{"id":25230,"date":"2025-03-31T17:34:58","date_gmt":"2025-03-31T20:34:58","guid":{"rendered":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=25230"},"modified":"2025-03-31T17:48:45","modified_gmt":"2025-03-31T20:48:45","slug":"revista-economistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=25230","title":{"rendered":"Est\u00e1 no ar a revista Economistas #55\u00a0"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Edi\u00e7\u00e3o de mar\u00e7o vem sendo tradicionalmente dedicada \u00e0s mulheres. Artigos abordam quest\u00f5es de g\u00eanero e sustentabilidade<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Est\u00e1 no ar a edi\u00e7\u00e3o n\u00famero 55 da Revista Economistas! Esta edi\u00e7\u00e3o, em comemora\u00e7\u00e3o ao M\u00eas da Mulher, \u00e9 uma iniciativa da Comiss\u00e3o Mulher Economista e Diversidade e traz artigos escritos por mulheres economistas \u2013 fato que vem se tornando uma tradi\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos anos na edi\u00e7\u00e3o de mar\u00e7o. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os textos exploram a rela\u00e7\u00e3o entre economia e g\u00eanero, destacando desafios, desigualdades e avan\u00e7os na participa\u00e7\u00e3o das mulheres na profiss\u00e3o, no mercado de trabalho e na sociedade, e abordam temas que v\u00e3o desde o impacto do trabalho dom\u00e9stico n\u00e3o remunerado at\u00e9 o custo da viol\u00eancia dom\u00e9stica para a economia, al\u00e9m da sub-representa\u00e7\u00e3o feminina na ci\u00eancia econ\u00f4mica e no mercado de trabalho.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ela pode ser acessada clicando AQUI <a href=\"https:\/\/bit.ly\/3XFkORf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/bit.ly\/3XFkORf<\/a>\u00a0ou pelo visualizador abaixo:<\/p>\n\n\n\n<a href=\"https:\/\/online.flippingbook.com\/view\/665204410\/\" class=\"fbo-embed\" data-fbo-id=\"d5ea8bdeab\" data-fbo-ratio=\"3:2\" data-fbo-lightbox=\"yes\" data-fbo-width=\"100%\" data-fbo-height=\"auto\" data-fbo-version=\"1\" style=\"max-width: 100%\">Revista Economistas &#8211; Mar\u00e7o 2025<\/a><script async defer src=\"https:\/\/online.flippingbook.com\/EmbedScriptUrl.aspx?m=redir&#038;hid=665204410\"><\/script>\n\n\n\n<p>Uma mat\u00e9ria especial destaca a posse de Tania Cristina Teixeira como presidenta do Cofecon, um marco na trajet\u00f3ria da autarquia que reflete as transforma\u00e7\u00f5es na profiss\u00e3o de economista. Sua lideran\u00e7a simboliza o avan\u00e7o da representatividade feminina no campo econ\u00f4mico, consolidando um movimento que busca maior equidade e participa\u00e7\u00e3o ativa das mulheres nos debates e decis\u00f5es sobre o desenvolvimento do pa\u00eds. O evento foi tamb\u00e9m um momento de reconhecimento \u00e0s economistas que pavimentaram esse caminho, refor\u00e7ando a import\u00e2ncia de fortalecer espa\u00e7os de lideran\u00e7a para mulheres na economia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Artigos da edi\u00e7\u00e3o 55 <\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Capitalismo, trabalho dom\u00e9stico n\u00e3o remunerado e sustentabilidade da vida<\/strong> &#8211; O trabalho dom\u00e9stico n\u00e3o remunerado \u00e9 um pilar essencial para a manuten\u00e7\u00e3o da vida e da for\u00e7a de trabalho, mas permanece invis\u00edvel e desvalorizado dentro do sistema econ\u00f4mico tradicional. Historicamente, mulheres s\u00e3o as principais respons\u00e1veis por essa carga de cuidados, o que refor\u00e7a desigualdades de g\u00eanero, ra\u00e7a e classe e sustenta a l\u00f3gica do capitalismo. Beatriz Cerqueira Worspite analisa como o sistema capitalista prioriza o lucro em detrimento do cuidado com a vida, sugerindo a necessidade de repensar essa estrutura em busca de um modelo econ\u00f4mico mais justo e igualit\u00e1rio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O governo que negligencia o investimento no combate \u00e0 viol\u00eancia dom\u00e9stica n\u00e3o \u00e9 apenas desumano, \u00e9 est\u00fapido<\/strong> &#8211; A viol\u00eancia contra a mulher n\u00e3o \u00e9 apenas uma quest\u00e3o social, mas tamb\u00e9m um custo econ\u00f4mico significativo, argumenta Roberta Muniz. Um estudo do Instituto Maria da Penha, em parceria com a UFC, mostrou que mulheres v\u00edtimas de viol\u00eancia perdem, em m\u00e9dia, 18 dias de trabalho por ano, afetando sua produtividade e estabilidade financeira. No Rio de Janeiro, os preju\u00edzos podem ultrapassar R$ 6,6 bilh\u00f5es anuais em perda de renda e produtividade. Investir no combate \u00e0 viol\u00eancia dom\u00e9stica \u00e9 uma estrat\u00e9gia inteligente para o crescimento econ\u00f4mico, pois a falta de pol\u00edticas p\u00fablicas eficientes prejudica tanto as v\u00edtimas quanto o desenvolvimento do pa\u00eds.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mulheres na Economia<\/strong> &#8211; A participa\u00e7\u00e3o feminina na economia \u00e9 fundamental para o crescimento sustent\u00e1vel e a inova\u00e7\u00e3o. Estudos do FMI e do Banco Mundial indicam que a igualdade de g\u00eanero pode impulsionar significativamente o PIB global. No entanto, mulheres ainda enfrentam desigualdade salarial, ganhando 22% a menos que os homens, e ocupando apenas 37% dos cargos de lideran\u00e7a no Brasil. O artigo de Dirlene Silva destaca como a equidade de g\u00eanero fortalece economias e apresenta estrat\u00e9gias para ampliar a inclus\u00e3o feminina no mercado de trabalho e promover o empreendedorismo, apontando caminhos para um futuro mais justo e pr\u00f3spero.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Da evolu\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia econ\u00f4mica ao reconhecimento das mulheres economistas<\/strong> &#8211; A hist\u00f3ria da ci\u00eancia econ\u00f4mica, dominada por grandes pensadores, muitas vezes negligencia o reconhecimento das contribui\u00e7\u00f5es das economistas mulheres. O artigo de Isabel Ribeiro destaca a trajet\u00f3ria de exclus\u00e3o das mulheres na profiss\u00e3o, exemplificada pela escassa premia\u00e7\u00e3o feminina no Nobel de Economia, com apenas tr\u00eas mulheres laureadas entre 1969 e 2024. O texto celebra as contribui\u00e7\u00f5es de pioneiras como Elinor Ostrom, Esther Duflo e Claudia Goldin, al\u00e9m de outras economistas renomadas, que transformaram \u00e1reas essenciais da economia.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pol\u00edticas p\u00fablicas de g\u00eanero e as mulheres no capitalismo tardio<\/strong> \u2013 Como as desigualdades estruturais afetam as mulheres no Brasil? Quais avan\u00e7os e desafios persistem nas pol\u00edticas p\u00fablicas voltadas para equidade de g\u00eanero? Pamela Sobrinho analisa os impactos da precariza\u00e7\u00e3o do trabalho, da viol\u00eancia de g\u00eanero e das pol\u00edticas de inclus\u00e3o na realidade das mulheres, especialmente negras e perif\u00e9ricas. Apesar de avan\u00e7os, a sub-representa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e a sobrecarga de trabalho ainda s\u00e3o desafios estruturais que precisam ser enfrentados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ador\u00e1veis Mulheres Economistas<\/strong> &#8211; A trajet\u00f3ria das mulheres na economia tem sido marcada por desafios, avan\u00e7os e grandes conquistas. No artigo &#8220;Ador\u00e1veis Mulheres Economistas&#8221;, M\u00f4nica Beraldo revisita momentos hist\u00f3ricos da luta pela valoriza\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a feminina no Sistema Cofecon\/Corecons, desde o primeiro debate sobre g\u00eanero em um Congresso Brasileiro de Economistas, em 1999, at\u00e9 a elei\u00e7\u00e3o da primeira mulher presidente do Cofecon em 2025. O artigo tamb\u00e9m destaca iniciativas fundamentais para ampliar o protagonismo feminino na economia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mulheres e Superendividamento<\/strong> &#8211; O superendividamento \u00e9 uma realidade que afeta milh\u00f5es de brasileiros, mas as mulheres s\u00e3o particularmente vulner\u00e1veis a esse problema. Desigualdade salarial, jornadas duplas de trabalho, falta de acesso a cr\u00e9dito justo e a sobrecarga financeira s\u00e3o alguns dos fatores que agravam essa situa\u00e7\u00e3o. A economista Janile Soares analisa as causas do endividamento feminino, suas consequ\u00eancias e poss\u00edveis solu\u00e7\u00f5es. Como o superendividamento impacta a economia do pa\u00eds? Quais pol\u00edticas p\u00fablicas podem ajudar a reverter esse cen\u00e1rio? Como a educa\u00e7\u00e3o financeira pode ser uma ferramenta de empoderamento feminino?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mercado de Trabalho e Desigualdade de G\u00eanero &#8211; <\/strong>Em um cen\u00e1rio onde as desigualdades de g\u00eanero ainda dominam o mercado de trabalho no Brasil, o campo da Economia n\u00e3o \u00e9 exce\u00e7\u00e3o. O artigo de Eliane Araujo e Adriana Ripka exp\u00f5e as persistentes assimetrias enfrentadas pelas mulheres, mesmo com avan\u00e7os significativos nos \u00faltimos anos. Apesar das dificuldades, a educa\u00e7\u00e3o das mulheres avan\u00e7ou, e elas se destacam nas universidades. No entanto, a luta por igualdade de oportunidades e pelo fim da discrimina\u00e7\u00e3o de g\u00eanero continua. O artigo tamb\u00e9m \u00e9 um chamado para que mais mulheres economistas se juntem aos Conselhos Regionais de Economia e se envolvam ativamente na transforma\u00e7\u00e3o desse cen\u00e1rio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O impacto dos vieses cognitivos na desigualdade de g\u00eanero nas institui\u00e7\u00f5es financeiras brasileiras<\/strong> &#8211; O artigo de Viviane Almeida Morais aborda como os vieses cognitivos afetam a participa\u00e7\u00e3o das mulheres nas institui\u00e7\u00f5es financeiras brasileiras. Ao aplicar conceitos da Economia Comportamental, a pesquisa explora como preconceitos inconscientes, como os vieses de confirma\u00e7\u00e3o, ancoragem e o status quo, contribuem para perpetuar a desigualdade de g\u00eanero no mercado de trabalho, especialmente em cargos de lideran\u00e7a.&nbsp;\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Edi\u00e7\u00e3o de mar\u00e7o vem sendo tradicionalmente dedicada \u00e0s mulheres. 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