{"id":22201,"date":"2024-03-01T18:44:51","date_gmt":"2024-03-01T21:44:51","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cofecon.org.br\/?p=22201"},"modified":"2024-03-01T18:44:51","modified_gmt":"2024-03-01T21:44:51","slug":"pib-cresce-29-em-2023-economistas-comentam","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=22201","title":{"rendered":"PIB cresce 2,9% em 2023; economistas comentam"},"content":{"rendered":"<p><i><span data-contrast=\"auto\">Paulo Dantas da Costa, Antonio Corr\u00eaa de Lacerda, Carla Beni, R\u00f3ridan Duarte e Ana Claudia Arruda analisam desempenho da atividade econ\u00f4mica no ano passado<\/span><\/i><span data-ccp-props=\"{}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">O IBGE divulgou nesta sexta-feira (01) o resultado do PIB brasileiro de 2023, com um crescimento de 2,9% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. O resultado \u00e9 decorrente de uma expans\u00e3o de 15,1% no setor agropecu\u00e1rio, 1,6% na ind\u00fastria e 2,4% no setor de servi\u00e7os. A taxa de investimentos ficou em 16,5%.<\/span><span data-ccp-props=\"{}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">Sob a \u00f3tica da despesa, o consumo das fam\u00edlias avan\u00e7ou 3,1%, enquanto a despesa do governo teve crescimento de 1,7%. No setor externo, as exporta\u00e7\u00f5es subiram 9,1% e as importa\u00e7\u00f5es ca\u00edram 1,2%.<\/span><span data-ccp-props=\"{}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">O presidente do Cofecon, Paulo Dantas da Costa, analisou o resultado do ano passado. \u201cDestacamos o excelente desempenho do setor prim\u00e1rio, especialmente na produ\u00e7\u00e3o de soja, min\u00e9rio de ferro e petr\u00f3leo. Este \u00e9 um primeiro dado importante\u201d, aponta Dantas. \u201cMas este crescimento verificado no ano passado ocorreu de forma desigual. Nos \u00faltimos dois trimestres o desempenho da economia foi nulo, enquanto nos dois primeiros houve este crescimento que resultou na expans\u00e3o de 2,9%. Esta \u00e9 a realidade. Espero um 2024 melhor, na medida em que temos o emprego e os sal\u00e1rios com um bom desempenho\u201d.<\/span><span data-ccp-props=\"{}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p><span data-contrast=\"auto\">\u201cDestacamos o excelente desempenho do setor prim\u00e1rio, especialmente na produ\u00e7\u00e3o de soja, min\u00e9rio de ferro e petr\u00f3leo. Este \u00e9 um primeiro dado importante\u201d, aponta Dantas.<\/span><\/p>\n<p>Paulo Dantas da Costa, presidente do Cofecon<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><b><span data-contrast=\"auto\">Melhora no emprego e nos sal\u00e1rios<\/span><\/b><span data-ccp-props=\"{}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">A melhora no emprego e da renda tamb\u00e9m foi destacada pelo conselheiro federal Antonio Corr\u00eaa de Lacerda. \u201cAl\u00e9m do crescimento, que foi expressivo, tivemos uma melhora significativa do emprego e da renda dos brasileiros. Foram criados cerca de dois milh\u00f5es de empregos novos, tivemos uma infla\u00e7\u00e3o bastante controlada e pr\u00f3xima da meta, a queda dos juros, que ainda est\u00e3o elevados, mas est\u00e3o em queda, e um excelente resultado na balan\u00e7a comercial, de quase 100 bilh\u00f5es de d\u00f3lares\u201d, expressou o economista.\u00a0<\/span><span data-ccp-props=\"{}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">O conselheiro federal lembra que, no in\u00edcio de 2023, as expectativas de crescimento eram inferiores a 1%. \u201cPor circunst\u00e2ncias que \u00e0s vezes fogem ao controle da pol\u00edtica econ\u00f4mica, o resultado de 2024 ser\u00e1, talvez, um pouco menor, da ordem de 2,5%, mas ainda significativo\u201d, comentou Lacerda. \u201cQuero destacar ainda, do ponto de vista econ\u00f4mico, tr\u00eas programas que dever\u00e3o trazer resultado nos pr\u00f3ximos anos: o Novo PAC, com investimento previsto de 1,7 trilh\u00e3o de reais; o plano de transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica; e o Nova Ind\u00fastria Brasil. S\u00e3o programas importantes para colocar o Pa\u00eds no campo da gera\u00e7\u00e3o de novas oportunidades, da agrega\u00e7\u00e3o de valor e de atividades para um Brasil economicamente mais robusto, ambientalmente e socialmente mais sustent\u00e1vel\u201d.<\/span><span data-ccp-props=\"{}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p><span data-contrast=\"auto\"> \u201cAl\u00e9m do crescimento, que foi expressivo, tivemos uma melhora significativa do emprego e da renda dos brasileiros. Foram criados cerca de dois milh\u00f5es de empregos novos, tivemos uma infla\u00e7\u00e3o bastante controlada e pr\u00f3xima da meta, a queda dos juros, que ainda est\u00e3o elevados, mas est\u00e3o em queda, e um excelente resultado na balan\u00e7a comercial, de quase 100 bilh\u00f5es de d\u00f3lares\u201d, expressou o economista.\u00a0<\/span><span data-ccp-props=\"{}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Antonio Corr\u00eaa de Lacerda, conselheiro federal<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><span data-contrast=\"auto\">A economista Carla Beni avalia que o resultado de 2023 deve ser comemorado, e tamb\u00e9m ressaltou a melhora no emprego e nos sal\u00e1rios. \u201cNa agropecu\u00e1ria, nem o pr\u00f3prio setor esperava um crescimento t\u00e3o alto. Tivemos um recorde de exporta\u00e7\u00f5es no ano passado, inclusive quando medimos em volume embarcado. Tivemos uma produtividade excelente\u201d, comentou Beni. \u201cOutro fato relevante foi o consumo das fam\u00edlias, representado pelo resultado do mercado de trabalho. Tivemos uma recupera\u00e7\u00e3o dos postos de trabalho e dos sal\u00e1rios, com a retomada do aumento real do sal\u00e1rio m\u00ednimo\u201d.<\/span><span data-ccp-props=\"{}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">Beni tamb\u00e9m destaca o desempenho do setor de servi\u00e7os. \u201cEle \u00e9 respons\u00e1vel por 70% do PIB, e a\u00ed temos a grande relev\u00e2ncia do mercado de trabalho, porque \u00e9 o segmento que mais emprega. Tivemos uma retomada no setor de bares, restaurantes e eventos, finalizando todo o processo da pandemia\u201d, explicou. \u201cOutra considera\u00e7\u00e3o importante, e que ainda n\u00e3o favorece a ind\u00fastria, est\u00e1 na elevada taxa de juros. Todos os itens que dependem de cr\u00e9dito, como bens dur\u00e1veis de maior valor agregado, est\u00e3o atrelados a uma taxa de juros ainda muito alta no Brasil. Mesmo o Banco Central iniciando uma queda, ela ainda est\u00e1 em dois d\u00edgitos\u201d.<\/span><span data-ccp-props=\"{}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p><span data-contrast=\"auto\"> \u201cEle [setor de servi\u00e7os] \u00e9 respons\u00e1vel por 70% do PIB, e a\u00ed temos a grande relev\u00e2ncia do mercado de trabalho, porque \u00e9 o segmento que mais emprega. Tivemos uma retomada no setor de bares, restaurantes e eventos, finalizando todo o processo da pandemia\u201d, explicou Beni.<\/span><\/p>\n<p>Carla Beni, professora da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><b><span data-contrast=\"auto\">Taxa de investimentos foi de 16,5%; pol\u00edtica fiscal e juros altos atrapalham<\/span><\/b><span data-ccp-props=\"{}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">A taxa de investimentos de 2023 foi de 16,5%, apresentando uma queda de 1,3 ponto percentual em rela\u00e7\u00e3o ao n\u00edvel registrado no ano passado (17,8%). O n\u00edvel dos investimentos tem sido apontado como uma das causas do crescimento baixo da economia brasileira nos \u00faltimos anos.<\/span><span data-ccp-props=\"{}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">\u201cHistoricamente, tivemos nosso pico de investimentos nas d\u00e9cadas de 1970 e 1980, com m\u00e9dia em torno de 21,9% do PIB. O ponto mais alto foi 1989, com 26,9%. Depois da d\u00e9cada de 1990 s\u00f3 ultrapassamos 20% em 1995 e entre 2010 e 2013. Em 2017 chegamos a irris\u00f3rios 14,6%\u201d, comenta o economista R\u00f3ridan Duarte, membro da comiss\u00e3o de Pol\u00edtica Econ\u00f4mica do Cofecon. \u201cParece que este \u00e9 o novo patamar da taxa de investimentos do Brasil, algo entre 16% e 18% do PIB\u201d.<\/span><span data-ccp-props=\"{}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">Em rela\u00e7\u00e3o ao investimento p\u00fablico, R\u00f3ridan observa que ele \u201ctem sofrido fortes e constantes constrangimentos nos \u00faltimos anos e a causa \u00e9, sobretudo, a pol\u00edtica fiscal contracionista. O arcabou\u00e7o fiscal baseado no teto de gastos praticamente eliminava as possibilidades de amplia\u00e7\u00e3o do investimento p\u00fablico\u201d. Al\u00e9m disso, o or\u00e7amento discricion\u00e1rio do governo vem sendo reduzido. \u201cE tende a piorar nos pr\u00f3ximos anos, com o abocanhamento de parte destes recursos pelo Congresso Nacional, via comprometimento para atender emendas parlamentares\u201d.<\/span><span data-ccp-props=\"{}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">O investimento privado tem sido afetado pelos juros altos. \u201cAs empresas preferem canalizar recursos para os ganhos financeiros maiores e com menor risco. \u00c9 dif\u00edcil \u2018competir\u2019 com o Tesouro pagando 5% a 6% ao ano acima da infla\u00e7\u00e3o. Impacta tamb\u00e9m aqueles programas que dependem do aporte de recursos privados\u201d, pontuou. R\u00f3ridan tamb\u00e9m aponta que a taxa de investimentos do Brasil deveria ser de, no m\u00ednimo, a m\u00e9dia mundial \u2013 em torno de 20%. \u201cUma meta de m\u00e9dio prazo seria igualar estes n\u00edveis nos pr\u00f3ximos anos. A m\u00e9dia dos pa\u00edses em desenvolvimento tende a ser maior, o que quer dizer que, mesmo atingindo a m\u00e9dia global, estar\u00edamos abaixo dos concorrentes diretos. Mas j\u00e1 seria um ganho\u201d.<\/span><span data-ccp-props=\"{}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p><span data-contrast=\"auto\">\u201cHistoricamente, tivemos nosso pico de investimentos nas d\u00e9cadas de 1970 e 1980, com m\u00e9dia em torno de 21,9% do PIB. O ponto mais alto foi 1989, com 26,9%. Depois da d\u00e9cada de 1990 s\u00f3 ultrapassamos 20% em 1995 e entre 2010 e 2013. Em 2017 chegamos a irris\u00f3rios 14,6%\u201d, comenta R\u00f3ridan Duarte.<\/span><\/p>\n<p>R\u00f3ridan Duarte, membro da comiss\u00e3o de Pol\u00edtca Econ\u00f4mica do Cofecon<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><b><span data-contrast=\"auto\">Consumo das fam\u00edlias cresceu 3,1%<\/span><\/b><span data-ccp-props=\"{}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">A exemplo do que vem acontecendo nos \u00faltimos anos, o consumo das fam\u00edlias cresceu mais que o do governo (3,1% contra 1,7%). A \u00faltima vez que o aumento da despesa do governo foi maior que o das fam\u00edlias foi em 2018 (em 2020, ano mais agudo da pandemia, o consumo das fam\u00edlias caiu mais que o do governo).<\/span><span data-ccp-props=\"{}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">\u201cNo consumo das fam\u00edlias, o resultado foi decorrente das medidas do governo federal que impactaram a renda: o aumento do Bolsa Fam\u00edlia, a valoriza\u00e7\u00e3o do sal\u00e1rio m\u00ednimo e os reajustes dos servidores em diversas \u00e1reas. Al\u00e9m disso, o mercado de trabalho vem apresentando enorme progresso com redu\u00e7\u00e3o significativa na taxa de desemprego, que est\u00e1 nos menores n\u00edveis dos \u00faltimos dez anos\u201d, avalia a conselheira federal Ana Cl\u00e1udia Arruda. \u201cA queda dos juros j\u00e1 em curso, combinada \u00e0 infla\u00e7\u00e3o e recupera\u00e7\u00e3o do mercado de trabalho, possibilitar\u00e1 uma trajet\u00f3ria de manuten\u00e7\u00e3o do PIB em 2024. \u00c9 importante destacar que a economia brasileira possui setores pujantes que poder\u00e3o ter um papel relevante no ano de 2024, como o agropecu\u00e1rio e o de petr\u00f3leo\u201d. A economista tamb\u00e9m aponta que o fato de o consumo do governo ter crescido menos denota a capacidade do setor privado de responder ao ambiente econ\u00f4mico.<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">Ana Claudia espera que a redu\u00e7\u00e3o dos juros melhore a taxa de investimentos. \u201cA taxa b\u00e1sica deve chegar a 9%, o que ser\u00e1 importante para a trajet\u00f3ria de reconstru\u00e7\u00e3o e crescimento da economia, liderada pela forma\u00e7\u00e3o bruta de capital fixo (investimento)\u201d, afirmou. \u201cAs expectativas para 2024 s\u00e3o, portanto, de retomada da confian\u00e7a e otimismo, e espera-se que os frutos destes resultados tenham desdobramento para todas as regi\u00f5es do Pa\u00eds e n\u00e3o fiquem concentrados apenas no Sudeste e Centro-Oeste\u201d.<\/span><span data-ccp-props=\"{}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p><span data-contrast=\"auto\">\u201cNo consumo das fam\u00edlias, o resultado foi decorrente das medidas do governo federal que impactaram a renda: o aumento do Bolsa Fam\u00edlia, a valoriza\u00e7\u00e3o do sal\u00e1rio m\u00ednimo e os reajustes dos servidores em diversas \u00e1reas. Al\u00e9m disso, o mercado de trabalho vem apresentando enorme progresso com redu\u00e7\u00e3o significativa na taxa de desemprego, que est\u00e1 nos menores n\u00edveis dos \u00faltimos dez anos\u201d, avalia a economista.<\/span><\/p>\n<p>Ana Cl\u00e1udia Arruda, conselheira federal<\/p>\n<\/blockquote>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Paulo Dantas da Costa, Antonio Corr\u00eaa de Lacerda, Carla Beni, R\u00f3ridan Duarte e Ana Claudia Arruda analisam desempenho da atividade econ\u00f4mica no ano passado\u00a0 O IBGE divulgou nesta sexta-feira (01) o resultado do PIB brasileiro de 2023, com um crescimento<\/p>\n<p><a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=22201\">Leia Mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":22208,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-22201","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/22201"}],"collection":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=22201"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/22201\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/22208"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=22201"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=22201"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=22201"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}