{"id":2999,"date":"2017-10-05T10:24:18","date_gmt":"2017-10-05T13:24:18","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cofecon.org.br\/?p=2999"},"modified":"2017-10-05T10:24:18","modified_gmt":"2017-10-05T13:24:18","slug":"artigo-taguacei","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=2999","title":{"rendered":"Artigo &#8211; TaguaCei"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Com menos de seis d\u00e9cadas de exist\u00eancia, Bras\u00edlia se tornou o terceiro munic\u00edpio mais populoso do Pa\u00eds (3,05 milh\u00f5es de habitantes) e a quarta maior \u00e1rea metropolitana (4,3 milh\u00f5es). Tendo o setor p\u00fablico como motor de sua expans\u00e3o econ\u00f4mica, tornou-se tamb\u00e9m a unidade federativa com maior PIB per capita e a de maior renda domiciliar per capita.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas esse mesmo setor p\u00fablico, que responde por cerca de 55% da massa de rendimentos de sua popula\u00e7\u00e3o e representa quase 50% de seu or\u00e7amento, d\u00e1 mostras de que atingiu seu limite. H\u00e1 17 anos o Instituto Brasiliense de Estudos da Economia Regional (IBRASE), \u00f3rg\u00e3o de pesquisas ligado ao CORECON\/DF, vem alertando para a necessidade de Bras\u00edlia reduzir sua depend\u00eancia do setor p\u00fablico e diversificar sua estrutura econ\u00f4mica, sob pena de colapso econ\u00f4mico e social. Este momento, infelizmente, chegou. A crise fiscal do Estado brasileiro retirou de Bras\u00edlia seu maior fator de dinamismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas Bras\u00edlia n\u00e3o \u00e9 somente setor p\u00fablico. Se ele \u00e9 amplamente dominante no Plano Piloto e nas \u00e1reas imediatamente adjacentes, nas regi\u00f5es administrativas mais perif\u00e9ricas \u00e9 a economia privada que desponta como a mais relevante. \u00c9 o caso da por\u00e7\u00e3o oeste do quadril\u00e1tero, tendo Taguatinga como principal polo, secundada por Ceil\u00e2ndia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nas oito regi\u00f5es administrativas da regi\u00e3o (Taguatinga, Ceil\u00e2ndia, Samambaia, Recanto das Emas, Riacho Fundo II, Brazl\u00e2ndia, \u00c1guas Claras e Vicente Pires) residem 1,47 milh\u00e3o de pessoas (48% do total do DF), e se somarmos os cinco munic\u00edpios goianos sob sua influ\u00eancia, a popula\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o sobe a 1,82 milh\u00e3o. J\u00e1 a massa de rendimentos de sua popula\u00e7\u00e3o alcan\u00e7a R$ 35 bilh\u00f5es (1\/3 do DF). N\u00e3o por acaso, operam na regi\u00e3o mais de 100 mil empresas dos mais diversos portes, nada menos que 40% das empresas brasilienses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse 5 de outubro, Dia da Micro e Pequena Empresa, \u00e9 mais que merecido parabenizar o SEBRAE\/DF pela abertura de sua nova ag\u00eancia em Taguatinga\/Ceil\u00e2ndia, regi\u00e3o onde pulsa o cora\u00e7\u00e3o da economia de Bras\u00edlia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>J\u00falio Miragaya, presidente do IBRASE e do Conselho Federal de Economia<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com menos de seis d\u00e9cadas de exist\u00eancia, Bras\u00edlia se tornou o terceiro munic\u00edpio mais populoso do Pa\u00eds (3,05 milh\u00f5es de habitantes) e a quarta maior \u00e1rea metropolitana (4,3 milh\u00f5es). 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