{"id":23630,"date":"2024-09-20T17:40:58","date_gmt":"2024-09-20T20:40:58","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cofecon.org.br\/?p=23630"},"modified":"2025-08-26T12:48:28","modified_gmt":"2025-08-26T15:48:28","slug":"tecnologias-inovadoras-que-empoderam-mulheres-empreendedoras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=23630","title":{"rendered":"Tecnologias inovadoras que empoderam mulheres empreendedoras"},"content":{"rendered":"<p><em>Durante o 2\u00ba Semin\u00e1rio da Mulher Economista e Diversidade, Isabel Ribeiro, Arianna Britto, Elise Hungaro, Karine Moraes Ribeiro e Emmanuele Silveira trouxeram recortes de ra\u00e7a, conceitos de sustentabilidade, educa\u00e7\u00e3o financeira e economia solid\u00e1ria<\/em><\/p>\n<p>O empreendedorismo feminino foi o tema que permeou os debates da \u00faltima mesa no 2\u00ba Semin\u00e1rio Mulher Economista e Diversidade, realizada na tarde de 13 de setembro na Universidade Federal de Minas Gerais. Isabel Ribeiro, Arianna Britto, Elise Hungaro, Karine Moraes Ribeiro e Emmanuele Silveira trouxeram recortes de ra\u00e7a, conceitos de sustentabilidade, educa\u00e7\u00e3o financeira e economia solid\u00e1ria, bem como seus impactos sobre a vida das mulheres. A mesa de debates, que teve coment\u00e1rios de Kerssia Preda Kamenach e media\u00e7\u00e3o de Jos\u00e9lia Brito, pode ser assistida clicando <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=qhlBmG5RFXY\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>AQUI<\/strong><\/span><\/a>.<\/p>\n<p><span data-teams=\"true\"><span class=\"ui-provider a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x y z ab ac ae af ag ah ai aj ak\" dir=\"ltr\">O semin\u00e1rio foi organizado pela Comiss\u00e3o Mulher Economista e Diversidade do Cofecon, coordenada pela conselheira Teresinha de Jesus Ferreira da Silva, em parceria com o Conselho Regional de Economia de Minas Gerais, presidido pela economista Valqu\u00edria Assis, e com outros Corecons.<\/span><\/span><\/p>\n<p><strong>Isabel Ribeiro<\/strong><\/p>\n<p>A economista Isabel Ribeiro, presidente do Corecon-BA, trouxe \u00e0 tona os desafios enfrentados por mulheres negras em suas jornadas como cientistas, professoras e empreendedoras. \u201cEnquanto a mulher branca representa 23,5% da popula\u00e7\u00e3o na educa\u00e7\u00e3o superior, entre as mulheres negras esse n\u00famero cai para apenas 10,4%,\u201d destacou. Essa discrep\u00e2ncia se reflete tamb\u00e9m nas taxas de empreendedorismo, onde 87,5% das mulheres negras empreendem por necessidade, e n\u00e3o por oportunidade.<\/p>\n<p>Isabel trouxe n\u00fameros de pesquisa do Sebrae sobre mulheres empreendedoras: \u201c87,5% empreendem por conta pr\u00f3pria, e muitas vezes por necessidade, e n\u00e3o com planejamento, e apenas 12,5% s\u00e3o empregadoras, ou seja, contratam pelo menos mais uma pessoa; 48,9% s\u00e3o negras e trabalham, em m\u00e9dia, 35 horas semanais\u201d, relatou. \u201cComo sabemos que empreender no com\u00e9rcio e servi\u00e7os exige menos complexidade, 55,9% atuam no setor de servi\u00e7os e 65,4% s\u00e3o informais; 41,3% possuem ensino m\u00e9dio completo e apenas 29,1% ensino superior; 52,1% s\u00e3o chefes de domic\u00edlio\u201d.<\/p>\n<p>Isabel tamb\u00e9m falou sobre o impacto que a aus\u00eancia de modelos de sucesso tem na autoestima e nas aspira\u00e7\u00f5es das mulheres negras e contou sua pr\u00f3pria experi\u00eancia. \u201cNasci num bairro perif\u00e9rico, minha m\u00e3e era professora prim\u00e1ria e meu pai, policial de baixa patente. Os ricos da rua eram meu tio, fiscal do INSS, e um vizinho petroleiro\u201d, comentou. \u201cRaramente nas fam\u00edlias negras voc\u00ea tem um pai empres\u00e1rio ou um irm\u00e3o empres\u00e1rio que sirva de modelo\u201d observou.<\/p>\n<p>Isabel de Cassia Ribeiro \u00e9 economista formada pela Faculdade de Economia da UFBA, com mestrado em Gerenciamento e Tecnologias Ambientais pela mesma institui\u00e7\u00e3o. Atualmente, atua como Gerente Adjunta na Unidade de Gest\u00e3o Estrat\u00e9gica do Sebrae Bahia e \u00e9 presidente do Corecon-BA.<\/p>\n<p><strong>Arianna Britto<\/strong><\/p>\n<p>A economista Arianna Brito, doutora pela Universidade Federal Fluminense, trouxe um recorte de ra\u00e7a ao debate e enfatizou a relev\u00e2ncia da representatividade e do acesso a dados sobre a popula\u00e7\u00e3o negra no campo da economia. Ela destacou a cria\u00e7\u00e3o da Rede de Economistas Pretos e Pretas (REPP), surgida em 2021 em resposta \u00e0 falta de representatividade no setor. &#8220;O objetivo da REPP \u00e9 ser uma voz para profissionais negros e negras, atuando em diversos setores e promovendo a inclus\u00e3o nas decis\u00f5es econ\u00f4micas&#8221;, afirmou. &#8220;Apenas 15% das nossas integrantes t\u00eam doutorado ou est\u00e3o cursando, e muitos desafios persistem&#8221;, observou.<\/p>\n<p>A cria\u00e7\u00e3o da REPP se deu ap\u00f3s um epis\u00f3dio ocorrido nos Estados Unidos e que catalisou discuss\u00f5es sobre desigualdade racial em v\u00e1rias partes do mundo: a morte de George Floyd. &#8220;A mobiliza\u00e7\u00e3o social que aconteceu nos Estados Unidos impactou nossa luta por representatividade e voz no Brasil&#8221;, explicou.<\/p>\n<p>A economista tamb\u00e9m abordou o trabalho de avalia\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas, especificamente o programa moeda social Arariboia, implementado em Niter\u00f3i. &#8220;Esse programa visa atender a popula\u00e7\u00e3o vulner\u00e1vel durante a pandemia, mas n\u00e3o \u00e9 especificamente focalizado em mulheres negras. \u00c9 um desafio que precisamos enfrentar&#8221;, destacou. &#8220;O acesso a cr\u00e9dito e a forma\u00e7\u00e3o em tecnologia s\u00e3o cruciais para empoderar essas mulheres e ajud\u00e1-las a superar as barreiras que enfrentam&#8221;.<\/p>\n<p>Ariana Britto possui doutorado e mestrado em Economia pela Universidade Federal Fluminense, al\u00e9m de bacharelado em Economia pela UNICAMP. Foi professora no IBMEC-RJ e, atualmente, \u00e9 Gerente de Pol\u00edticas P\u00fablicas no Abdul Latif Jameel Poverty Action Lab (J-PAL) para a Am\u00e9rica Latina e Caribe.<\/p>\n<p><strong>Elise Hungaro<\/strong><\/p>\n<p>A economista Elise Hungaro destacou a crescente import\u00e2ncia das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas no cen\u00e1rio econ\u00f4mico global. &#8220;Desde 1850 o ano mais quente j\u00e1 registrado foi 2023, e 2024 certamente passar\u00e1 \u00e0 frente da lista. As emiss\u00f5es globais de di\u00f3xido de carbono se multiplicaram 182 vezes no per\u00edodo&#8221;, alertou Elise, ressaltando que os pa\u00edses que mais emitem n\u00e3o s\u00e3o os mesmos que est\u00e3o enfrentando os efeitos devastadores das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. &#8220;Al\u00e9m disso, o 1% mais rico do mundo \u00e9 respons\u00e1vel por tantas emiss\u00f5es quanto os 66% mais pobres&#8221;.<\/p>\n<p>Elise enfatizou a necessidade de uma abordagem econ\u00f4mica que n\u00e3o se concentre apenas no crescimento do PIB, mas que valorize o trabalho n\u00e3o remunerado e as tecnologias sustent\u00e1veis. Apresentou o conceito de decrescimento e trouxe o paradoxo de Jevons: \u201cQuando uma tecnologia \u00e9 absorvida muito rapidamente, uma tecnologia mais eficiente que consegue utilizar recursos naturais de forma menos explorat\u00f3ria, ela acaba sendo usada de forma t\u00e3o ampla que passa a ter impactos iguais ou piores do que a tecnologia anterior\u201d.<\/p>\n<p>A economista tamb\u00e9m trouxe \u00e0 tona a relev\u00e2ncia do papel das mulheres no combate \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. &#8220;Dois ter\u00e7os dos catadores de recicl\u00e1veis no Brasil s\u00e3o mulheres&#8221;, apontou. Ela tamb\u00e9m apresentou exemplos inspiradores de empreendedoras que est\u00e3o inovando no setor, como Cilene Monteiro, criadora da startup Desembala; Sayuri Magnabosco, que criou uma embalagem de cana-de-a\u00e7\u00facar; Anne Lima, que criou uma loja de cosm\u00e9ticos veganos com modelos de reuso; Ana Paula Silva, que trabalha com inova\u00e7\u00e3o em compostagem; e La\u00eds Lopes e Ana Rocha criaram um projeto chamado Escola Circular, com coleta de dados a fim de combater o desperd\u00edcio de alimentos em escolas p\u00fablicas brasileiras. &#8220;\u00c9 fundamental que estejamos presentes nas discuss\u00f5es sobre sustentabilidade, pois esses temas moldam nosso futuro&#8221;, concluiu.<\/p>\n<p>Elise Hungaro \u00e9 mestranda em Inova\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica pela UFMG, com gradua\u00e7\u00e3o em Economia e MBA em Gerenciamento de Projetos pelo IBMEC. Membro do Hub Belo Horizonte do Global Shapers Community, atua em projetos de empoderamento de comunidades vulner\u00e1veis frente \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p><strong>Karine Moraes Ribeiro<\/strong><\/p>\n<p>A economista Karine Moraes Ribeiro destacou a rela\u00e7\u00e3o complexa entre as mulheres e o acesso ao cr\u00e9dito, um tema frequentemente considerado tabu. &#8220;Apenas 6% das mulheres empreendedoras contaram com aux\u00edlio de institui\u00e7\u00f5es financeiras para abrir seus neg\u00f3cios&#8221;, observou. Isso revela um panorama preocupante, onde a maioria das mulheres inicia seus empreendimentos com recursos pr\u00f3prios ou ajuda familiar, muitas vezes sem suporte profissional. \u201cMais de 70% das mulheres come\u00e7aram a empreender com recursos pr\u00f3prios. Muitas vezes, elas usam economias guardadas ao longo dos anos, mas isso n\u00e3o \u00e9 suficiente para garantir a sobreviv\u00eancia do neg\u00f3cio&#8221;, acrescentou.<\/p>\n<p>Outro ponto crucial abordado foi a falta de educa\u00e7\u00e3o financeira, que afeta a popula\u00e7\u00e3o em geral, mas tem um impacto mais profundo nas mulheres. \u201cH\u00e1 um crescimento muito pequeno no n\u00famero de mulheres que t\u00eam algum tipo de investimento\u201d, comentou. Karine pontuou que, apesar de a educa\u00e7\u00e3o financeira ser parte da Base Nacional Comum Curricular desde 2013, sua implementa\u00e7\u00e3o \u00e9 falha. &#8220;O conte\u00fado \u00e9 misturado com matem\u00e1tica. Aquele aluno que j\u00e1 tem dificuldade com matem\u00e1tica n\u00e3o consegue absorver o conte\u00fado<\/p>\n<p>Ela alertou ainda sobre o risco associado \u00e0 inadimpl\u00eancia, que \u00e9 maior entre mulheres, impactando diretamente suas taxas de juros. &#8220;Quando as mulheres n\u00e3o pagam suas d\u00edvidas, isso eleva o custo do cr\u00e9dito para elas&#8221;, afirmou. Al\u00e9m disso, como as mulheres empreendem mais na \u00e1rea de servi\u00e7os, nem sempre \u00e9 f\u00e1cil escolher qual linha de cr\u00e9dito utilizar e o que oferecer como garantia. \u201cA posi\u00e7\u00e3o feminina at\u00e9 na decis\u00e3o de abrir um neg\u00f3cio dificulta o acesso ao cr\u00e9dito. N\u00e3o \u00e9 simplesmente dizer que ela n\u00e3o consegue cr\u00e9dito, \u00e9 o fato de estar numa posi\u00e7\u00e3o que n\u00e3o a favorece\u201d.<\/p>\n<p>Karina Moraes Ribeiro \u00e9 graduada em economia pela Universidade Federal de Minas Gerais e mestranda em economia aplicada pela Universidade Federal de Ouro Preto. Tamb\u00e9m tem p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Business Intelligence pela Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de Minas Gerais. \u00c9 s\u00f3cia da SINX Investimentos e SINX Servi\u00e7os Financeiros.<\/p>\n<p><strong>Emmanuele Silveira<\/strong><\/p>\n<p>A economista Emmanuelle Silveira destacou a import\u00e2ncia da economia solid\u00e1ria como uma forma de resist\u00eancia e inclus\u00e3o de pessoas marginalizadas no mercado de trabalho. &#8220;Quando comecei a estudar, a Tania, no primeiro per\u00edodo, me mostrou a economia solid\u00e1ria &#8220;, afirmou Emmanuele, ressaltando a sua dedica\u00e7\u00e3o a essa alternativa. Atualmente, ela est\u00e1 envolvida em projetos que buscam captar e gerir recursos para popula\u00e7\u00f5es em situa\u00e7\u00e3o de rua, destacando a relev\u00e2ncia de iniciativas que fomentem a solidariedade.<\/p>\n<p>Um dos principais focos de sua pesquisa \u00e9 a lideran\u00e7a feminina em empreendimentos de economia solid\u00e1ria. &#8220;Trabalhamos com a lideran\u00e7a, g\u00eanero e economia solid\u00e1ria, e trouxemos dados de entrevistas com v\u00e1rias mulheres&#8221;, explicou. &#8220;A economia solid\u00e1ria \u00e9 um modo de produ\u00e7\u00e3o completo, onde n\u00e3o h\u00e1 a figura do patr\u00e3o e do empregado, mas sim uma horizontalidade nas rela\u00e7\u00f5es de trabalho&#8221;.<\/p>\n<p>Emmanuele mencionou a necessidade de pol\u00edticas p\u00fablicas que deem suporte \u00e0 economia solid\u00e1ria. &#8220;As universidades tamb\u00e9m t\u00eam um papel crucial ao apoiar esses movimentos, oferecendo espa\u00e7os de gera\u00e7\u00e3o de renda e forma\u00e7\u00e3o para as mulheres&#8221;, acrescentou. Por fim, a economista trouxe relatos de mulheres que encontraram na economia solid\u00e1ria uma rede de apoio em momentos dif\u00edceis. &#8220;Essas mulheres criaram uma rede que vai al\u00e9m do sustento da fam\u00edlia&#8221;, concluiu.<\/p>\n<p>Emmanuele Silveira \u00e9 economista, mestranda em Administra\u00e7\u00e3o pela PUC Minas, conselheira do Corecon-MG, desempenha a fun\u00e7\u00e3o de Conselheira Fiscal na Associa\u00e7\u00e3o Pastoral Nacional do Povo da Rua. Atua no Grupo de Reflex\u00e3o e Trabalho para a Economia de Francisco e Clara e na Pr\u00f3-reitoria de Extens\u00e3o, ambos na PUC Minas e Pesquisadora de uma economia mais justa, inclusiva.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Durante o 2\u00ba Semin\u00e1rio da Mulher Economista e Diversidade, Isabel Ribeiro, Arianna Britto, Elise Hungaro, Karine Moraes Ribeiro e Emmanuele Silveira trouxeram recortes de ra\u00e7a, conceitos de sustentabilidade, educa\u00e7\u00e3o financeira e economia solid\u00e1ria O empreendedorismo feminino foi o tema que<\/p>\n<p><a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=23630\">Leia Mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":23632,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[35,2],"tags":[],"class_list":["post-23630","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia-solidaria","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/23630"}],"collection":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=23630"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/23630\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":26087,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/23630\/revisions\/26087"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/23632"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=23630"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=23630"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=23630"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}