{"id":4281,"date":"2018-03-27T13:55:32","date_gmt":"2018-03-27T16:55:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cofecon.org.br\/?p=4281"},"modified":"2024-12-16T14:54:11","modified_gmt":"2024-12-16T17:54:11","slug":"presidente-do-cofecon-convida-para-leitura-da-revista-economistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=4281","title":{"rendered":"Presidente do Cofecon convida para leitura da revista Economistas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-4221 size-full\" src=\"http:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/revista_marco.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"464\" srcset=\"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/revista_marco.jpg 350w, https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/revista_marco-226x300.jpg 226w\" sizes=\"(max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/>O Brasil convive com crises econ\u00f4micas desde 1822. Al\u00e9m da atual, foram extremamente graves as ocorridas em 1929, 1973-80, 1990-92 e 1999-2004. Cada uma delas, enquanto duraram seus nocivos efeitos, foi tida como a maior de todos os tempos. N\u00e3o \u00e9 diferente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 atual, cuja origem remonta, entre outras raz\u00f5es, a 2008, com o desmoronamento da ciranda financeira e hipotec\u00e1ria constru\u00edda a partir do sistema imobili\u00e1rio americano, tendo seus reflexos espalhados pelo mundo a partir das interconex\u00f5es do sistema financeiro mundial e das economias. Mesmo as anteriores, em sua quase totalidade, contaram com forte contribui\u00e7\u00e3o de origem externa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 nesta quadra que nossos articulistas trazem para o debate os temas centrais desta edi\u00e7\u00e3o, os quais guardam rela\u00e7\u00e3o intr\u00ednseca com dois dos mais graves entraves para o desenvolvimento brasileiro: os injustos desequil\u00edbrios regionais e um sistema financeiro nacional que cobra taxas de juros exorbitantes, tanto das pessoas jur\u00eddicas quanto das f\u00edsicas, apropriando-se de parcela relevante do PIB em fun\u00e7\u00e3o disto, e que quase nada investe em financiamento para cria\u00e7\u00e3o da infraestrutura e viabiliza\u00e7\u00e3o de empreendimentos produtivos, e mant\u00e9m ref\u00e9m o executivo federal em fun\u00e7\u00e3o do extorsivo pre\u00e7o cobrado para o financiamento da d\u00edvida p\u00fablica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A bem da verdade, \u00e9 importante registrar que este cen\u00e1rio tamb\u00e9m se agrava pela letargia da sociedade, cujos esfor\u00e7os para exigir a adequada regulamenta\u00e7\u00e3o do sistema financeiro nacional s\u00e3o praticamente inexistentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os argumentos e dados trazidos a lume por nossos colaboradores s\u00e3o de qualidade impar, raramente dispon\u00edvel nos meios de comunica\u00e7\u00e3o tradicionais, e contribuem para a an\u00e1lise t\u00e9cnica de algumas das raz\u00f5es pelas quais o Brasil \u00e9 uma p\u00e1tria t\u00e3o injusta e cruel em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desejo a todos os Economistas bom proveito da leitura!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Wellington Leonardo da Silva<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/cofecon.org.br\/downloads\/revistas\/2018\/marco.pdf\">LEIA A REVISTA ECONOMISTAS NA \u00cdNTEGRA<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil convive com crises econ\u00f4micas desde 1822. 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