{"id":14431,"date":"2021-04-09T17:35:25","date_gmt":"2021-04-09T20:35:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cofecon.org.br\/?p=14431"},"modified":"2021-04-09T17:35:25","modified_gmt":"2021-04-09T20:35:25","slug":"artigo-a-economia-reprodutiva-reflexoes-sobre-a-questao-de-genero","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=14431","title":{"rendered":"Artigo &#8211; A economia reprodutiva: reflex\u00f5es sobre a quest\u00e3o de g\u00eanero"},"content":{"rendered":"\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">A economia pode ser compreendida como um conjunto de atividades\u00a0 desenvolvidas buscando a produ\u00e7\u00e3o, distribui\u00e7\u00e3o e o consumo de bens e servi\u00e7os. Ou ainda, a ci\u00eancia que estuda a escassez, ou seja, como atender necessidades infinitas com bens finitos. Por\u00e9m, por tr\u00e1s desta economia produtiva, a economia tradicional, que desconsidera em seu objeto de estudo o aspecto de g\u00eanero, h\u00e1 a economia reprodutiva, interrelacionada com a economia produtiva, por\u00e9m comumente desprezada. Este artigo tem como objetivo realizar uma reflex\u00e3o acerca da economia reprodutiva sob a \u00f3tica da realidade brasileira.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">No que diz respeito a economia produtiva, esta \u00e9 percebida como a economia que trata da produ\u00e7\u00e3o, ou seja, criar bens e servi\u00e7os para serem alocados no mercado. Refletindo sobre esta, tem-se que \u201c<\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><i>O homo economicus<\/i><\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"> \u00e9 o prot\u00f3tipo de um indiv\u00edduo do g\u00eanero masculino, adulto, que n\u00e3o precisa cuidar das obriga\u00e7\u00f5es da casa, criar filhos, cuidar dos enfermos da fam\u00edlia e nem dos pais idosos\u201d (FERNANDEZ, 2018, p. 566). Na pr\u00e1tica, este indiv\u00edduo n\u00e3o pode representar a metade da humanidade, composta por homens, e n\u00e3o pode representar o comportamento da outra metade formada por mulheres. Isto implica dizer que o pano de fundo da produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o traduz a realidade da sociedade, permitindo assim esta reflex\u00e3o.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Definindo a economia reprodutiva, esta trata da reprodu\u00e7\u00e3o social, ou seja, da continuidade, da manuten\u00e7\u00e3o da vida dos indiv\u00edduos. Esta reprodu\u00e7\u00e3o social diz respeito as tarefas dom\u00e9sticas, ao cuidado das crian\u00e7as e idosos bem como a manuten\u00e7\u00e3o do ambiente familiar. Tradicionalmente no Brasil, se espera que (e em grande parte dos casos de fato s\u00e3o) realizadas por mulheres, atividades estas que, de maneira geral, s\u00e3o desvalorizadas e desprezadas tanto pelos dados econ\u00f4micos quanto na esfera particular. <\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Com o crescimento da participa\u00e7\u00e3o das mulheres no mercado de trabalho tem havido uma exacerba\u00e7\u00e3o da jornada dupla e, muitas vezes tripla, de trabalho da mulher. Segundo dados do IBGE (2019) analisando o ano de 2018, as mulheres dispenderam, em m\u00e9dia, 21,3 horas por semana tanto com tarefas dom\u00e9sticas quanto com cuidado de pessoas, quase o dobro do valor apresentado pelos homens, 10,9 horas. Este cen\u00e1rio era pouco impactado pela situa\u00e7\u00e3o de trabalho da mulher, ou seja, mesmo trabalhando fora a mulher cumpria 8,2 horas a mais com tarefas dom\u00e9sticas que os homens. Se o comparativo fosse realizado entre homens e mulheres n\u00e3o ocupados, as mulheres trabalhavam 11,8 horas a mais que eles. O estudo destaca que nos \u00faltimos tr\u00eas anos, intervalo que compreende 2015 \u2013 2018, houve aumento da participa\u00e7\u00e3o masculina nos afazeres dom\u00e9sticos, por\u00e9m, mesmo em situa\u00e7\u00f5es id\u00eanticas de trabalho, as mulheres continuam a dedicar mais horas a este tipo de trabalho. <\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">\u00c9 v\u00e1lido ressaltar que a inser\u00e7\u00e3o da mulher na for\u00e7a de trabalho falha em apreciar como as hierarquias sociais e econ\u00f4micas, que permeiam as rela\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o e as diferen\u00e7as entre mulheres, no que diz respeito a classe, etnia e nacionalidade, impactam. Pois, com a an\u00e1lise dos dados agregados, perde-se o comparativo da realidade enfrentada pela mulher no seu dia a dia. <\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Fernandez (2018) afirma que atividades transformadoras produzidas e consumidas no espa\u00e7o familiar, tradicionalmente, realizadas por mulheres, sem a contrapartida financeira, permanecem fora do interesse da economia tradicional, sendo foco da economia feminista. \u00c9 fato que, apesar de in\u00fameras problem\u00e1ticas enfrentadas pelas mulheres no mercado de trabalho, tais como incompatibilidade salarial e discrimina\u00e7\u00f5es, o trabalho remunerado formal pode contribuir para a amplia\u00e7\u00e3o da autonomia e do poder na esfera privada da mulher. Em grande parte, este empoderamento feminino adv\u00e9m da obten\u00e7\u00e3o da independ\u00eancia financeira. <\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Segundo os Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua \u2013 PNAD Cont\u00ednua o rendimento m\u00e9dio mensal real de todos os trabalhos foi de R$ 2.234 em 2018, analisando por sexo, a pesquisa mostra estimativas de R$ 2.460 para os homens e de R$ 1.938 para as mulheres. A Regi\u00e3o Sul, apresenta a pior rela\u00e7\u00e3o quando comparados os rendimentos entre homens e mulheres em todo o Brasil. Nesta, as mulheres possuem um rendimento m\u00e9dio mensal, em m\u00e9dia, 74,5% menor do que o dos homens. O rendimento m\u00e9dio mensal real de todos os trabalhos no ano de 2018 foi, para brancos, pardos e pretos respectivamente, R$ 2.897, R$ 1.659 e R$ 1.636, ou seja, as pessoas brancas apresentam rendimento 29,7% superiores em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia nacional que \u00e9 de R$ 2.334 (IBGE, 2019).<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Outro aspecto relevante diz respeito a terceiriza\u00e7\u00e3o das atividades reprodutivas, ou seja, contratar outras pessoas ou empresas para realizar a limpeza da casa, a produ\u00e7\u00e3o de alimentos, o cuidado com as crian\u00e7as e idosos. Aqui o cuidado da an\u00e1lise deve ser ainda maior, pois, em geral, as pessoas que comp\u00f5e esta terceiriza\u00e7\u00e3o recebem baixos sal\u00e1rios e possuem condi\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias de trabalho. Engel (2020) afirma que, no Brasil, o emprego dom\u00e9stico ainda \u00e9 muito comum entre mulheres negras e de classes desfavorecidas. Este aspecto reflete o passado escravocrata brasileiro, tanto no que tange ao tipo de rela\u00e7\u00e3o quanto na explora\u00e7\u00e3o deste tipo de servi\u00e7o. <\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Com o advento da pandemia houve o agravamento nas condi\u00e7\u00f5es de trabalho para as mulheres, uma vez que foram elas as que mais sofreram com o desemprego. Segundo o IBGE (2021) a participa\u00e7\u00e3o da mulher no mercado de trabalho formal apresentou redu\u00e7\u00e3o consider\u00e1vel. Isto porque o setor de servi\u00e7os foi fortemente impactado, especialmente aqueles destinados \u00e0s fam\u00edlias, como por exemplo: hotelaria, restaurantes, turismo, servi\u00e7os educacionais, entre outros. Tradicionalmente estas atividades econ\u00f4micas empregam grande quantidade de m\u00e3o de obra feminina.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">A falta de vagas em empregos formais leva a popula\u00e7\u00e3o feminina ainda mais ao mercado informal. Mediante a necessidade de prover sustento \u00e0s fam\u00edlias, as mulheres buscam alternativas de trabalho e passam a exercer atividades de vendedoras ambulantes, vendedoras de cosm\u00e9ticos, confeitaria dom\u00e9stica, faxineiras, entre tantas outras iniciativas para gerar renda para as fam\u00edlias. Por mais que a sociedade ainda tenha dificuldade de aceitar, 43% dos lares brasileiros s\u00e3o chefiados por mulheres (IPEA, 2019). <\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">A resili\u00eancia com que as mulheres encaram a escassez de recursos, a discrimina\u00e7\u00e3o de g\u00eanero, \u00e9tnica e social, as dificuldades no mercado de trabalho e todas as agruras enfrentadas diariamente, \u00e9 o ingrediente necess\u00e1rio para que a reprodu\u00e7\u00e3o social possa acontecer. Em meio a tantas diferen\u00e7as e frente ao comportamento mundial discriminat\u00f3rio, as mulheres encontram for\u00e7as para seguir em frente e garantir as melhores condi\u00e7\u00f5es poss\u00edveis para aqueles que dependem dos seus cuidados.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Em meio \u00e0 crise econ\u00f4mica, social e de sa\u00fade p\u00fablica que estamos vivendo, \u00e9 uma mulher que vem sendo destaque nacional na busca por solu\u00e7\u00f5es palp\u00e1veis para amenizar os sintomas da crise. Primeiro, abriu oportunidades de neg\u00f3cios online para micro, pequenos e m\u00e9dios neg\u00f3cios, incentivando a manuten\u00e7\u00e3o do emprego. Em seguida, est\u00e1 liderando o movimento \u201cUnidos pela Vacina\u201d, para que todos os brasileiros sejam imunizados o mais r\u00e1pido poss\u00edvel. Luiza Trajano, empres\u00e1ria, chefe de fam\u00edlia, volunt\u00e1ria, filantropa, jornada dupla, tripla de trabalho, assim mesmo com olhar humanit\u00e1rio, social. <\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Quando se observa o contexto hist\u00f3rico das lutas feministas, percebe-se avan\u00e7os consider\u00e1veis nas sociedades consideradas \u201cmodernas\u201d e democr\u00e1ticas. Mesmo assim, a luta di\u00e1ria das mulheres para encontrarem e ocuparem seus espa\u00e7os, para garantirem o direito de igualdade na sociedade, ainda demonstra a fragilidade dos avan\u00e7os conquistados. \u00c9 preciso repensar urgentemente o modelo social que permeia as rela\u00e7\u00f5es cotidianas de produ\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o. Fica aqui um questionamento a respeito do que foi debatido neste artigo: \u00e9 justo o que estamos vivenciando?<\/span><\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/span><\/span><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">IBGE (2021). PNAD. Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios. <a href=\"https:\/\/www.ibge.gov.br\/estatisticas\/sociais\/trabalho\/9171-pesquisa-nacional-por-amostra-de-domicilios\">https:\/\/www.ibge.gov.br\/estatisticas\/sociais\/trabalho\/9171-pesquisa-nacional-por-amostra-de-domicilios<\/a>. Acesso em 13 de fev. de 2021.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">IBGE (2019). PNAD. Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios. <a href=\"https:\/\/www.ibge.gov.br\/estatisticas\/sociais\/trabalho\/17270-pnad-continua.html?=&amp;t=downloads\">https:\/\/www.ibge.gov.br\/estatisticas\/sociais\/trabalho\/17270-pnad-continua.html?=&amp;t=downloads<\/a> Acesso em 11 de fev. de 2021.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">IPEA (2019). Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica e Aplicada. <a href=\"https:\/\/www.ipea.gov.br\/portal\/index.php?option=com_content&amp;view=frontpage&amp;Itemid=278\">https:\/\/www.ipea.gov.br\/portal\/index.php?option=com_content&amp;view=frontpage&amp;Itemid=278<\/a>. Acesso em 13 de fev. de 2021.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #222222;\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">FERNANDEZ, BRENA PAULA. Economia feminista: metodologias, problemas de pesquisa e propostas te\u00f3ricas em prol da igualdade de g\u00eaneros.\u00a0<\/span><\/span><\/span><span style=\"color: #222222;\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><span lang=\"en-US\"><b>Brazilian Journal of Political Economy<\/b><\/span><\/span><\/span><\/span><span style=\"color: #222222;\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><span lang=\"en-US\">, v. 38, n. 3, p. 559-583, 2018.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #222222;\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><span lang=\"en-US\">ENGEL, C\u00edntia Liara. <\/span><\/span><\/span><\/span><span style=\"color: #222222;\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">ESFERA PRODUTIVA E REPRODUTIVA: DIMENS\u00d5ES E DESAFIOS PARA AS MULHERES. In: FONTOURA, Nat\u00e1lia; REZENDE, Marcela; QUERINO, Ana Carolina (org.).\u00a0<\/span><\/span><\/span><b><span style=\"color: #222222;\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Beijing +20: Avan\u00e7os e desafios no Brasil Contempor\u00e2neo<\/span><\/span><\/span><\/b><span style=\"color: #222222;\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">. Bras\u00edlia: Ipea, 2020. p. 253-297.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><i><b><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-14433 alignleft\" src=\"https:\/\/www.cofecon.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Janypher.jpg\" alt=\"\" width=\"170\" height=\"170\" srcset=\"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Janypher.jpg 960w, https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Janypher-300x300.jpg 300w, https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Janypher-150x150.jpg 150w, https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Janypher-768x768.jpg 768w, https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Janypher-800x800.jpg 800w, https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Janypher-250x250.jpg 250w\" sizes=\"(max-width: 170px) 100vw, 170px\" \/>Janypher Marcela In\u00e1cio Soares- <\/b><\/i><\/span><\/span><span style=\"font-family: Verdana, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><i>Economista (UFSC), Especialista em Economia e Gest\u00e3o das Estrat\u00e9gias Empresariais (UFSC), Especialista em Gest\u00e3o de Log\u00edstica (UNISUL), Mestra em Administra\u00e7\u00e3o (UNIVALI) e Doutoranda em Rela\u00e7\u00f5es Internacionais (UFSC). Professora, Respons\u00e1vel pelos Trabalhos T\u00e9cnico Cient\u00edficos de Conclus\u00e3o e Coordenadora na Escola de Neg\u00f3cios da Universidade do Vale do Itaja\u00ed (UNIVALI). Atualmente \u00e9 Conselheira Suplente no Conselho Regional de Economia &#8211; CORECON\/SC e Presidente da Comiss\u00e3o de Educa\u00e7\u00e3o &#8211; CORECON\/SC.<\/i><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><i><b><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-14432 alignright\" src=\"https:\/\/www.cofecon.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Marilei-Kroetz.jpeg\" alt=\"\" width=\"184\" height=\"133\" srcset=\"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Marilei-Kroetz.jpeg 1231w, https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Marilei-Kroetz-300x217.jpeg 300w, https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Marilei-Kroetz-1024x740.jpeg 1024w, https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Marilei-Kroetz-768x555.jpeg 768w, https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Marilei-Kroetz-800x578.jpeg 800w\" sizes=\"(max-width: 184px) 100vw, 184px\" \/>Marilei Kroetz &#8211; <\/b><\/i><\/span><\/span><span style=\"font-family: Verdana, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><i>Graduada em Economia pela Universidade Federal de Santa Catarina (1999) e mestre em Teoria Econ\u00f4mica pela Universidade Estadual de Maring\u00e1 (08\/2006). Cursando doutorado em Economia no Instituto Superior de Economia e Gest\u00e3o da Universidade de Lisboa\/Portugal. Professora efetiva da UDESC\/CEAVI &#8211; Universidade do Estado de Santa Catarina &#8211; ministrando disciplinas de Economia B\u00e1sica e da \u00e1rea de Finan\u00e7as. Tem experi\u00eancia na \u00e1rea de Economia, com \u00eanfase em Teoria Econ\u00f4mica, atuando principalmente nos seguintes temas: economia brasileira, desenvolvimento regional. Pesquisadora do Grupo de Pesquisa em Desenvolvimento Regional.<\/i><\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":14434,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-14431","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/14431"}],"collection":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=14431"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/14431\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/14434"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=14431"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=14431"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=14431"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}