{"id":23850,"date":"2024-10-11T10:42:12","date_gmt":"2024-10-11T13:42:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cofecon.org.br\/?p=23801"},"modified":"2024-10-11T10:42:12","modified_gmt":"2024-10-11T13:42:12","slug":"por-uma-bioeconomia-tropicalizada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=23850","title":{"rendered":"Por uma bioeconomia tropicalizada"},"content":{"rendered":"<p><em>Autor: Guidborgongne C N da Silva (G\u00fcidi)<\/em><\/p>\n<p>No atual cen\u00e1rio econ\u00f4mico internacional h\u00e1 uma extensa produ\u00e7\u00e3o e pesquisa sobre bioeconomia nos EUA, Europa e China. Neste texto priorizo os conceitos de bioeconomia da Uni\u00e3o Europeia, particularmente os que foram sistematizados por Bugge, entendendo que a bioeconomia \u00e9 um conceito em constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Conceito de Bioeconomia<\/strong><\/p>\n<p>Bugge et al. (2016) destacam que a implementa\u00e7\u00e3o dos preceitos da bioeconomia, que muitas vezes t\u00eam sido entendidos por um v\u00ednculo mais estreito com a biotecnologia, deve contemplar diferentes \u00e1reas de abrang\u00eancia, n\u00e3o se limitando a esse escopo restrito. Nesse sentido, \u00e9 necess\u00e1ria a integra\u00e7\u00e3o com outras \u00e1reas, como o estudo de bioinsumos e da bioecologia, de forma a favorecer o desenvolvimento de novas tecnologias que signifiquem aumento da capacidade de produ\u00e7\u00e3o, com sustentabilidade ambiental e social (BUGGE et al., 2016).<\/p>\n<p>A <strong>biotecnologia<\/strong> est\u00e1 mais vinculada ao setor industrial no uso de insumos biol\u00f3gicos nas suas diversas atividades, particularmente na melhora da efici\u00eancia no uso de insumos como a \u00e1gua.<\/p>\n<p>Os <strong>bioinsumos<\/strong> s\u00e3o alternativas aos insumos qu\u00edmicos tradicionais utilizados na agricultura, pecu\u00e1ria e ind\u00fastria de alimentos.<\/p>\n<p>J\u00e1 a <strong>bioecologia<\/strong> vem para potencializar um modelo econ\u00f4mico com insumos biol\u00f3gicos que preserve a biodiversidade<\/p>\n<p><strong>Os economistas diante da bioeconomia<\/strong><\/p>\n<p>A parte que cabe aos economistas \u00e9 a necessidade de levar em conta, nas suas an\u00e1lises de investimentos atuais ou novos, a sustentabilidade econ\u00f4mica, ambiental, cultural e social. O Brasil, a partir de trabalhos realizados sobre o uso de insumos biol\u00f3gicos nas atividades econ\u00f4micas, j\u00e1 superou os 2 trilh\u00f5es de reais. Todavia, a utiliza\u00e7\u00e3o dos insumos biol\u00f3gicos, quando se procura investigar \u00e0 luz dos conceitos da bioeconomia, tem um extenso caminho a percorrer para integrar as cadeias de valor.<\/p>\n<p>E qual \u00e9 a vantagem da bioeconomia? \u00c9 uma alternativa renov\u00e1vel que minimiza os impactos ambientais e gera empregos qualitativos na localidade. Na medida em que a popula\u00e7\u00e3o mundial passar\u00e1 de 8 bilh\u00f5es para 10 bilh\u00f5es de habitantes nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas, a seguran\u00e7a alimentar tem e ter\u00e1 que ser garantida com alternativas renov\u00e1veis como as preconizadas pela bioeconomia.<\/p>\n<p><strong>A estrutura produtiva no Brasil pode promover modelos ligados \u00e0 Bioeconomia<\/strong><\/p>\n<p>O Brasil tem condi\u00e7\u00f5es de aproveitar a sua rica biodiversidade e a longa hist\u00f3ria de utiliza\u00e7\u00e3o de insumos biol\u00f3gicos por parte dos povos origin\u00e1rios e da agricultura familiar. Qual o desafio? O volume de investimento necess\u00e1rios para colocar conhecimento cient\u00edfico no que j\u00e1 \u00e9 praticado no Brasil com insumos biol\u00f3gicos \u00e9 enorme e, nesse contexto, precisa de um ambiente mais coletivo de pesquisa e inova\u00e7\u00e3o para potencializar os recursos que forem alocados para esse processo.<\/p>\n<p>Outra limita\u00e7\u00e3o para avan\u00e7ar com a bioeconomia no Brasil \u00e9 a fragilidade na coleta de dados. Os diagn\u00f3sticos a serem realizados v\u00e3o depender muito de pesquisas instrumentalizadas. Para cada bioma o Brasil ter\u00e1 que desenvolver pesquisas a fim de domesticar e entregar insumos para as cadeias de valor no setor agr\u00edcola e industrial.<\/p>\n<p>\u00c9 fundamental que a implementa\u00e7\u00e3o da bioeconomia no Brasil seja realizada com um plano de desenvolvimento local, regional e setorial para garantir sustentabilidade econ\u00f4mica, ambiental, cultural e social.<\/p>\n<p>A bioeconomia como campo de produ\u00e7\u00e3o multidisciplinar traz a situa\u00e7\u00e3o na qual os diversos profissionais e pesquisadores fazem a inova\u00e7\u00e3o e verificam se h\u00e1 condi\u00e7\u00f5es de implementar. Sem a participa\u00e7\u00e3o dos economistas esse contexto leva a situa\u00e7\u00f5es problem\u00e1ticas, nas quais essas inova\u00e7\u00f5es s\u00e3o colocadas em pr\u00e1tica sem verificar o dinamismo do respectivo mercado. Ent\u00e3o, por que a bioeconomia vem avan\u00e7ando? Porque, entre outras quest\u00f5es, os custos dos insumos tradicionais, ao aumentarem muito, tornaram favor\u00e1veis as condi\u00e7\u00f5es para a implementa\u00e7\u00e3o da bioeconomia como alternativa.<\/p>\n<p>Neste contexto, destacam-se os apontamentos de alguns autores sobre o potencial da estrutura produtiva brasileira para avan\u00e7ar em modelos associados \u00e0 bioeconomia, uma vez que o Pa\u00eds \u00e9 rico em recursos naturais que podem ser explorados de forma sustent\u00e1vel para a produ\u00e7\u00e3o de uma ampla gama de produtos, desde alimentos e medicamentos at\u00e9 biocombust\u00edveis e materiais biodegrad\u00e1veis. (SILVA, 2023)<\/p>\n<p>Carbonell et al. (2021) destacam a vantagem competitiva incompar\u00e1vel no cen\u00e1rio da Bioeconomia, considerando a riqueza da biodiversidade do Brasil. O Pa\u00eds possui a maior diversidade gen\u00e9tica vegetal do mundo, com mais de 55 mil esp\u00e9cies de plantas (22% do total mundial) distribu\u00eddas em diferentes biomas (CARBONELL et al., 2021). J\u00e1 Bergamo et al. (2022) fazem cr\u00edticas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de alguns produtos como o a\u00e7a\u00ed, que ganham escala e se tornam monocultura em determinadas regi\u00f5es. O caso de \u201ca\u00e7aiza\u00e7\u00e3o\u201d evidencia as desvantagens inerentes \u00e0 mercantiliza\u00e7\u00e3o de bens florestais por meio de esquemas de monocultura. Assim, argumentam que uma verdadeira bioeconomia amaz\u00f4nica sustent\u00e1vel implica na diversifica\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos de produ\u00e7\u00e3o que valorizem a biodiversidade como resposta \u00e0s planta\u00e7\u00f5es generalizadas de monocultura (BERGAMO et al., 2022)<\/p>\n<p>Valli et al. (2018) tamb\u00e9m destacam a import\u00e2ncia do Brasil &#8211; que, por deter a maior biodiversidade do globo, possui condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas adequadas e abund\u00e2ncia de recursos naturais, fatores que podem transformar o Pa\u00eds em l\u00edder na transi\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica em favor da bioeconomia, uma vez que lhe s\u00e3o concedidas todas as condi\u00e7\u00f5es para ser um modelo sustent\u00e1vel (VALLI et al., 2018), no qual se incluem a produ\u00e7\u00e3o de etanol a partir da cana-de-a\u00e7\u00facar, a produ\u00e7\u00e3o de soja e carne com sistemas agroflorestais sustent\u00e1veis, a extra\u00e7\u00e3o de \u00f3leos e ess\u00eancias da biodiversidade para a ind\u00fastria cosm\u00e9tica e farmac\u00eautica e a produ\u00e7\u00e3o de biopl\u00e1stico e outros materiais biodegrad\u00e1veis.<\/p>\n<p>Dias e Carvalho (2017) comentam o relat\u00f3rio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES, 2014) sobre o potencial de diversifica\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria qu\u00edmica brasileira, no qual foram apontados dois fatores principais para o entendimento dos motivos do imenso d\u00e9ficit comercial do complexo qu\u00edmico no Brasil: o desequil\u00edbrio entre o crescimento da produ\u00e7\u00e3o nacional e a evolu\u00e7\u00e3o do consumo dom\u00e9stico e o crescimento do valor agregado das importa\u00e7\u00f5es brasileiras em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es de produtos qu\u00edmicos produzidos nacionalmente (DIAS; CARVALHO, 2017). Entende-se que modelos de produ\u00e7\u00e3o que exploram novos produtos da Bioeconomia podem favorecer a redu\u00e7\u00e3o desse d\u00e9ficit, colocando o Pa\u00eds em posi\u00e7\u00e3o de destaque mundial.<\/p>\n<p>J\u00e1 Carbonelll et al. (2021) acreditam em um roteiro de crescimento que considera a cria\u00e7\u00e3o de uma nova economia de base biol\u00f3gica no Brasil \u2013 no m\u00e9dio (at\u00e9 2030) e no longo prazo (at\u00e9 2050) \u2013 em tr\u00eas grandes \u00e1reas: agricultura, alimenta\u00e7\u00e3o\/sa\u00fade e bioenergia\/qu\u00edmica verde. Nesse roteiro, o foco est\u00e1 na cria\u00e7\u00e3o de novos produtos com alto valor agregado, que contribuem para a redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de gases de efeito estufa (GEE), aumentam a gera\u00e7\u00e3o de emprego e melhoram a qualidade das ocupa\u00e7\u00f5es formais (CARBONELL et al., 2021).<\/p>\n<p>Posteriormente, Carbonell et al. (2021) ponderam que, provavelmente, o maior desafio do agroneg\u00f3cio brasileiro hoje \u00e9 materializar as oportunidades derivadas do clima tropical do Brasil, que \u00e9 um Pa\u00eds \u00fanico em tamanho, biodiversidade, clima e produtos. Embora o agroneg\u00f3cio brasileiro esteja crescendo rapidamente, em termos econ\u00f4micos, o Pa\u00eds ainda n\u00e3o conseguiu gerar benef\u00edcios correspondentes. Os autores chamam a aten\u00e7\u00e3o para as consequ\u00eancias socioecon\u00f4micas do atual perfil do agroneg\u00f3cio brasileiro, que \u00e9 monocultor, centralizador de renda e tem baixa capacidade de reinvestir em uma agricultura mais sustent\u00e1vel e ecol\u00f3gica, resultando em baixos benef\u00edcios sociais, entre outras consequ\u00eancias (CARBONELL et al., 2021).<\/p>\n<p>Chandel et al. (2020) enfatizam que v\u00e1rias empresas multinacionais, como Ra\u00edzen, Du Pont, BASF AG, Cargill, Braskem e outras, t\u00eam investido na produ\u00e7\u00e3o de produtos qu\u00edmicos de base biol\u00f3gica\/biocombust\u00edveis. No entanto, os bioqu\u00edmicos e mesmo os biocombust\u00edveis n\u00e3o atingiram os objetivos comerciais desejados, devido \u00e0 falta de viabilidade e de t\u00e9cnicas inovadoras de bioprocessamento ou engenharia gen\u00e9tica. (CHANDEL et al., 2020)<\/p>\n<p>Diferente do Brasil, a regi\u00e3o \u00c1sia-Pac\u00edfico possui o maior mercado de produtos qu\u00edmicos de base biol\u00f3gica do mundo, seguido pela Europa. No continente europeu, a Alemanha domina o mercado, seguida pela Fran\u00e7a, Reino Unido e It\u00e1lia. Setorialmente, a agricultura, o setor florestal e a ind\u00fastria de papel e celulose, entre outros, t\u00eam papel fundamental no fortalecimento da bioeconomia. Ainda h\u00e1 muitos desafios na simplifica\u00e7\u00e3o dos res\u00edduos, particularmente no que diz respeito \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de energia (CHANDEL et al., 2020).<\/p>\n<p>Barcelos et al. (2021) destacam que um grande contribuinte para a Bioeconomia no Brasil \u00e9 a produ\u00e7\u00e3o de casulos de seda. A atividade \u00e9 importante n\u00e3o s\u00f3 porque o Brasil est\u00e1 entre os maiores produtores de fios de seda do mundo, mas tamb\u00e9m porque a maior parte da produ\u00e7\u00e3o brasileira \u00e9 para exporta\u00e7\u00e3o (BARCELOS et al., 2021).<\/p>\n<p>Dias e Carvalho (2017) trazem dados extra\u00eddos de um relat\u00f3rio produzido pela Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz que mostra que, at\u00e9 2008, biof\u00e1rmacos representavam 16% dos novos componentes farmac\u00eauticos desenvolvidos, subindo para 24% em 2015. Para 2020, a perspectiva era de que esse n\u00famero chegaria a quase 30%. Al\u00e9m disso, at\u00e9 2020, sete dos dez produtos farmac\u00eauticos mais vendidos no mundo seriam biof\u00e1rmacos. Em 2005, o mercado bioqu\u00edmico global movimentou US$ 21 bilh\u00f5es, menos de 2% do total movimentado por todo o mercado qu\u00edmico (US$ 1,2 trilh\u00f5es) no mesmo per\u00edodo. Em 2013, o mercado qu\u00edmico global atingiu a marca de US$ 4,1 trilh\u00f5es, e a estimativa \u00e9 de que o setor bioqu\u00edmico tenha representado algo em torno de 10% desse total (DIAS; CARVALHO, 2017).<\/p>\n<p>Os estudos acima evidenciam o potencial brasileiro em modelos ligados \u00e0 bioeconomia, que enfatizam a import\u00e2ncia da biodiversidade do Pa\u00eds como vantagem comparativa. Para aproveitar ao m\u00e1ximo o potencial da bioeconomia, \u00e9 necess\u00e1rio investir em pesquisa e desenvolvimento, incentivar a inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica e fomentar pol\u00edticas p\u00fablicas que promovam a produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel e a agrega\u00e7\u00e3o de valor aos produtos. Al\u00e9m disso, \u00e9 importante garantir a inclus\u00e3o social e a distribui\u00e7\u00e3o justa dos benef\u00edcios gerados pela bioeconomia, para que toda a sociedade possa se beneficiar desse modelo econ\u00f4mico mais sustent\u00e1vel e resiliente.<\/p>\n<p><strong>Qualidade do crescimento econ\u00f4mico<\/strong><\/p>\n<p>Resgatando a defini\u00e7\u00e3o de Bugge de que a bioeconomia \u00e9 a integra\u00e7\u00e3o entre a biotecnologia, bioinsumos e bioecologia, se determinado setor ou empresa avan\u00e7ar apenas na biotecnologia sem ser um processo de trabalho integrado da respectiva cadeia de atividade econ\u00f4mica, pode ter externalidades ambientais e sociais negativas.<\/p>\n<p>O caso da produ\u00e7\u00e3o de cana-de-a\u00e7\u00facar \u00e9 um grande exemplo. \u00c9 um produto renov\u00e1vel, que produz biocombust\u00edvel e que se o aumento da sua produ\u00e7\u00e3o depender do aumento da \u00e1rea plantada, tendo que desflorestar, nesse caso h\u00e1 impacto ambiental.<\/p>\n<p>O debate da bioeconomia \u00e9 importante para n\u00f3s, economistas, atualizarmos conceitos como crescimento econ\u00f4mico e produtividade, destacados por autores como Georgescu-Roegen, que colocou a necessidade de analisarmos o lado qualitativo do crescimento econ\u00f4mico, principalmente os limites ambientais para a economia crescer. Podemos considerar como produtiva uma atividade econ\u00f4mica que impacta negativamente o meio ambiente e o meio social?<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas<\/strong><\/p>\n<p>BARCELOS, Silvia Mara Bortoloto et al. Circularity of Brazilian silk: Promoting a circular bioeconomy in the production of silk cocoons. Journal of Environmental Management, v. 296, p. 301\u20134797, 2021. Dispon\u00edvel em: &lt;https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.jenvman.2021.113373&gt;. Acesso em: 5 set. 2022.<\/p>\n<p>BERGAMO, Daniel et al. The Amazon bioeconomy: Beyond the use of forest products. Ecological Economics, v. 199, p. 107448, 1 set. 2022.<\/p>\n<p>BUGGE, Markus M; HANSEN, Teis; KLITKOU, Antje. What is the bioeconomy? A review of the literature. Sustainability (Switzerland), v. 8, n. 7, 2016.<\/p>\n<p>CARBONELL, Sergio A.M. et al. Bioeconomy in Brazil: Opportunities and guidelines for research and public policy for regional development. Biofuels, Bioproducts and Biorefining, v. 15, n. 6, p. 1675\u20131695, 1 nov. 2021.<\/p>\n<p>CHANDEL, Anuj K. et al. The role of renewable chemicals and biofuels in building a bioeconomy. Biofuels, Bioproducts and Biorefining, v. 14, n. 4, p. 830\u2013844, 1 jul. 2020.<\/p>\n<p>DIAS, R. F.; DE CARVALHO, C. A.A. Bioeconomy in Brazil and in the world: Current situation and prospects. Revista Virtual de Quimica, v. 9, n. 1, p. 410\u2013430, 2017.<\/p>\n<p>SILVA; GUIDBORGONGNE CARNEIRO NUNES DA. An\u00e1lise bibliom\u00e9trica da produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica sobre bioeconomia no Brasil: uma vis\u00e3o panor\u00e2mica. UFG &#8211; Universidade Federal de Goi\u00e1s, 2023. Dispon\u00edvel em: &lt;http:\/\/repositorio.bc.ufg.br\/tede\/handle\/tede\/12893&gt;.<\/p>\n<p>VALLI, Marilia; RUSSO, Helena M.; BOLZANI, Vanderlan da Silva. The potential contribution of the natural products from Brazilian biodiversity to bioeconomy. Anais da Academia Brasileira de Ciencias, v. 90, n. 1, p. 763\u2013778, 2018.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Autor: Guidborgongne C N da Silva (G\u00fcidi) No atual cen\u00e1rio econ\u00f4mico internacional h\u00e1 uma extensa produ\u00e7\u00e3o e pesquisa sobre bioeconomia nos EUA, Europa e China. Neste texto priorizo os conceitos de bioeconomia da Uni\u00e3o Europeia, particularmente os que foram sistematizados<\/p>\n<p><a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=23850\">Leia Mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-23850","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/23850"}],"collection":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=23850"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/23850\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=23850"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=23850"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=23850"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}