{"id":26158,"date":"2025-09-02T17:49:45","date_gmt":"2025-09-02T20:49:45","guid":{"rendered":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=26158"},"modified":"2025-09-02T17:49:47","modified_gmt":"2025-09-02T20:49:47","slug":"seminario-realizado-pela-comissao-sustentabilidade-economica-e-ambiental-reunira-especialistas-para-discutir-pratica-produtivas-que-conciliem-soberania-alimentar-e-conservacao-do-solo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=26158","title":{"rendered":"Semin\u00e1rio realizado pela Comiss\u00e3o Sustentabilidade Econ\u00f4mica e Ambiental reunir\u00e1 especialistas para discutir pr\u00e1tica produtivas que conciliem soberania alimentar e conserva\u00e7\u00e3o do solo\u00a0"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Semin\u00e1rio realizado pela Comiss\u00e3o Sustentabilidade Econ\u00f4mica e Ambiental reunir\u00e1 especialistas para discutir pr\u00e1tica produtivas que conciliem soberania alimentar e conserva\u00e7\u00e3o do solo<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No dia 08 de setembro, \u00e0s 18h30, a Comiss\u00e3o Sustentabilidade Econ\u00f4mica e Ambiental do Cofecon promove o semin\u00e1rio \u201cO papel do Brasil diante dos desafios clim\u00e1ticos contempor\u00e2neos\u201d. O evento ser\u00e1 transmitido pelo canal do Cofecon no YouTube e contar\u00e1 com az participa\u00e7\u00e3o de Lu\u00eds Fernando Guedes Pinto (SOS Mata Atl\u00e2ntica), Ricardo Abramovay (IEA\/USP) e Ademar Ribeiro Romeiro (Unicamp). A modera\u00e7\u00e3o ser\u00e1 de Dienice Ana Bini. Inscreva-se <a href=\"http:\/\/bit.ly\/41BF3RD\" data-type=\"link\" data-id=\"bit.ly\/41BF3RD\">AQUI.<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Agricultura regenerativa<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Pr\u00e1ticas agr\u00edcolas tradicionais, praticadas ao longo dos s\u00e9culos, podem ser consideradas sustent\u00e1veis. Seu estudo indica um princ\u00edpio comum, que \u00e9 a conserva\u00e7\u00e3o do solo, mantendo a taxa de eros\u00e3o dentro de sua capacidade de regenera\u00e7\u00e3o e a integridade de sua estrutura f\u00edsico-biol\u00f3gica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As pr\u00e1ticas contempor\u00e2neas tiveram sucesso em aumentar a produtividade; por\u00e9m, conforme foi se tornando evidente a degrada\u00e7\u00e3o ambiental causada por elas, houve maior esfor\u00e7o das institui\u00e7\u00f5es de pesquisa para torn\u00e1-las minimamente sustent\u00e1veis.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O termo agricultura regenerativa est\u00e1 relacionado a pr\u00e1ticas de agricultura sustent\u00e1vel como rota\u00e7\u00e3o de culturas, uso de mecanismos que reduzam os processos erosivos, sistemas de plantio direto com um m\u00ednimo de revolvimento do solo e semeaduras em n\u00edvel. Normalmente h\u00e1 duas abordagens principais para a agricultura regenerativa: uma delas est\u00e1 baseada em processos (com \u00eanfase em t\u00e9cnicas agr\u00edcolas espec\u00edficas) e a outra tem \u00eanfase nos impactos (como o sequestro de carbono e o aumento da biodiversidade).&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, as pr\u00e1ticas de agricultura regenerativa podem ser estruturadas em quatro eixos principais: agricultura de conserva\u00e7\u00e3o (protegendo o solo com t\u00e9cnicas como o plantio direto e a rota\u00e7\u00e3o de culturas), integra\u00e7\u00e3o de culturas e \u00e1rvores com a pecu\u00e1ria (otimiza o uso da terra ao combinar diferentes sistemas produtivos), restaura\u00e7\u00e3o da sa\u00fade do solo (com foco na recupera\u00e7\u00e3o ambiental e pr\u00e1ticas de arboriza\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas e restaura\u00e7\u00e3o de zonas \u00famidas) e absor\u00e7\u00e3o de carbono da biosfera (contribuindo para a mitiga\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Participantes<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Lu\u00eds Fernando Guedes Pinto \u00e9 diretor-executivo da organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o-governamental SOS Mata Atl\u00e2ntica. Ele \u00e9 graduado em Agronomia, mestre em Ci\u00eancias da Engenharia Ambiental e doutor em Fitotecnia, sempre pela Universidade de S\u00e3o Paulo (USP). Trabalhou por 20 anos no Instituto de Manejo e Certifica\u00e7\u00e3o Florestal e Agr\u00edcola (Imaflora). \u00c9 professor colaborador do mestrado profissionalizante da Escola Superior de Conserva\u00e7\u00e3o Ambiental e Sustentabilidade e foi pesquisador associado do Oxford Centre of Tropical Forests.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ricardo Abramovay \u00e9 graduado em Filosofia pela Universit\u00e9 de Paris X, mestre em Ci\u00eancia Pol\u00edtica pela Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), doutor em Ci\u00eancias Humanas pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e se tornou professor titular do Departamento de Economia da FEA\/USP em 2001. Obteve o p\u00f3s-doutorado na Fondation Nationale de Sciences Politiques de Paris. \u00c9 coordenador do Instituto Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia \u201cPara Superar a Tr\u00edplice Monotonia do Sistema Agroalimentar\u201d. \u00c9 professor s\u00eanior do Instituto de Estudos Avan\u00e7ados (IEA\/USP) e do Instituto de Energia e Ambiente (IEE\/USP) e pesquisador da C\u00e1tedra Josu\u00e9 de Castro da Faculdade de Sa\u00fade P\u00fablica (USP).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ademar Ribeiro Romeiro&nbsp;\u00e9 graduado em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com mestrado pela mesma institui\u00e7\u00e3o, doutorado pela Universidade de Paris (EHESS) e p\u00f3s-doutorado na Universidade de Stanford (SU\/Estados Unidos) e na Escola Nacional de Engenharia de \u00c1guas e Florestas (ENGREF\/Fran\u00e7a). \u00c9 professor titular do Instituto de Economia da Unicamp e foi presidente da Sociedade Brasileira de Economia Ecol\u00f3gica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A moderadora ser\u00e1 Dienice Ana Bini, agr\u00f4noma graduada pela Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio Grande do Sul, com mestrado em Economia Aplicada pela Universidade Federal de Pelotas. Atua na iniciativa privada como coordenadora de sustentabilidade, dedicando-se \u00e0 implementa\u00e7\u00e3o dos compromissos ESG.&nbsp;<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No dia 08 de setembro, \u00e0s 18h30, a Comiss\u00e3o Sustentabilidade Econ\u00f4mica e Ambiental do Cofecon promove o semin\u00e1rio \u201cAgricultura Regenerativa como Estrat\u00e9gia de Pol\u00edtica P\u00fablica para Soberania Alimentar e Resili\u00eancia Clim\u00e1tica\u201d. O evento ser\u00e1 transmitido pelo canal do Cofecon no YouTube e contar\u00e1 com az participa\u00e7\u00e3o de Lu\u00eds Fernando Guedes Pinto (SOS Mata Atl\u00e2ntica), Ricardo Abramovay (IEA\/USP) e Ademar Ribeiro Romeiro (Unicamp). A modera\u00e7\u00e3o ser\u00e1 de Dienice Ana Bini. Inscreva-se em xxxxxxxxxxxxxxx&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Agricultura regenerativa<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Pr\u00e1ticas agr\u00edcolas tradicionais, praticadas ao longo dos s\u00e9culos, podem ser consideradas sustent\u00e1veis. Seu estudo indica um princ\u00edpio comum, que \u00e9 a conserva\u00e7\u00e3o do solo, mantendo a taxa de eros\u00e3o dentro de sua capacidade de regenera\u00e7\u00e3o e a integridade de sua estrutura f\u00edsico-biol\u00f3gica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As pr\u00e1ticas contempor\u00e2neas tiveram sucesso em aumentar a produtividade; por\u00e9m, conforme foi se tornando evidente a degrada\u00e7\u00e3o ambiental causada por elas, houve maior esfor\u00e7o das institui\u00e7\u00f5es de pesquisa para torn\u00e1-las minimamente sustent\u00e1veis.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O termo agricultura regenerativa est\u00e1 relacionado a pr\u00e1ticas de agricultura sustent\u00e1vel como rota\u00e7\u00e3o de culturas, uso de mecanismos que reduzam os processos erosivos, sistemas de plantio direto com um m\u00ednimo de revolvimento do solo e semeaduras em n\u00edvel. Normalmente h\u00e1 duas abordagens principais para a agricultura regenerativa: uma delas est\u00e1 baseada em processos (com \u00eanfase em t\u00e9cnicas agr\u00edcolas espec\u00edficas) e a outra tem \u00eanfase nos impactos (como o sequestro de carbono e o aumento da biodiversidade).&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, as pr\u00e1ticas de agricultura regenerativa podem ser estruturadas em quatro eixos principais: agricultura de conserva\u00e7\u00e3o (protegendo o solo com t\u00e9cnicas como o plantio direto e a rota\u00e7\u00e3o de culturas), integra\u00e7\u00e3o de culturas e \u00e1rvores com a pecu\u00e1ria (otimiza o uso da terra ao combinar diferentes sistemas produtivos), restaura\u00e7\u00e3o da sa\u00fade do solo (com foco na recupera\u00e7\u00e3o ambiental e pr\u00e1ticas de arboriza\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas e restaura\u00e7\u00e3o de zonas \u00famidas) e absor\u00e7\u00e3o de carbono da biosfera (contribuindo para a mitiga\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Participantes<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Lu\u00eds Fernando Guedes Pinto \u00e9 diretor-executivo da organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o-governamental SOS Mata Atl\u00e2ntica. Ele \u00e9 graduado em Agronomia, mestre em Ci\u00eancias da Engenharia Ambiental e doutor em Fitotecnia, sempre pela Universidade de S\u00e3o Paulo (USP). Trabalhou por 20 anos no Instituto de Manejo e Certifica\u00e7\u00e3o Florestal e Agr\u00edcola (Imaflora). \u00c9 professor colaborador do mestrado profissionalizante da Escola Superior de Conserva\u00e7\u00e3o Ambiental e Sustentabilidade e foi pesquisador associado do Oxford Centre of Tropical Forests.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ricardo Abramovay \u00e9 graduado em Filosofia pela Universit\u00e9 de Paris X, mestre em Ci\u00eancia Pol\u00edtica pela Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), doutor em Ci\u00eancias Humanas pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e se tornou professor titular do Departamento de Economia da FEA\/USP em 2001. Obteve o p\u00f3s-doutorado na Fondation Nationale de Sciences Politiques de Paris. \u00c9 coordenador do Instituto Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia \u201cPara Superar a Tr\u00edplice Monotonia do Sistema Agroalimentar\u201d. \u00c9 professor s\u00eanior do Instituto de Estudos Avan\u00e7ados (IEA\/USP) e do Instituto de Energia e Ambiente (IEE\/USP) e pesquisador da C\u00e1tedra Josu\u00e9 de Castro da Faculdade de Sa\u00fade P\u00fablica (USP).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ademar Ribeiro Romeiro&nbsp;\u00e9 graduado em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com mestrado pela mesma institui\u00e7\u00e3o, doutorado pela Universidade de Paris (EHESS) e p\u00f3s-doutorado na Universidade de Stanford (SU\/Estados Unidos) e na Escola Nacional de Engenharia de \u00c1guas e Florestas (ENGREF\/Fran\u00e7a). \u00c9 professor titular do Instituto de Economia da Unicamp e foi presidente da Sociedade Brasileira de Economia Ecol\u00f3gica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A moderadora ser\u00e1 Dienice Ana Bini, agr\u00f4noma graduada pela Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio Grande do Sul, com mestrado em Economia Aplicada pela Universidade Federal de Pelotas. Atua na iniciativa privada como coordenadora de sustentabilidade, dedicando-se \u00e0 implementa\u00e7\u00e3o dos compromissos ESG.&nbsp;<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u202f&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Semin\u00e1rio realizado pela Comiss\u00e3o Sustentabilidade Econ\u00f4mica e Ambiental reunir\u00e1 especialistas para discutir pr\u00e1tica produtivas que conciliem soberania alimentar e conserva\u00e7\u00e3o do solo&nbsp; No dia 08 de setembro, \u00e0s 18h30, a Comiss\u00e3o Sustentabilidade Econ\u00f4mica e Ambiental do Cofecon promove o semin\u00e1rio<\/p>\n<p><a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=26158\">Leia Mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":26159,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-26158","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/26158"}],"collection":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=26158"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/26158\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":26160,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/26158\/revisions\/26160"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/26159"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=26158"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=26158"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=26158"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}