Nota de pesar pelo falecimento do economista José Afonso Bicalho Beltrão da Silva
O Conselho Federal de Economia presta homenagem a uma trajetória marcada pelo compromisso com a Ciência Econômica, o fortalecimento do Sistema Cofecon/Corecons e o desenvolvimento do país
O Conselho Federal de Economia (Cofecon) manifesta profundo pesar pelo falecimento do economista José Afonso Bicalho Beltrão da Silva, ocorrido em 6 de julho de 2026.
Graduado e mestre em Economia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e doutor (PhD) em Economia pela Universidade de Manchester, José Afonso Bicalho construiu uma trajetória profissional de reconhecida excelência, marcada pela sólida atuação na academia e na gestão pública, sempre pautada pelo compromisso com o desenvolvimento econômico e o interesse público.
No âmbito do Sistema Cofecon/Corecons, exerceu a presidência do Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon-MG) nos anos de 1987 e 1988, período em que contribuiu para o fortalecimento da representação profissional dos economistas e para a valorização da Ciência Econômica.
Ao longo de sua carreira, ocupou importantes funções de liderança, entre elas a de secretário de Estado de Fazenda de Minas Gerais no governo Fernando Pimentel, presidente do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), do Banco do Estado de Minas Gerais (Bemge), do Banco de Crédito Real e do Conselho de Administração da Cemig.
Neste momento de consternação, o Conselho Federal de Economia expressa sua solidariedade aos familiares, amigos, colegas e à comunidade de economistas, rendendo homenagem à memória de um profissional cuja contribuição à Ciência Econômica e ao serviço público permanecerá como referência para as atuais e futuras gerações.
Conselho Federal de Economia (Cofecon)
Ao longo da carreira, acumulou passagens pela administração pública, pela academia e pelo sistema financeiro. Na Fundação João Pinheiro, coordenou, em 1975, o Programa Nacional da Pecuária, considerado à época o maior estudo sobre o setor no país.
Também presidiu o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), o Banco do Estado de Minas Gerais (Bemge), o Banco de Crédito Real e a Associação Brasileira dos Criadores de Girolando. Além disso, foi presidente do Conselho de Administração da Cemig.
