{"id":8072,"date":"2019-07-18T10:36:31","date_gmt":"2019-07-18T13:36:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cofecon.org.br\/?p=8072"},"modified":"2019-07-18T10:36:31","modified_gmt":"2019-07-18T13:36:31","slug":"artigo-o-empreendedorismo-e-a-participacao-das-mulheres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=8072","title":{"rendered":"Artigo &#8211; O Empreendedorismo e a participa\u00e7\u00e3o das Mulheres"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Por Bianca Lopes de Andrade Rodrigues &#8211; Economista, conselheira do Cofecon, foi vice-presidente da autarquia em 2018.<\/em><\/p>\n<p><u><a href=\"http:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/1807.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-8073 alignleft\" src=\"http:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/1807.jpg\" alt=\"\" width=\"279\" height=\"199\" srcset=\"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/1807.jpg 350w, https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/1807-300x214.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 279px) 100vw, 279px\" \/><\/a>Panorama geral do Brasil<\/u><\/p>\n<p>O desenvolvimento do empreendedorismo \u00e9 um importante impulsionador do crescimento e do desenvolvimento econ\u00f4mico em todo o mundo. De acordo com a publica\u00e7\u00e3o Demografia das Empresas e Estat\u00edsticas do Empreendedorismo: 2016 feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) em 2018, o registro de empresas ativas no Cadastro Central de Empresas \u2013 Cempre em 2016 foi de 4,5 milh\u00f5es de empresas. Desse panorama, do total de empresas ativas, 85,5% (3,8 milh\u00f5es) eram empresas sobreviventes e 14,5 % (648,5 mil) corresponderam as entradas de novas empresas: nascimento e reentradas. As empresas que sa\u00edram do mercado corresponderam a 719,6 mil empresas.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio destaca que, como ocorreu em 2014 e 2015, o saldo de empresas foi negativo, considerando a diferen\u00e7a entre as entradas e sa\u00eddas, uma vez que a entrada de novas empresas somaram 648,5 mil e as sa\u00eddas totalizaram 719,6 mil. Um decr\u00e9scimo de 1,6% no n\u00famero de empresas registradas e ativas. Em n\u00fameros de pessoal ocupado, essas empresas ocupavam 38,5 milh\u00f5es de pessoas sendo 32 milh\u00f5es (83,1%) assalariados e 6,5 milh\u00f5es (16,9%) na condi\u00e7\u00e3o de s\u00f3cio ou propriet\u00e1rio. No comparativo com 2015, tamb\u00e9m ocorreu um decr\u00e9scimo de pessoal ocupado de 4,9%.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao sexo, observou-se em 2016, o percentual de pessoal ocupado assalariado predominantemente masculino nas empresas sobreviventes (60,8%), nas empresas entrantes (58,1%) e nas que sa\u00edram do mercado (58,3%). No total geral das empresas ativas, as mulheres correspondem 39,2% do pessoal ocupado assalariado. Apesar de ter ocorrido um aumento da participa\u00e7\u00e3o da mulheres no pessoal ocupado assalariado de 2009 (31%) para 39,2 em 2016, ainda \u00e9 inferior a participa\u00e7\u00e3o dos homens.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><u>O empreendedorismo no Brasil<\/u><\/p>\n<p>O relat\u00f3rio Empreendedorismo no Brasil 2017 do GEM trata do perfil do empreendedor e o utilizamos para essa an\u00e1lise. Como descrito no relat\u00f3rio GEM 2017, no ano de 1999, em car\u00e1ter piloto, iniciou o projeto de pesquisa <em>Global Entrepreneurship Monitor &#8211; GEM <\/em>buscando retratar as caracter\u00edsticas dos empreendedores e seus neg\u00f3cios. Essa iniciativa foi conduzida e liderada por duas institui\u00e7\u00f5es internacionais mais renomadas na tem\u00e1tica do empreendedorismo, a Babson College, nos Estados Unidos, e a London Bussines School, na Inglaterra. Na ocasi\u00e3o apenas 10 pa\u00edses participaram do projeto. O Brasil, j\u00e1 no ano seguinte (2000), inicia a sua participa\u00e7\u00e3o no GEM e desde ent\u00e3o est\u00e1 presente em todas as edi\u00e7\u00f5es da pesquisa tendo a responsabilidade da coordena\u00e7\u00e3o do projeto o Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), com suporte t\u00e9cnico e financeiro do Servi\u00e7o Brasileiro de Apoio as Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE).<\/p>\n<p>O estudo tem o foco central na pessoa do empreendedor, sendo a fonte prim\u00e1ria da informa\u00e7\u00e3o. Considera empreendedor \u201c<em>aquele individuo que realizou esfor\u00e7os concretos na tentativa de cria\u00e7\u00e3o de um novo empreendimento, como por exemplo, uma atividade autonoma, ou uma empresa, seja ela formalizada ou n\u00e3o, bem como a expans\u00e3o de um neg\u00f3cio j\u00e1 existente. Assim sendo, \u00e9 o sujeito que empreende que apresenta suas caracter\u00edsticas (idade, escolaridade, renda familiar&#8230;), manifesta suas expectativas (como cria\u00e7\u00e3o de postos de trabalho ou inser\u00e7\u00e3o internacional) e descreve o neg\u00f3cio com o qual est\u00e1 envolvido (porte, est\u00e1gio, inova\u00e7\u00e3o e segmento de atua\u00e7\u00e3o). <\/em>O Estudo engloba al\u00e9m dos empreendedores que est\u00e3o a frente de neg\u00f3cios bem estruturados e neg\u00f3cios de sucesso, os neg\u00f3cios muitos simples, que se encontram na base da pir\u00e2mide que empreendem para subsist\u00eancia e os neg\u00f3cios de alto valor agregado e com conte\u00fado inovativo.<\/p>\n<p><u>\u00a0<\/u><\/p>\n<p><u>Taxa de empreendedorismo no Brasil (oportunidade x necessidade)<\/u><\/p>\n<p>Esse estudo utiliza como amostra indiv\u00edduos com idade entre 8 e 64 anos de idade para calcular as taxas de empreendedorismo. Essas taxas que representam o percentual de empreendedores existentes no Brasil,demonstram o est\u00e1gio do empreendedor e quais s\u00e3o as suas motiva\u00e7\u00f5es para empreender: por oportunidade ou necessidade.\u00a0<\/p>\n<p>Para o ano de 2017, o estudo mostrou uma taxa total de empreendedorismo (TTE) de 36,4% que, de acordo com o relat\u00f3rio, significa que 36 brasileiros adultos a cada 100 brasileiros est\u00e3o conduzindo uma atividade empreendedora. Esse percentual corresponde a quase 50 milh\u00f5es de brasileiros que realizaram alguma a\u00e7\u00e3o para criar um empreendimento ou aperfei\u00e7oou um neg\u00f3cio j\u00e1 estabelecido. Esses n\u00fameros refletem o papel que o empreendedorismo tem na vida dos brasileiros que pensam em abrir o pr\u00f3prio neg\u00f3cio para realizar um projeto de vida ou por que se viram for\u00e7ados a seguir este caminho por necessidade.<\/p>\n<p>A pesquisa procura identificar motiva\u00e7\u00e3o que leva pessoas a se envolverem com uma atividade empreendedora. Cabe um pequeno destaque a respeito desse tema pois permite analisar de que forma parcela da popula\u00e7\u00e3o considera a atividade empreendedora como alternativa de gera\u00e7\u00e3o de renda e ocupa\u00e7\u00e3o laboral de acordo com conjuntura econ\u00f4mica. Assim, o projeto classifica, para fins de estudo e mensura\u00e7\u00e3o, o empreendedorismo por oportunidade e por necessidade. Os empreendedores por oportunidade s\u00e3o considerados aqueles que, afirmam ter iniciado o neg\u00f3cio por terem, principalmente, percebido uma oportunidade de neg\u00f3cio no ambiente. J\u00e1 os empreendedores por necessidade s\u00e3o aqueles que se engajaram em abrir um neg\u00f3cio pela falta de oportunidade de v\u00ednculo empregat\u00edcio e gera\u00e7\u00e3o de renda.<\/p>\n<p>Conforme gr\u00e1fico abaixo, houve um crescimento dos empreendimentos por necessidade no Brasil nos anos de 2015 e 2016. Esse aumento pode ser explicado pela crise econ\u00f4mica vivenciada no Brasil nesses anos e, a abertura de um neg\u00f3cio, pode ter sido alternativa para gera\u00e7\u00e3o de renda face a falta de postos de trabalho remunerados dispon\u00edveis. Contudo, j\u00e1 em 2017, observou-se um pequeno aumento dos empreendedores por oportunidade que passaram a corresponder a 59,4% comparado a 57% do ano de 2016. Essa melhora na taxa do empreendedorismo por oportunidade pode ser explicado pela aparente recupera\u00e7\u00e3o da economia em 2017, sobretudo aos setores ligados ao mercado de trabalho mas ainda encontra-se acima do patamar verificado em 2014 (71%) que significa que o empreendedorismo por necessidade, que em 2017 foi de 40%, ainda est\u00e1 acima da propor\u00e7\u00e3o verificada em 2014 (29%), ano anterior\u00a0 crise econ\u00f4mica.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><u>As mulheres empreendedoras<\/u><\/p>\n<p>Tendo como pano de fundo para este artigo o m\u00eas que celebramos o Dia Internacional da Mulher, \u00e9 importante apresentar o tema \u201cempreendedorismo\u201d e a participa\u00e7\u00e3o feminino. Como acontece esse empreendedorismo? O que motiva as mulheres a empreenderem? Existe diferen\u00e7a entre homens e mulheres? Qual \u00e9 a participa\u00e7\u00e3o das mulheres na condu\u00e7\u00e3o de neg\u00f3cios no Brasil? De acordo com a proje\u00e7\u00e3o do IBGE, as mulheres s\u00e3o maioria da popula\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio do GEM 2017 tamb\u00e9m identifica a intensidade da atividade empreendedora por segmentos da popula\u00e7\u00e3o. Cabe destacar que a metodologia adotada pelo estudo classificam os empreendedores por empreendedores iniciais, empreendedores estabelecidos e total de empreendedores.\u00a0<\/p>\n<p>De acordo com os dados apresentados, a participa\u00e7\u00e3o de homens e mulheres nas atividades empreendedoras, verificou-se que, em rela\u00e7\u00e3o ao total dos empreendedores, os homens est\u00e3o ligeiramente empreendendo mais do que as mulheres, uma diferen\u00e7a de 3 pontos percentuais e entre os empreendedores estabelecidos, a diferen\u00e7a \u00e9 de 4 pontos.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Contudo, quando analisamos separadamente os empreendedores iniciais, as mulheres (20,7%) superaram os homens (19,9%) em quase um ponto percentual mostrando um movimento forte de entrada de mulheres em atividades empreendedoras.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o a motiva\u00e7\u00e3o empreendedora, pelos dados apresentados podemos perceber que a taxa de empreendedorismo inicial por necessidade tem ligeira preval\u00eancia das mulheres (51%) deixando evidente que a maioria delas iniciaram algum neg\u00f3cio em 2017 motivadas por alguma necessidade. Contudo, mesmo que o empreendedorismo feminino n\u00e3o tenha sido motivado pela oportunidade favor\u00e1vel ao mercado e sim por necessidade, esse fator contribuiu para melhorar participa\u00e7\u00e3o feminina no mundo dos neg\u00f3cios empreendedores.<\/p>\n<p>Interessante citar que, no relat\u00f3rio GEM publicado no ano de 2016, quando comparado com o resto do mundo, o Brasil e o M\u00e9xico apresentam taxas mais balanceadas de empreendedores entre homens e mulheres respons\u00e1veis por novos neg\u00f3cios. Para aquele ano, a taxa de participa\u00e7\u00e3o de mulheres nos empreendimentos iniciais foi de 19,9% enquanto que para os homens foi de 19,2%. Comparando o ano de 2016 com 2017, constata-se um ligeiro crescimento maior da participa\u00e7\u00e3o das mulheres empreendedoras em novos neg\u00f3cios em rela\u00e7\u00e3o aos homens.<\/p>\n<p>O levantamento feito pela Rede Mulher Empreendedora em todo o Brasil em 2018 identificou o perfil da empreendedora brasileira: jovens empreendedoras, tem em m\u00e9dia 39 anos, tem curso superior, \u00e9 casada e tem filhos. Outro dado levantado pela pesquisa mostra que a maioria das empreendedoras decide empreender ap\u00f3s a maternidade e que as raz\u00f5es emocionais s\u00e3o os grandes alavancadores dessa decis\u00e3o, a possibilidade de trabalhar com o que gosta, flexibilidade no hor\u00e1rio, alcan\u00e7ar uma renda melhor e inspirar as pessoas s\u00e3o alguns dos motivos apresentados pelas empreendedoras como motivador para encarar um novo neg\u00f3cio.<\/p>\n<p>Outros dados interessantes coletados pela pesquisa da Rede Mulher Empreendedora mostram que empresas que j\u00e1 alcan\u00e7aram o seu 3\u00ba ano,\u00a0 3 em cada 10 neg\u00f3cios representam sustento \u00fanico da fam\u00edlia, a sua atua\u00e7\u00e3o est\u00e1 concentrada em Servi\u00e7os (69%), com\u00e9rcio (25%) e terceiro setor\u00a0 sendo 32% MEIs,\u00a0 23% micro empres\u00e1rias e 19% ainda atuam na informalidade. Quanto ao faturamento 46% faturam at\u00e9 5 mil reais e apenas 4% conseguem um faturamento acima dos 50 mil reais. 60% n\u00e3o tem s\u00f3cios e 37% empregam apenas mulheres. Disponibilizam de capital pr\u00f3pria para iniciar os neg\u00f3cios e a maioria delas inicia sem capital. Quanto ao planejamento dos neg\u00f3cios, 86% das empreendedoras n\u00e3o planejam antes de iniciar, 65% delas misturam a conta da empresa com a conta pessoal e 45% evitam pedir empr\u00e9stimos banc\u00e1rios com medo de assumir d\u00edvidas.<\/p>\n<p>No agroneg\u00f3cio, comparativamente em rela\u00e7\u00e3o ao Brasil como um todo, a participa\u00e7\u00e3o da mulher nos neg\u00f3cios agropecu\u00e1rios ainda \u00e9 baixa, mas, apesar de ter sofrido uma redu\u00e7\u00e3o ao longo dos anos, apresentou uma leve recupera\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos anos (2012 a 2015).\u00a0 \u00c9 o que mostra o estudo Mercado de Trabalho do Agroneg\u00f3cio Brasileiro: Mulheres no Agroneg\u00f3cio, edi\u00e7\u00e3o especial, volume 1 (2018) realizado pelo CEPEA \u2013 ESALQ\/USP.<\/p>\n<p>As mulheres empreendedoras no mundo<\/p>\n<p>Como no Brasil, tamb\u00e9m cresceu o n\u00famero de mulheres que come\u00e7aram a empreender em outros pa\u00edses. Segundo o estudo The Female Entrepreneurship Index (2015),\u00a0 realizado pelo Instituto Norte Americano Global Entrepreneurship and Development Institue (TheGedi) . Estima-se que cerca de 30% de todos os neg\u00f3cios privados do mundo s\u00e3o operados ou tem como idealizador uma mulher. Quanto as caracter\u00edsticas dos neg\u00f3cios, s\u00e3o quase similares aos das brasileiras, de baixo impacto. O estudo mostra tamb\u00e9m que para crescer os seus neg\u00f3cios, elas enfrentam barreiras sociais e econ\u00f4micas.\u00a0<\/p>\n<p>Quando o assunto \u00e9 investimento externo, menos de 10% das empresas lideradas por mulheres recebem esse tipo de investimento, recebendo tratamento desigual das institui\u00e7\u00f5es financeiras. Se essas empresas lideradas por mulheres recebessem uma ajuda financeira igual ao dos homens, o n\u00famero de empregos gerados poderia aumentar de forma consider\u00e1vel. Al\u00e9m desse obst\u00e1culo, a maioria delas, ainda declara ter menos conhecimento e ter menor grau de autoconfian\u00e7a que o homem.\u00a0<\/p>\n<p>Como vimos, o empreendedorismo feminino no Brasil, em sua maioria, ainda acontece por necessidade, refletindo a forte motiva\u00e7\u00e3o de empreendedorismo por sobreviv\u00eancia e o medo acarretado por n\u00e3o conseguir se inserir em uma ocupa\u00e7\u00e3o remunerada. O mercado de trabalho sempre foi desafiador para a mulher, primeiro porque os homens sempre foram considerados mais competentes do que as mulheres, segundo porque muitas mulheres enfrentam o dilema de equilibrar vida familiar com o cuidado dos filhos e a vida profissional. Motivadas por sobreviv\u00eancia, empreender tem sido uma porta de sa\u00edda para obter recursos financeiros para seu sustento e de sua fam\u00edlia o que tem elevado a sua taxa de participa\u00e7\u00e3o no empreendedorismo brasileiro, mesmo sendo ainda ligeiramente inferior aos homens.\u00a0<\/p>\n<p>Empreender \u00e9 algo desafiador, ainda mais para os empreendedores que podem enfrentar problemas bem maiores por serem mulheres, afinal ainda vivem em um mundo pouco acostumado com a presen\u00e7a feminina na gest\u00e3o dos neg\u00f3cios. Assim, para uma mulher empreender ser\u00e3o necess\u00e1rios convic\u00e7\u00e3o, for\u00e7a de vontade e engajamento para enfrentar os obst\u00e1culos que poder\u00e1 encontrar no caminho.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Refer\u00eancias<\/p>\n<p>IBGE (INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTAT\u00cdSTICA). Demografia das Empresas e Estat\u00edsticas do Empreendedorismo: 2016. Site do IBGE, 2018. Dispon\u00edvel em &lt; <a href=\"https:\/\/biblioteca.ibge.gov.br\/visualizacao\/livros\/liv101612.pdf\">https:\/\/biblioteca.ibge.gov.br\/visualizacao\/livros\/liv101612.pdf<\/a>&gt;. Acesso em 4 mar. 2019.<\/p>\n<p>GEM (Global Entrepreneurship Monitor); IBPQ (INSTITUTO BRASILEIRO DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE); SEBRAE (SERVI\u00c7O BRASILEIRO DE APOIO AS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS); FGV-EASP (FUNDA\u00c7\u00c3O GET\u00daLIO VARGAS). Empreendedorismo no Brasil: Relat\u00f3rio Executivo 2017. Site do SEBRAE, 2018. Dispon\u00edvel em &lt;<a href=\"https:\/\/m.sebrae.com.br\/Sebrae\/Portal%20Sebrae\/Anexos\/Relat\u00f3rio%20Executivo%20BRASIL_web.pdf\">https:\/\/m.sebrae.com.br\/Sebrae\/Portal%20Sebrae\/Anexos\/Relat%C3%B3rio%20Executivo%20BRASIL_web.pdf<\/a>&gt;. Acesso em 4 mar. 2019.<\/p>\n<p>GEM (Global Entrepreneurship Monitor); IBPQ (INSTITUTO BRASILEIRO DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE); SEBRAE (SERVI\u00c7O BRASILEIRO DE APOIO AS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS); FGV-EASP (FUNDA\u00c7\u00c3O GET\u00daLIO VARGAS); UFPR (UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARAN\u00c1). Empreendedorismo no Brasil: 2016. Site do SEBRAE, 2017. Dispon\u00edvel em &lt;<a href=\"https:\/\/m.sebrae.com.br\/Sebrae\/Portal%20Sebrae\/Anexos\/Relat\u00f3rio%20Executivo%20BRASIL_web.pdf\">https:\/\/m.sebrae.com.br\/Sebrae\/Portal%20Sebrae\/Anexos\/Relat%C3%B3rio%20Executivo%20BRASIL_web.pdf<\/a>&gt;. Acesso em 4 mar. 2019.<\/p>\n<p>REM (INSTITUTO REDE MULHER EMPREENDEDORA). Empoderamento feminino e empreendedorismo. Site do REM, 2019. Dispon\u00edvel em &lt; <a href=\"https:\/\/rme.net.br\/2019\/02\/15\/empoderamento-feminino-e-empreendedorismo\/\">https:\/\/rme.net.br\/2019\/02\/15\/empoderamento-feminino-e-empreendedorismo\/<\/a>. Acesso em 06 mar 2019.<\/p>\n<h1>REM (INSTITUTO REDE MULHER EMPREENDEDORA). W20: uma miss\u00e3o global para a igualdade de g\u00eanero . Site do REM, 2018. Dispon\u00edvel em <a href=\"https:\/\/rme.net.br\/2018\/10\/08\/w20-missao-igualdade-genero\/\">https:\/\/rme.net.br\/2018\/10\/08\/w20-missao-igualdade-genero\/<\/a>. Acesso em 06 mar 2019.<\/h1>\n<h1>REM (INSTITUTO REDE MULHER EMPREENDEDORA). Mulheres empreendedoras enfrentam grandes desafios no mundo dos neg\u00f3cios . Site do REM, 2018. Dispon\u00edvel em &lt;https:\/\/rme.net.br\/2018\/03\/27\/empreendedoras-grandes-desafios\/&gt;. Acesso em 06 mar 2019.<\/h1>\n<p>\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":8074,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-8072","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8072"}],"collection":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=8072"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8072\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/8074"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=8072"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=8072"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=8072"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}