{"id":3658,"date":"2018-01-10T09:36:42","date_gmt":"2018-01-10T11:36:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cofecon.org.br\/?p=3658"},"modified":"2018-01-10T09:36:42","modified_gmt":"2018-01-10T11:36:42","slug":"ipca-fecha-o-ano-em-295","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=3658","title":{"rendered":"IPCA fecha o ano em 2,95%"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-3660 alignleft\" src=\"http:\/\/www.cofecon.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/IPCA-DEZ17-300x214.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"214\" srcset=\"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/IPCA-DEZ17-300x214.png 300w, https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/IPCA-DEZ17.png 526w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>O \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo &#8211; IPCA de dezembro foi de 0,44%, ficando 0,16 ponto percentual (p.p.) acima do resultado de novembro (0,28%). Essa foi a maior varia\u00e7\u00e3o mensal de 2017. Em 2016, o IPCA do m\u00eas atingiu 0,30%. Assim, o IPCA acumulado em 2017 foi 2,95% e ficou 3,34 p.p. abaixo dos 6,29% registrados em 2016. Esse acumulado foi o menor desde 1998 (1,65%). J\u00e1 o INPC de dezembro foi de 0,26% e fechou o ano em 2,07%, a menor taxa acumulada desde a implanta\u00e7\u00e3o do Plano Real.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s recuar de 0,42% em outubro para 0,28% em novembro, o IPCA voltou a subir em dezembro e foi para 0,44%, sob influ\u00eancia, principalmente, da acelera\u00e7\u00e3o na taxa dos grupos <strong>Alimenta\u00e7\u00e3o e Bebidas<\/strong> (de -0,38% em novembro para 0,54% em dezembro) e <strong>Transportes<\/strong> (de 0,52% para 1,23%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No grupo dos <strong>alimentos<\/strong>, ap\u00f3s sete meses consecutivos de varia\u00e7\u00e3o negativa, a mudan\u00e7a de -0,38% em novembro para 0,54% em dezembro deveu-se \u00e0 <strong>alimenta\u00e7\u00e3o consumida em casa<\/strong>, que passou de -0,72% para 0,42%. Apesar de alguns produtos terem ca\u00eddo de pre\u00e7os, como o <strong>feij\u00e3o-carioca<\/strong> (-6,73%) e o <strong>leite longa vida<\/strong> (-1,43%), outros, tamb\u00e9m importantes na mesa dos brasileiros, exerceram press\u00e3o contr\u00e1ria, como as <strong>carnes<\/strong> (1,67%), as <strong>frutas<\/strong> (1,33%), o <strong>frango inteiro<\/strong> (2,04%) e o <strong>p\u00e3o franc\u00eas<\/strong> (0,67%).\u00a0A <strong>alimenta\u00e7\u00e3o consumida fora de casa<\/strong> tamb\u00e9m acelerou de novembro para dezembro, com os pre\u00e7os subindo, em m\u00e9dia, 0,74%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 os principais impactos individuais no \u00edndice do m\u00eas, ambos de 0,09 p.p., foram exercidos pelas <strong>passagens a\u00e9reas<\/strong>, com alta de 22,28%, e pela <strong>gasolina<\/strong>, cujo pre\u00e7o do litro ficou, em m\u00e9dia, 2,26% mais caro. Juntos, com impacto de 0,18 p.p., estes dois itens representaram 41% do IPCA de dezembro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eles tamb\u00e9m foram os principais respons\u00e1veis para que o grupo <strong>Transportes<\/strong> (1,23%) apresentasse a maior alta no m\u00eas, considerando-se, ainda, o aumento de 4,37% do <strong>etanol<\/strong>, com impacto de 0,04 p.p. Na <strong>gasolina<\/strong>, observa-se que o aumento \u00e9 reflexo dos reajustes concedidos durante o per\u00edodo de coleta do \u00edndice, que montam de 2,05%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No grupo <strong>Vestu\u00e1rio<\/strong> (0,84%), os destaques ficaram com os itens <strong>roupa masculina<\/strong> (1,27%), <strong>roupa infantil<\/strong>(1,05%), <strong>roupa feminina<\/strong> (0,71%) e <strong>cal\u00e7ados<\/strong> (0,69%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Considerando os demais grupos, destacam-se, no lado das altas: <strong>plano de sa\u00fade<\/strong> (1,06%), <strong>empregado dom\u00e9stico<\/strong> (0,52%) e <strong>eletrodom\u00e9sticos<\/strong> (0,36%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por outro lado, o principal impacto para baixo foi exercido pela <strong>energia el\u00e9trica<\/strong> (-0,12 p.p.), do grupo <strong>Habita\u00e7\u00e3o<\/strong> (-0,40%), j\u00e1 que as contas ficaram 3,09% mais baratas. Isto devido \u00e0 volta, a partir de 1\u00ba de dezembro, da bandeira tarif\u00e1ria vermelha patamar 1, com custo adicional nas tarifas de R$ 0,03 por cada kwh consumido, em substitui\u00e7\u00e3o \u00e0 vermelha patamar 2, que implicava em um custo adicional de R$ 0,05 por cada kwh. Cabe destacar o reajuste de 29,60% em uma das concession\u00e1rias de energia de <strong>Porto Alegre<\/strong>, em vigor desde 21 de dezembro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda no grupo <strong>Habita\u00e7\u00e3o<\/strong>, por\u00e9m no lado das altas, destacam-se os itens <strong>taxa de \u00e1gua e esgoto<\/strong> (1,19%) e <strong>g\u00e1s de botij\u00e3o<\/strong> (1,09%). O primeiro se deve aos reajustes de 7,89%, 5,25% e 8,43%, respectivamente, nas tarifas de <strong>S\u00e3o Paulo<\/strong>, em vigor desde 10 de novembro; <strong>Rio de Janeiro<\/strong>, a partir de 27 de novembro; e <strong>Bel\u00e9m<\/strong>, desde 12 de dezembro. A varia\u00e7\u00e3o no <strong>g\u00e1s de botij\u00e3o<\/strong> reflete o reajuste m\u00e9dio de 8,90% no pre\u00e7o do g\u00e1s de cozinha vendido em botij\u00f5es de 13 kg, autorizado pela Petrobr\u00e1s nas refinarias a partir de 05 de dezembro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sobre os \u00edndices regionais, o mais elevado foi o da regi\u00e3o metropolitana de <strong>S\u00e3o Paulo<\/strong> (0,62%), onde os pre\u00e7os da <strong>refei\u00e7\u00e3o fora<\/strong> tiveram alta de 1,75%, com impacto de 0,10 p.p. As altas de 23,23% nas <strong>passagens a\u00e9reas<\/strong>, 5,26% no <strong>etanol<\/strong> e 2,39% na <strong>gasolina<\/strong> tamb\u00e9m pressionaram o resultado do m\u00eas na regi\u00e3o. <strong>Bel\u00e9m<\/strong>(-0,18%) apresentou o \u00edndice mais baixo, em fun\u00e7\u00e3o da queda de 6,05% na <strong>energia el\u00e9trica<\/strong>.\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>IPCA acumula varia\u00e7\u00e3o de 2,95% em 2017<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O IPCA encerrou o ano de 2017 com 2,95% de varia\u00e7\u00e3o, 3,34 p.p. abaixo dos 6,29% registrados em 2016. Assim, esse acumulado \u00e9 o menor desde 1998 (1,65%).\u00a0O \u00edndice de 2017 foi influenciado, especialmente, pelas despesas com produtos e servi\u00e7os dos grupos <strong>Habita\u00e7\u00e3o<\/strong> (com alta de 6,26% e impacto de 0,95 p.p), <strong>Sa\u00fade e Cuidados Pessoais<\/strong> (com alta de 6,52% e impacto de 0,76 p.p.) e <strong>Transportes<\/strong> (com alta de 4,10% e impacto de 0,74 p.p.). Juntos, estes tr\u00eas grupos representaram 2,45 p.p., sendo respons\u00e1veis por 83% da taxa. J\u00e1 o grupo <strong>Alimenta\u00e7\u00e3o e Bebidas<\/strong>, com queda de 1,87% e -0,48 p.p. de impacto, conteve o \u00edndice.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2017, a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola ficou, aproximadamente, 30% acima da safra do ano anterior. Com isso, os pre\u00e7os do grupo <strong>Alimenta\u00e7\u00e3o e Bebidas<\/strong>, que det\u00e9m cerca de 1\/4 das despesas das fam\u00edlias, ca\u00edram 1,87%, e o grupo exerceu o principal impacto negativo no \u00edndice. Este \u00e9 o menor resultado (-1,87%) e a \u00fanica vez que o grupo apresentou defla\u00e7\u00e3o no ano desde a implanta\u00e7\u00e3o do Plano Real.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A queda nos pre\u00e7os dos alimentos se deu, especialmente, por conta dos <strong>alimentos para consumo em casa<\/strong>. Com 15,67% de peso, estes alimentos ca\u00edram 4,85%, enquanto a <strong>alimenta\u00e7\u00e3o consumida fora de casa<\/strong>, que pesa 8,88%, subiu 3,83%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Regionalmente, todas as \u00e1reas pesquisadas apresentaram defla\u00e7\u00e3o nos <strong>alimentos<\/strong>, com as taxas variando de -4,28% em <strong>Bel\u00e9m<\/strong> a -0,21% em <strong>Bras\u00edlia<\/strong>.\u00a0Considerando os <strong>alimentos<\/strong> adquiridos para <strong>consumo em casa<\/strong>, v\u00e1rios tiveram queda significativa nos pre\u00e7os, com destaque para as <strong>frutas<\/strong> (-16,52%), maior impacto negativo no \u00edndice do ano (-0,19 p.p).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ficando atr\u00e1s apenas do grupo <strong>Educa\u00e7\u00e3o<\/strong> (7,11%), onde os <strong>cursos regulares<\/strong> (8,37%) se destacaram, o grupo <strong>Habita\u00e7\u00e3o<\/strong> (6,26%) apresentou a segunda maior varia\u00e7\u00e3o, sendo respons\u00e1vel, por\u00e9m, pelo maior impacto de grupo (0,95 p.p). As principais influ\u00eancias vieram de itens importantes na despesa das fam\u00edlias, como o <strong>g\u00e1s de botij\u00e3o<\/strong> (16,00% e 0,19 p.p.), a <strong>taxa de \u00e1gua e esgoto<\/strong> (10,52% e 0,17 p.p.) e a <strong>energia el\u00e9trica<\/strong> (10,35% e 0,35 p.p.).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Durante o ano de 2017, a Petrobr\u00e1s autorizou reajuste, nas refinarias, de 84,31% no pre\u00e7o do <strong>g\u00e1s de cozinha <\/strong>vendido em botij\u00f5es de 13kg. As regi\u00f5es pesquisadas variaram de 5,28% em <strong>Curitiba<\/strong> a 33,52% em <strong>Recife<\/strong>. J\u00e1 a <strong>taxa de \u00e1gua e esgoto<\/strong> (10,52%) ficou entre 3,09% em <strong>Bras\u00edlia<\/strong> e 22,96% em <strong>Bel\u00e9m<\/strong>. Nesta \u00faltima, al\u00e9m do reajuste m\u00e9dio de 17,50% ocorrido em junho, a partir de 12 de dezembro passou a vigorar um complemento ao reajuste anterior, da ordem de 8,43%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A <strong>energia el\u00e9trica<\/strong> (10,35%) variou entre -0,33% em <strong>Campo Grande<\/strong> e 30,54% em <strong>Goi\u00e2nia<\/strong>. Na primeira, houve redu\u00e7\u00e3o de -1,92% nas tarifas. Em Goi\u00e2nia, por sua vez, houve aumento de 15,70%. Cabe ressaltar o desconto, de at\u00e9 19,50%, aplicado sobre as contas de energia el\u00e9trica, em abril, por decis\u00e3o da Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica (Aneel), de modo a compensar os consumidores pela cobran\u00e7a indevida, em 2016, do chamado Encargo de Energia de Reserva (EER), voltado a remunerar a usina de Angra III. Al\u00e9m disso, ao longo do ano, entraram em vigor as bandeiras tarif\u00e1rias, acarretando em cobran\u00e7a adicional, conforme apresentado na tabela abaixo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sa\u00fade e Cuidados Pessoais<\/strong> fechou o ano com varia\u00e7\u00e3o de 6,52%. Neste grupo, a press\u00e3o veio dos <strong>planos de sa\u00fade<\/strong> (13,53%) e dos <strong>rem\u00e9dios<\/strong> (4,44%). Estes itens s\u00e3o despesas importantes no or\u00e7amento do consumidor, com peso de 3,88% e 3,47%, respectivamente. A Ag\u00eancia Nacional de Sa\u00fade \u2013 ANS concedeu, em 2017, reajuste de at\u00e9 13,55% para os planos de sa\u00fade. Nos rem\u00e9dios, o reajuste m\u00e1ximo autorizado pela C\u00e2mara de Regula\u00e7\u00e3o do Mercado de Medicamentos \u2013 CMED foi de 4,76%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos <strong>Transportes<\/strong> (4,10%), que det\u00eam 18% do IPCA, peso superado apenas pelos alimentos, os destaques foram: <strong>gasolina<\/strong> (10,32%), <strong>\u00f4nibus intermunicipal<\/strong> (6,84%), <strong>emplacamento e licen\u00e7a <\/strong>(4,29%), <strong>\u00f4nibus urbano<\/strong> (4,04%), <strong>conserto de autom\u00f3vel<\/strong> (2,66%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A respeito da <strong>gasolina<\/strong>, est\u00e1 em vigor, desde 03 de julho de 2017, a pol\u00edtica de pre\u00e7os da Petrobr\u00e1s que permite que a \u00e1rea t\u00e9cnica de marketing e comercializa\u00e7\u00e3o reajuste, na refinaria, os pre\u00e7os dos combust\u00edveis, visando acompanhar a taxa de c\u00e2mbio e as cota\u00e7\u00f5es internacionais de petr\u00f3leo e derivados. Considerando-se a data de 03 de julho, at\u00e9 o dia 28 de dezembro (final da coleta do IPCA de dezembro), foram concedidos 115 reajustes nos pre\u00e7os da gasolina, acumulando um total de 25,49% de aumento. Ainda em julho, houve reajuste na al\u00edquota do PIS\/COFINS dos combust\u00edveis. Na gasolina, a al\u00edquota passou de R$ 0,3816 para R$ 0,7925 por litro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m dos grupos anteriores, <strong>Despesas Pessoais<\/strong> (4,39%), onde sobressai o item <strong>empregado dom\u00e9stico<\/strong>(6,47%); <strong>Vestu\u00e1rio<\/strong> (2,88%), com destaque para os <strong>cal\u00e7ados<\/strong> (4,01%), e <strong>Comunica\u00e7\u00e3o<\/strong> (1,76%), com varia\u00e7\u00e3o de 6,04% no <strong>telefone celular<\/strong>, terminaram o ano com taxa positiva. Por outro lado, os <strong>Artigos de Resid\u00eancia<\/strong> (-1,48%) contribu\u00edram na conten\u00e7\u00e3o da taxa do ano, destacando-se os itens <strong>Tv, som e inform\u00e1tica <\/strong>\u00a0(-6,50%) e <strong>eletrodom\u00e9sticos <\/strong>(-2,65%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dentre os \u00edndices regionais, <strong>Goi\u00e2nia<\/strong> e <strong>Bras\u00edlia<\/strong> apresentaram a maior varia\u00e7\u00e3o, ambas de 3,76%. Em <strong>Goi\u00e2nia<\/strong>, o destaque foi a <strong>energia el\u00e9trica<\/strong>, que subiu 30,54%, e a <strong>gasolina<\/strong>, com alta de 15,28%. J\u00e1 em <strong>Bras\u00edlia<\/strong>, os destaques foram a <strong>gasolina<\/strong> e o <strong>\u00f4nibus urbano<\/strong>, cujas altas foram, respectivamente, 17,86% e 25,00%. O \u00edndice mais baixo foi o de <strong>Bel\u00e9m<\/strong> (1,14%), onde as quedas do <strong>feij\u00e3o-carioca<\/strong> (-46,21%) e do <strong>a\u00e7\u00facar cristal<\/strong> (-35,62%) ajudaram a conter a taxa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O IPCA \u00e9 calculado pelo IBGE desde 1980, se refere \u00e0s fam\u00edlias com rendimento monet\u00e1rio de 01 a 40 sal\u00e1rios m\u00ednimos, qualquer que seja a fonte, e abrange dez regi\u00f5es metropolitanas do pa\u00eds, al\u00e9m dos munic\u00edpios de Goi\u00e2nia, Campo Grande e de Bras\u00edlia. Para c\u00e1lculo do \u00edndice do m\u00eas foram comparados os pre\u00e7os coletados no per\u00edodo de 30 de novembro a 28 de dezembro de 2017 (refer\u00eancia) com os pre\u00e7os vigentes no per\u00edodo de 31 de outubro a 29 de novembro de 2017 (base).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>INPC sobe 0,26% em dezembro e fecha 2017 em 2,07%<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor &#8211; INPC apresentou varia\u00e7\u00e3o de 0,26% em dezembro e ficou 0,08 p.p\u00a0 acima da taxa de novembro (0,18%). Com este resultado, o acumulado em 2017 foi para 2,07%, bem menor do que os 6,58% registrados em 2016 e a menor taxa acumulada no ano desde a implanta\u00e7\u00e3o do Plano Real. Em dezembro de 2016, o INPC registrou 0,14%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os <strong>produtos aliment\u00edcios<\/strong> tiveram alta de 0,43% em dezembro, enquanto no m\u00eas anterior registraram queda de 0,54%. O agrupamento dos <strong>n\u00e3o aliment\u00edcios<\/strong> ficou com varia\u00e7\u00e3o de 0,19%, abaixo da taxa de 0,49% de novembro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quanto aos \u00edndices regionais, o mais elevado foi o de <strong>Fortaleza<\/strong> (0,48%), onde os <strong>alimentos<\/strong> registraram alta de 0,58%, acima do \u00edndice nacional (0,43%), com destaque para o <strong>frango inteiro<\/strong> (4,49%) e as <strong>frutas<\/strong> (4,38%). <strong>Bel\u00e9m <\/strong>(-0,29%) apresentou o menor \u00edndice, influenciado pela queda de 6,43% na <strong>energia el\u00e9trica<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No fechamento de 2017, o INPC acumulou 2,07% de varia\u00e7\u00e3o, abaixo dos 6,58% de 2016 em 4,51 p.p. Esta \u00e9 a menor taxa acumulada no ano desde a implanta\u00e7\u00e3o do Plano Real. Os <strong>alimentos<\/strong> tiveram varia\u00e7\u00e3o de -2,70%, enquanto os <strong>n\u00e3o aliment\u00edcios<\/strong> subiram 4,25%. Em 2016, os alimentos haviam apresentado alta de 9,15% e os n\u00e3o aliment\u00edcios, 5,44%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quanto aos \u00edndices regionais, o maior foi de <strong>Curitiba<\/strong> (3,24%), tendo em vista a alta de 20,93% na <strong>energia el\u00e9trica<\/strong> e de 20,40% no <strong>\u00f4nibus urbano<\/strong>. J\u00e1 o \u00edndice mais baixo foi o de <strong>Bel\u00e9m<\/strong> (0,74%), onde as quedas do <strong>feij\u00e3o-carioca<\/strong> (-46,21%) e do <strong>a\u00e7\u00facar cristal<\/strong>\u00a0 (-35,62%) ajudaram a conter a taxa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O INPC \u00e9 calculado pelo IBGE desde 1979, se refere \u00e0s fam\u00edlias com rendimento monet\u00e1rio de 01 a 05 sal\u00e1rios m\u00ednimos, sendo o chefe assalariado, e abrange dez regi\u00f5es metropolitanas do pa\u00eds, al\u00e9m dos munic\u00edpios de Goi\u00e2nia, Campo Grande e de Bras\u00edlia. Para c\u00e1lculo do \u00edndice do m\u00eas foram comparados os pre\u00e7os coletados no per\u00edodo de 30 de novembro a 28 de dezembro de 2017 (refer\u00eancia) com os pre\u00e7os vigentes no per\u00edodo de 31 de outubro a 29 de novembro de 2017 (base).<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: IBGE<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo &#8211; IPCA de dezembro foi de 0,44%, ficando 0,16 ponto percentual (p.p.) acima do resultado de novembro (0,28%). Essa foi a maior varia\u00e7\u00e3o mensal de 2017. Em 2016, o IPCA do m\u00eas<\/p>\n<p><a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=3658\">Leia Mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3660,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-3658","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3658"}],"collection":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=3658"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3658\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/3660"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=3658"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=3658"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=3658"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}