. E citou um caso específico: “Para quem possui vício em jogos de apostas, há um ponto difícil de contornar: quem utilizar os benefícios do programa poderá enfrentar restrições temporárias, de no mínimo um ano, relacionadas a apostas online”.
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