{"id":26923,"date":"2025-12-05T12:42:07","date_gmt":"2025-12-05T15:42:07","guid":{"rendered":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=26923"},"modified":"2025-12-05T12:42:08","modified_gmt":"2025-12-05T15:42:08","slug":"podcast-economistas-desigualdade-racial-no-mercado-de-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=26923","title":{"rendered":"Podcast Economistas: Desigualdade racial no mercado de trabalho\u00a0"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Economistas discutem como desemprego, informalidade, plataformas digitais e barreiras estruturais moldam desigualdades e afetam a trajet\u00f3ria laboral da popula\u00e7\u00e3o negra<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Est\u00e1 no ar mais um epis\u00f3dio do podcast Economistas! O tema desta semana \u00e9 a realidade da popula\u00e7\u00e3o negra no mercado de trabalho. O Cofecon realizou um debate alusivo ao M\u00eas da Consci\u00eancia Negra, tendo como expositoras as economistas Beatriz Barro e Lucia dos Santos Garcia. A apresenta\u00e7\u00e3o foi da presidenta do Cofecon, Tania Cristina Teixeira, com modera\u00e7\u00e3o da conselheira federal Teresinha de Jesus Ferreira da Silva. O podcast pode ser acessado na sua plataforma preferida ou no player abaixo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-rich is-provider-spotify wp-block-embed-spotify wp-embed-aspect-21-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"Spotify Embed: #173- Desigualdade racial no mercado de trabalho\u00a0\" style=\"border-radius: 12px\" width=\"100%\" height=\"152\" frameborder=\"0\" allowfullscreen allow=\"autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/episode\/05vKKpt2wyQCRoaSi83Z7q?si=QS57yzQ7RxiLeoaC2qYMJA&#038;utm_source=oembed\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Ao analisar o retrato atual das desigualdades no Brasil, Tania Teixeira ressaltou que, mesmo com avan\u00e7os importantes nos n\u00edveis de escolaridade da popula\u00e7\u00e3o negra, os n\u00fameros continuam revelando um padr\u00e3o preocupante. \u201cA popula\u00e7\u00e3o negra enfrenta maior taxa de desemprego, rotatividade e informalidade, al\u00e9m de sal\u00e1rios mais baixos e sub-representa\u00e7\u00e3o em cargos de decis\u00e3o e nas carreiras de maior prest\u00edgio. Ela tamb\u00e9m tem problemas no acesso a servi\u00e7os p\u00fablicos e \u00e0 universidade, mesmo com as pol\u00edticas de cotas\u201d, apontou a presidenta do Cofecon.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cObservamos tamb\u00e9m que a popula\u00e7\u00e3o negra est\u00e1, na maioria das vezes, na informalidade e trabalhando muitas horas \u2013 \u00e9 o caso dos trabalhadores de plataformas, que ficam na chuva, sem reconhecimento do trabalho pela via formal\u201d, prosseguiu Tania Teixeira. \u201c\u00c9 essencial que o Sistema Cofecon\/Corecons tenha as condi\u00e7\u00f5es de pesquisar e participar de diagn\u00f3sticos, como fazemos hoje, com vistas a formar e informar a respeito das quest\u00f5es de discrimina\u00e7\u00e3o, do preconceito e do racismo estrutural\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A conselheira federal Teresinha de Jesus Ferreira da Silva ressaltou que o combate ao racismo deve orientar as an\u00e1lises econ\u00f4micas. \u201cEstamos no M\u00eas da Consci\u00eancia Negra, um m\u00eas de enfrentamento ao racismo estrutural. Este \u00e9 um debate importante para a sociedade e para n\u00f3s, economistas. Estamos colocando o tema no centro da nossa reflex\u00e3o econ\u00f4mica\u201d, pontuou a conselheira. \u201cA Comiss\u00e3o Mulher Economista e Diversidade tem desempenhado um papel essencial ao promover este debate, que contribui para intensificar as a\u00e7\u00f5es de conscientiza\u00e7\u00e3o de que a equidade racial \u00e9 tamb\u00e9m uma quest\u00e3o econ\u00f4mica\u201d.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Discrimina\u00e7\u00e3o em n\u00fameros<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ao trazer n\u00fameros para o debate, a economista Beatriz Barros chamou a aten\u00e7\u00e3o entre os avan\u00e7os pontuais e a persist\u00eancia de uma desigualdade estrutural, sustentada por determinantes hist\u00f3ricos e sociais que continuam moldando oportunidades. \u201cQuando pensamos em desigualdade racial no mercado de trabalho, vemos que a popula\u00e7\u00e3o negra est\u00e1 tendo avan\u00e7os, mas ainda muito pequenos. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) indica que 56% da popula\u00e7\u00e3o \u00e9 negra (pretos e pardos)\u201d, comenta Beatriz. \u201cQuando olhamos a taxa de desocupa\u00e7\u00e3o, a dos negros \u00e9 de 8%, enquanto a dos n\u00e3o negros \u00e9 5,5%. A diferen\u00e7a \u00e9 maior quando vemos que o desemprego atinge 10,1% das mulheres negras, e 4,6% dos homens brancos. N\u00e3o s\u00e3o apenas quest\u00f5es econ\u00f4micas, s\u00e3o sociais\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cUma popula\u00e7\u00e3o com um mesmo n\u00edvel educacional tem um grupo que est\u00e1 mais desempregado, com m\u00e3o de obra subutilizada em outros servi\u00e7os, que n\u00e3o s\u00e3o aqueles das \u00e1reas nas quais se formaram. Essas pessoas negras t\u00eam remunera\u00e7\u00e3o menor\u201d, afirma a economista. \u201cH\u00e1 um elemento hist\u00f3rico central, que \u00e9 o modelo de acumula\u00e7\u00e3o de capital que vem desde a escravid\u00e3o. Ele se perpetua mesmo em cen\u00e1rios contempor\u00e2neos. Vemos todos os tra\u00e7os do racismo nas entrevistas de emprego e nas decis\u00f5es de poder. Costumo dizer que voc\u00ea pode ter o melhor curr\u00edculo, mas a sua cor chega antes\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Beatriz tamb\u00e9m abordou como o racismo afeta a l\u00f3gica de contrata\u00e7\u00e3o de trabalhadores: \u201cSe \u00e9 preciso diminuir o custo, contratam mais pessoas negras com a inten\u00e7\u00e3o de remunerar menos. Mas se for para remunera mais, com cargos de poder, ent\u00e3o s\u00e3o escolhidas pessoas brancas\u201d, apontou. \u201cTem uma frase que diz que quando uma mulher negra vence, ela n\u00e3o \u00e9 premiada; criam-se novos mecanismos de avalia\u00e7\u00e3o\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Intersec\u00e7\u00e3o de ra\u00e7a, g\u00eanero e classe social<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A separa\u00e7\u00e3o de dados por ra\u00e7a, g\u00eanero e classe social permite medir de forma mais precisa as desigualdades. \u201cO lugar em que voc\u00ea nasce diz muito sobre as oportunidades que teve na inf\u00e2ncia, a escolaridade, o acesso \u00e0 cultura, turismo, cinema, biblioteca, tudo isso forma o ser humano\u201d, explica Beatriz. \u201cA mulher negra acaba sendo afetada pelo machismo e pelo racismo. Este recorte de interseccionalidade vai trazer que 60% das ocupa\u00e7\u00f5es de menor remunera\u00e7\u00e3o s\u00e3o das mulheres negras \u2013 algo absurdo, porque grande parte delas s\u00e3o chefes de fam\u00edlia\u201d&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA popula\u00e7\u00e3o perif\u00e9rica mal tem acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica. Queremos que elas sejam l\u00edderes, CEO, mas n\u00e3o damos base para ela sonhar com isso. E se ela n\u00e3o consegue vislumbrar, n\u00e3o vai querer aquilo\u201d, comenta a economista. \u201cEu n\u00e3o tive o sonho de inf\u00e2ncia de ser economista, nem sabia que isso existia. Fui saber j\u00e1 no ensino m\u00e9dio. Como \u00e9 que eu iria querer algo que n\u00e3o sei e que n\u00e3o chegou at\u00e9 mim? Fui criada num lugar perif\u00e9rico e sair da bolha \u00e9 algo muito dif\u00edcil\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Divis\u00e3o racial do trabalho<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para enfrentar a desigualdade contempor\u00e2nea, a conselheira federal Lucia dos Santos Garcia enfatiza a import\u00e2ncia das pol\u00edticas afirmativas. \u201cConsidero que iniciativas p\u00fablicas de ordem afirmativa s\u00e3o absolutamente necess\u00e1rias neste momento. Elas t\u00eam a capacidade de produzir rapidamente uma repara\u00e7\u00e3o, ao mesmo tempo que produzem debates p\u00fablicos fundamentais\u201d, apontou a economista. \u201cMas, de fato, n\u00f3s n\u00e3o vamos superar, no capitalismo, tal como ele foi conformado no Brasil, a condi\u00e7\u00e3o da desigualdade, porque ela \u00e9 essencial, est\u00e1 na base dessa estrutura econ\u00f4mica. O que podemos fazer \u00e9 mitigar efeitos\u201d.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Lucia tamb\u00e9m destacou a import\u00e2ncia da pol\u00edtica de cotas raciais para acesso \u00e0 universidade e a iniciativa do Dia da Consci\u00eancia Negra. \u201cPassando por diversos espa\u00e7os, interagindo com as pessoas, n\u00f3s sabemos que existe hoje principalmente uma consci\u00eancia do povo negro, que se autodeclara negro. Portanto, vamos ampliar essa consci\u00eancia, essa capacidade organizativa. Todos os progressos definitivos do trabalho v\u00eam dos trabalhadores, e n\u00e3o de concess\u00f5es. Esse desenvolvimento me parece central\u201d, mencionou.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cOs negros enfrentam dificuldades maiores que os outros trabalhadores, determinada essa dificuldade principalmente pelo lugar que o negro ocupa no mercado de trabalho\u201d, prosseguiu a conselheira federal. \u201cOu seja, \u00e9 a divis\u00e3o racial do trabalho, que vai nos designar as mulheres negras ao emprego dom\u00e9stico, os homens negros, a constru\u00e7\u00e3o civil e em pouqu\u00edssimas vezes esses trabalhadores estar\u00e3o em cargos de maior prest\u00edgio e segmentos produtivos de maior elabora\u00e7\u00e3o e maior complexidade produtiva. Essa defini\u00e7\u00e3o \u00e9 que vai depois se desdobrar sobre a quest\u00e3o do desemprego, da rotatividade, da informalidade\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Combate ao racismo no centro das discuss\u00f5es econ\u00f4micas<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ao discutir caminhos para consolidar a pauta racial como eixo permanente das an\u00e1lises econ\u00f4micas, Beatriz enfatizou que o enfrentamento ao racismo institucional n\u00e3o pode se restringir ao M\u00eas da Consci\u00eancia Negra. \u201cPrecisamos de uma representatividade efetiva em todos os espa\u00e7os, sejam acad\u00eamicos, empresariais ou pol\u00edticos. A sub-representa\u00e7\u00e3o das pessoas negras em cargos de lideran\u00e7a \u00e9 uma barreira significativa que impede o avan\u00e7o da popula\u00e7\u00e3o e do debate\u201d, afirmou a pesquisadora.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ela tamb\u00e9m destacou a import\u00e2ncia das estat\u00edsticas. \u201cH\u00e1 um trabalho que j\u00e1 vem sendo feito pelo Dieese, em especial, que \u00e9 a produ\u00e7\u00e3o de dados desagregados. \u00c9 importante porque quando as pessoas disserem que isso \u00e9 coisa da nossa cabe\u00e7a e que fulano tem um primo que est\u00e1 num bom emprego, poderemos responder que n\u00e3o \u00e9 sobre o seu recorte, mas sobre toda a popula\u00e7\u00e3o e que aqui est\u00e3o os dados do IBGE\u201d, argumentou Beatriz.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Outro problema observado pela economista diz respeito \u00e0 efetividade das medidas de combate \u00e0 desigualdade de ra\u00e7a. \u201cN\u00e3o adianta pegar uma pessoa e colocar num cargo para fins decorativos, para dizer que sou antirracista, se n\u00e3o der condi\u00e7\u00f5es; ou colocar na universidade e n\u00e3o dar condi\u00e7\u00f5es de perman\u00eancia, de sanar a problem\u00e1tica do ensino m\u00e9dio defasado\u201d, aponta Beatriz. \u201cN\u00f3s ouvimos muito que as pessoas negras t\u00eam oportunidade, mas n\u00e3o d\u00e3o conta. N\u00e3o \u00e9 quest\u00e3o de dar conta, \u00e9 quest\u00e3o de fazer o trabalho de abrir a porta e dar a condi\u00e7\u00e3o de perman\u00eancia\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Trabalho por plataformas<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A conselheira federal Lucia dos Santos Garcia apontou uma contradi\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao trabalho por meio de plataformas digitais. Se, por um lado, h\u00e1 menores barreiras para a entrada de pessoas negras, por outro n\u00e3o h\u00e1 uma supera\u00e7\u00e3o da pobreza. \u201cElas aproveitam-se de um excesso de for\u00e7a de trabalho nos grandes ambientes urbanos e esse excesso de for\u00e7a de trabalho nitidamente ele tem caracter\u00edsticas espec\u00edficas. Vamos encontrar homens e mulheres negros, vamos encontrar os mais vulner\u00e1veis, e v\u00e3o oferecer ent\u00e3o oportunidades de trabalho sem grandes crivos seletivos\u201d, pontuou Lucia. \u201cPor isso eles v\u00e3o acolher com maior intensidade relativa \u00e0 popula\u00e7\u00e3o dita vulner\u00e1vel \u00e0 popula\u00e7\u00e3o negra. A grande quest\u00e3o \u00e9 que esses neg\u00f3cios n\u00e3o propiciam uma condi\u00e7\u00e3o de manuten\u00e7\u00e3o, uma renda adequada, direitos, extens\u00e3o a uma s\u00e9rie de condi\u00e7\u00f5es institucionais que precisamos no mundo do trabalho\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c\u00c9 muito dif\u00edcil dizer que n\u00f3s temos, a partir desta condi\u00e7\u00e3o, um lado positivo com alguns umas desvantagens. Na verdade, temos uma condi\u00e7\u00e3o social hoje de um proveito que um segmento capitalista tira de uma condi\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade extrema, que n\u00f3s vamos viver em v\u00e1rios centros urbanos mundiais, mas que no caso de uma economia subdesenvolvida, como \u00e9 o caso do Brasil, vai se apresentar num volume muito mais elevado\u201d, finalizou a conselheira federal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Debate<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O Cofecon realizou um debate no dia 27 de novembro, alusivo ao M\u00eas da Consci\u00eancia Negra, transmitido ao vivo pelo canal da autarquia no YouTube. Ele pode ser assistido por meio do player abaixo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"A popula\u00e7\u00e3o negra no mercado de trabalho\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/tK_jB47dQEU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>As participantes<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Tania Cristina Teixeira \u00e9 graduada em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas e Ci\u00eancias Cont\u00e1beis pela Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de Minas Gerais (PUC Minas), com especializa\u00e7\u00e3o em Pol\u00edticas Econ\u00f4micas pela mesma institui\u00e7\u00e3o, mestrado em Ci\u00eancia Pol\u00edtica pelo Departamento de Ci\u00eancia Pol\u00edtica Universidade Federal de Minas Gerais (DCP\/UFMG), mestrado Master-DEA e doutorado em Economia Aplicada pela Universidade de Val\u00eancia, Espanha. Professora do Departamento de Economia da PUC Minas, atua como Coordenadora de Extens\u00e3o Universit\u00e1ria e de Monografia e \u00e9 orientadora de pesquisas na \u00e1rea de economia, mercado de trabalho, desenvolvimento econ\u00f4mico regional e local, desenvolvimento sustent\u00e1vel, economia social, economia criativa e circular. Foi conselheira do Corecon-MG por dois mandatos e presidenta em 2020, 2021 e 2022. \u00c9 conselheira do Cofecon desde 2024 e presidenta no exerc\u00edcio de 2025.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Teresinha de Jesus Ferreira da Silva \u00e9 graduada em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas pela Universidade Federal do Piau\u00ed (1980) e mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela Universidade Federal do Piau\u00ed (2006). \u00c9 servidora p\u00fablica com conhecimento na \u00e1rea de planejamento estrat\u00e9gico, inova\u00e7\u00e3o, projeto, desenvolvimento e meio ambiente. \u00c9 superintendente do Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (Iphan) no Piau\u00ed. Ex-presidente do Corecon-PI, \u00e9 conselheira federal e coordena a Comiss\u00e3o Mulher Economista e Diversidade do Cofecon.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Lucia dos Santos Garcia \u00e9 graduada em Ci\u00eancia Econ\u00f4micas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com mestrado em Economia pela mesma institui\u00e7\u00e3o. \u00c9 t\u00e9cnica do Departamento Intersindical de Estat\u00edsticas e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese). Conselheira federal, \u00e9 coordenadora da Comiss\u00e3o de Mercado de Trabalho do Economista e Valoriza\u00e7\u00e3o Profissional e vice-coordenadora da Comiss\u00e3o Mulher Economista e Diversidade.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Beatriz Barros \u00e9 graduada em Economia pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e mestra em Economia Aplicada pela Universidade Federal de Alfenas. \u00c9 doutoranda em Economia na Universidade Federal de Minas Gerais e pesquisadora do Grupo de Estudos em Economia da Sa\u00fade e Criminalidade da mesma institui\u00e7\u00e3o. \u00c9 diretora do Sindicato dos Economistas do Estado de Minas Gerais e Conselheira do Conselho Regional de Economia de Minas Gerais, onde coordena a Comiss\u00e3o de Assuntos \u00c9tnico-Raciais.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Economistas discutem como desemprego, informalidade, plataformas digitais e barreiras estruturais moldam desigualdades e afetam a trajet\u00f3ria laboral da popula\u00e7\u00e3o negra&nbsp; Est\u00e1 no ar mais um epis\u00f3dio do podcast Economistas! 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