{"id":26792,"date":"2025-11-19T14:55:15","date_gmt":"2025-11-19T17:55:15","guid":{"rendered":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=26792"},"modified":"2025-11-19T15:31:25","modified_gmt":"2025-11-19T18:31:25","slug":"podcast","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=26792","title":{"rendered":"Podcast Economistas: O Sistema Cofecon\/Corecons\u00a0na COP30\u00a0"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Kleber Mour\u00e3o, Michele&nbsp;Aracaty e&nbsp;Frednan&nbsp;Bezerra falam sobre sua participa\u00e7\u00e3o no evento e mostram como a ci\u00eancia econ\u00f4mica contribui para uma transi\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica justa e inclusiva<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Est\u00e1 no ar mais um epis\u00f3dio do&nbsp;podcast Economistas&nbsp;e o tema desta semana \u00e9 a&nbsp;Confer\u00eancia das&nbsp;Na\u00e7\u00f5es&nbsp;Unidas sobre&nbsp;Mudan\u00e7a do&nbsp;Clima&nbsp;(COP30), que acontece em Bel\u00e9m nos dias 10 a 21 de novembro. V\u00e1rios economistas do Sistema Cofecon\/Corecons&nbsp;estiveram presentes e conversamos com tr\u00eas deles sobre o assunto. O podcast pode ser ouvido na sua plataforma favorita ou no player abaixo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<iframe data-testid=\"embed-iframe\" style=\"border-radius:12px\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/episode\/1GGJwpvUBmAPGCUfOaaLQH?utm_source=generator\" width=\"100%\" height=\"152\" frameBorder=\"0\" allowfullscreen=\"\" allow=\"autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture\" loading=\"lazy\"><\/iframe>\n\n\n\n<p>Receber a confer\u00eancia no\u00a0Brasil,\u00a0e\u00a0especialmente em uma cidade amaz\u00f4nica, \u00e9 algo que tem seu simbolismo, tanto pela urg\u00eancia da crise ambiental, que afeta popula\u00e7\u00f5es vulner\u00e1veis como ind\u00edgenas e ribeirinhos, quanto pelo potencial de solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis que podem ser criadas com a floresta em p\u00e9. Nesse contexto, a participa\u00e7\u00e3o dos economistas ganha uma import\u00e2ncia especial, com diagn\u00f3sticos, proje\u00e7\u00f5es, modelagens de pol\u00edticas p\u00fablicas, avalia\u00e7\u00e3o de investimentos verdes, entre outras atividades. Num momento em que o mundo busca redefinir seus padr\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o, consumo e financiamento, os economistas s\u00e3o fundamentais para a promo\u00e7\u00e3o de um debate de elevado n\u00edvel t\u00e9cnico, com responsabilidade e inclus\u00e3o social.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Desafios da sede da COP<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O presidente do Corecon-PA\/AP, Kleber Mour\u00e3o, comentou as dificuldades que o estado do Par\u00e1 tem para transformar as vantagens ambientais em desenvolvimento econ\u00f4mico. Existe uma press\u00e3o econ\u00f4mica sobre os recursos naturais que, em muitas situa\u00e7\u00f5es, p\u00f5e a necessidade de curto prazo \u00e0 frente da conserva\u00e7\u00e3o ambiental. Apesar disso, ele destaca o potencial que o estado tem dentro da transi\u00e7\u00e3o baseada na conserva\u00e7\u00e3o e na inova\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cCom a realiza\u00e7\u00e3o da COP30 em Bel\u00e9m, o Par\u00e1 se posiciona no centro do debate global sobre o clima e a bioeconomia. Temos trabalhado com pol\u00edticas p\u00fablicas para viabilizar a valoriza\u00e7\u00e3o da floresta viva e posso citar alguns exemplos\u201d, menciona Mour\u00e3o. \u201cO primeiro, talvez mais importante, diz respeito \u00e0 atua\u00e7\u00e3o do Estado com austeridade no combate \u00e0 extra\u00e7\u00e3o ilegal de madeira, ao garimpo ilegal, \u00e0 grilagem de terra e \u00e0 biopirataria. O Estado se faz forte e presente no combate a todo tipo de ilegalidade no territ\u00f3rio paraense. Essa iniciativa, que \u00e9 o dever de casa, vem sendo feita\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cOutro bom exemplo \u00e9 que o Par\u00e1 assinou um acordo de quase R$ 1 bilh\u00e3o em cr\u00e9ditos de carbono, tornando-se o primeiro estado a garantir financiamento da&nbsp;coaliz\u00e3o LEAF, uma iniciativa p\u00fablica e privada internacional que inclui grandes corpora\u00e7\u00f5es e os governos da Noruega e Reino Unido, entre outros. A floresta viva vale mais do que derrubada\u201d, comemora Mour\u00e3o. \u201cO Par\u00e1 tamb\u00e9m tem estimulado a aquisi\u00e7\u00e3o de carros el\u00e9tricos com isen\u00e7\u00e3o de IPVA para modelos que custem at\u00e9 R$ 150 mil. Com estes exemplos, ele consolida sua posi\u00e7\u00e3o na agenda clim\u00e1tica internacional\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mour\u00e3o tamb\u00e9m trouxe suas impress\u00f5es sobre o evento como um todo, que tem 56 mil participantes, cerca de 11 mil organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais e 3.920 ve\u00edculos de imprensa inscritos. \u201cBel\u00e9m, a capital do Brasil no per\u00edodo da COP30 abra\u00e7ou o evento e seus participantes, mostrando nossa riqueza ambiental, cultural, social e a nossa culin\u00e1ria\u201d, afirmou Mour\u00e3o. \u201cBel\u00e9m se preparou para receber o evento. Em dois anos, recebeu investimentos em infraestrutura de saneamento b\u00e1sico, mobilidade urbana e turismo. S\u00e3o obras que talvez levassem 20 ou 30 anos para&nbsp;ser&nbsp;realizadas. A cidade melhorou, e esse tamb\u00e9m \u00e9 um legado importante da COP30 para a popula\u00e7\u00e3o\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Presidenta do&nbsp;Corecon-AM\/RR participou de mesa redonda<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A presidenta do&nbsp;Corecon-AM\/RR,&nbsp;Michele&nbsp;Aracaty, participou de uma mesa redonda na qual discutiu a import\u00e2ncia da inova\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica para o desenvolvimento regional.&nbsp;\u201cTive a oportunidade de levar parte de uma pesquisa aplicada que \u00e9 muito ampla, onde acompanho diversos projetos, produtos e estrat\u00e9gias que possibilitam a identifica\u00e7\u00e3o de oportunidades dentro do que chamamos de bem-estar social e econ\u00f4mico, principalmente para quem vive da floresta, os amaz\u00f4nidas\u201d, mencionou Michele.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cUm dos destaques que apresentei foi a distribui\u00e7\u00e3o de motores el\u00e9tricos a pescadores. Eles s\u00e3o mais eficientes e silenciosos e menos poluentes. O impacto \u00e9 muito menor quando falamos de biodiversidade\u201d, conta a economista. \u201cOutro projeto foi o uso de ecobarreiras, que servem para recolher res\u00edduos s\u00f3lidos flutuantes, especialmente garrafas PET, que s\u00e3o destinadas de forma incorreta sobre os igarap\u00e9s e os rios da Amaz\u00f4nia\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO terceiro projeto foi o uso da fibra do curau\u00e1, que \u00e9 uma fibra regional, como substituta do pl\u00e1stico na fabrica\u00e7\u00e3o de partes de produtos que s\u00e3o produzidos no Polo Industrial de Manaus. A ideia \u00e9 gerar emprego e renda sustent\u00e1vel e reduzir o impacto sobre o meio ambiente quando o produto for descartado\u201d, cita Michele Aracaty. \u201cEste projeto permite fazer uma liga\u00e7\u00e3o entre o Polo Industrial de Manaus e a biodiversidade que vem a partir das riquezas da floresta\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Perguntamos \u00e0 presidenta do&nbsp;Corecon-AM\/RR que oportunidades ela v\u00ea na regi\u00e3o para que esta se destaque como laborat\u00f3rio de inova\u00e7\u00e3o em pol\u00edticas clim\u00e1ticas e de economia circular. \u201cA partir da apresenta\u00e7\u00e3o dos planos estaduais de&nbsp;bioeconomia, h\u00e1 uma centraliza\u00e7\u00e3o de investimentos, al\u00e9m da amplia\u00e7\u00e3o dos parques de bioeconomia e de inova\u00e7\u00e3o\u201d, responde Michele. \u201cTemos diversos contratos de redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es por desmatamento e degrada\u00e7\u00e3o florestal, n\u00e3o somente no Amazonas e Roraima, mas nos demais estados da regi\u00e3o Norte. A partir desta pol\u00edtica, vamos receber investimentos p\u00fablicos e privados, nacionais e internacionais, buscando manter a floresta em p\u00e9 e gerar empregos para quem vive da floresta\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO Amazonas \u00e9 um estado \u00fanico, que concentra os principais exemplos de bioeconomia e cadeias sustent\u00e1veis, mas tamb\u00e9m sofre uma press\u00e3o muito grande nos aspectos social e ambiental. As parcerias com comunidades tradicionais podem conciliar os conhecimentos ancestrais e cient\u00edficos\u201d, aponta a economista. \u201cTamb\u00e9m gostaria de destacar a necessidade de identifica\u00e7\u00e3o das atividades econ\u00f4micas ligadas \u00e0 economia verde, de forma a desestimular atividades predat\u00f3rias e trabalhar com a floresta em p\u00e9\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conselheiro federal exalta C\u00fapula dos Povos<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O conselheiro federal&nbsp;Frednan&nbsp;Bezerra participou da C\u00fapula dos Povos,&nbsp;que re\u00fane diversos representantes da sociedade civil, comunidades tradicionais, organiza\u00e7\u00f5es ambientalistas, sindicatos, movimentos sociais, coletivos urbanos, universidades e grupos de pesquisa, al\u00e9m de ter recebido mais de&nbsp;3&nbsp;mil ind\u00edgenas. O objetivo do encontro \u00e9 dar voz \u00e0 sociedade civil e construir propostas alternativas \u00e0s que s\u00e3o discutidas na esfera oficial da organiza\u00e7\u00e3o das na\u00e7\u00f5es unidas.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na&nbsp;COP30, a&nbsp;C\u00fapula dos&nbsp;Povos ganhou destaque especial porque a&nbsp;Amaz\u00f4nia \u00e9 palco de in\u00fameras lutas hist\u00f3ricas de popula\u00e7\u00f5es tradicionais.&nbsp;\u201cFoi um momento \u00edmpar no meu processo cont\u00ednuo de forma\u00e7\u00e3o enquanto profissional, acad\u00eamico, docente e pesquisador. Este \u00e9 o momento de ouvir, de contribuir com o debate, com os movimentos sociais e os povos que est\u00e3o na floresta\u201d, conta&nbsp;Frednan. \u201c\u00c9 uma oportunidade extremamente rica de participar deste di\u00e1logo que ultrapassa as nossas fronteiras e entender as din\u00e2micas territoriais e socioambientais em termos ampliados. A carta que foi produzida \u00e9 uma s\u00edntese importante, mas o debate e a viv\u00eancia v\u00e3o muito al\u00e9m\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O economista, que j\u00e1 foi presidente do&nbsp;Corecon-MA, tamb\u00e9m falou sobre o importante papel que o Sistema Cofecon\/Corecons&nbsp;desenvolve ao promover um di\u00e1logo qualificado com a sociedade. Naquele estado, o Conselho Regional de Economia&nbsp;tem constru\u00eddo espa\u00e7os de discuss\u00e3o e reflex\u00e3o sobre sustentabilidade, mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e desenvolvimento territorial.&nbsp;\u201cO \u00faltimo Encontro Maranhense de Economia pautou quest\u00f5es relativas a mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e o pr\u00f3ximo ir\u00e1 dialogar com as tem\u00e1ticas da sustentabilidade. N\u00e3o podemos deixar de contribuir com este debate\u201d, argumenta&nbsp;Frednan.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O conselheiro federal tamb\u00e9m falou sobre como diferentes setores da economia maranhense podem se adaptar a uma economia de baixo carbono. \u201cO Maranh\u00e3o tem uma base de agricultura familiar muito extensa, mais de 200 mil estabelecimentos. Temos uma alta capacidade de avan\u00e7ar em pr\u00e1ticas agroecol\u00f3gicas, produ\u00e7\u00e3o org\u00e2nica e cadeias de comercializa\u00e7\u00e3o\u201d, explica&nbsp;Frednan. \u201cNo campo da energia renov\u00e1vel h\u00e1 o potencial da energia e\u00f3lica, solar e da biomassa. O grande desafio do Maranh\u00e3 \u00e9 dar escala para essas experi\u00eancias. Temos tamb\u00e9m o setor extrativista e agroindustrial, pensando na cadeia do baba\u00e7u e do a\u00e7a\u00ed, com v\u00e1rios produtos da sociobiodiversidade que podem ser o carro-chefe deste processo, com o protagonismo das mulheres do campo e da floresta. Todos estes debates estiveram na C\u00fapula dos Povos\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Manifesto<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No XXVI Congresso Brasileiro de Economia, realizado em Porto Alegre nos dias 6 a 10 de outubro, o Sistema Cofecon\/Corecons&nbsp;aprovou um manifesto para ser divulgado na COP30. O texto reafirma o papel do Brasil como protagonista na agenda clim\u00e1tica global, destacando a import\u00e2ncia da Amaz\u00f4nia e a urg\u00eancia de uma transi\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica que uma justi\u00e7a social e responsabilidade ambiental.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O documento foi traduzido para o ingl\u00eas, franc\u00eas, espanhol, italiano e para a l\u00edngua ind\u00edgena&nbsp;mag\u00fcta, tamb\u00e9m conhecida como tikuna. A tradu\u00e7\u00e3o para uma l\u00edngua ind\u00edgena reconhece a diversidade cultural brasileira e a presen\u00e7a ancestral dos povos origin\u00e1rios na constru\u00e7\u00e3o de um futuro sustent\u00e1vel. A dissemina\u00e7\u00e3o dessas tradu\u00e7\u00f5es reafirma que a mensagem dos economistas, baseada em justi\u00e7a social, competitividade sustent\u00e1vel e soberania, n\u00e3o se encerra nas fronteiras nacionais, mas est\u00e1 integrada a uma agenda de transforma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O texto do manifesto pode ser lido clicando <a href=\"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=26528\">AQUI<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Kleber Mour\u00e3o, Michele&nbsp;Aracaty e&nbsp;Frednan&nbsp;Bezerra falam sobre sua participa\u00e7\u00e3o no evento e mostram como a ci\u00eancia econ\u00f4mica contribui para uma transi\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica justa e inclusiva&nbsp; Est\u00e1 no ar mais um epis\u00f3dio do&nbsp;podcast Economistas&nbsp;e o tema desta semana \u00e9 a&nbsp;Confer\u00eancia das&nbsp;Na\u00e7\u00f5es&nbsp;Unidas sobre&nbsp;Mudan\u00e7a<\/p>\n<p><a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=26792\">Leia Mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":26662,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2,12],"tags":[],"class_list":["post-26792","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","category-podcast"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/26792"}],"collection":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=26792"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/26792\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":26799,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/26792\/revisions\/26799"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/26662"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=26792"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=26792"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=26792"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}