{"id":1235,"date":"2017-01-11T09:32:46","date_gmt":"2017-01-11T11:32:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cofecon.org.br\/?p=1235"},"modified":"2017-01-11T09:32:46","modified_gmt":"2017-01-11T11:32:46","slug":"1235","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=1235","title":{"rendered":"Infla\u00e7\u00e3o sobe 0,30% em dezembro e fecha o ano em 6,29%"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"http:\/\/www.cofecon.org.br\/images\/stories\/2017\/IPCA-DEZ16.png\" alt=\"IPCA-DEZ16\" width=\"400\" height=\"229\" \/>O IPCA de dezembro foi o mais baixo para esse m\u00eas desde 2008 (0,28%). Em 2016, \u00edndice acumulou alta de 6,29%, ficando abaixo dos acumulados de 2015 (10,67%) e de 2014 (6,41%). O grupo Alimenta\u00e7\u00e3o e Bebidas exerceu a maior influ\u00eancia sobre os \u00edndices do m\u00eas e do ano. J\u00e1 o INPC variou 0,14% em dezembro e acumulou alta de 6,58% em 2016.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) de dezembro subiu 0,30% e superou os 0,18% de novembro em 0,12 ponto percentual (p.p.). Mesmo assim, esse foi o IPCA mais baixo para um m\u00eas de dezembro desde 2008 (0,28%). J\u00e1 em dezembro de 2015, o IPCA atingiu 0,96%, maior taxa para um m\u00eas de dezembro, desde 2002 (2,10%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s recuar de 0,26% para 0,18% de outubro para novembro, o IPCA voltou a subir (0,30%) sob influ\u00eancia da acelera\u00e7\u00e3o dos grupos Alimenta\u00e7\u00e3o e Bebidas (de -0,20% em novembro para 0,08% em dezembro), Despesas Pessoais (de 0,47% para 1,01%) e Transportes (de 0,28% para 1,11%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os alimentos subiram de -0,20% para 0,08% devido \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o consumida em casa (de -0,47% em novembro para -0,05% em dezembro). Apesar de alguns produtos aliment\u00edcios em queda, como feij\u00e3o-carioca (-13,77%) e o leite longa vida (-3,97%), outros produtos importantes na mesa do brasileiro exerceram press\u00e3o contr\u00e1ria, como o arroz (0,21%), as carnes (0,77%) e as frutas (3,39%). Em dezembro, a alimenta\u00e7\u00e3o fora de casa manteve a mesma taxa de novembro (0,33%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os principais impactos individuais no \u00edndice do m\u00eas vieram das passagens a\u00e9reas, com alta de 26,29% e 0,10 p.p., da gasolina (1,75% e 0,07 p.p.) e do cigarro (4,80%, com 0,05 p.p.). O impacto destes tr\u00eas itens juntos foi de 0,22 p.p., equivalente a 73% do IPCA. Passagens a\u00e9reas e gasolina foram os principais respons\u00e1veis pelo IPCA dos Transportes (1,11%), a maior alta de grupo no m\u00eas. Houve eleva\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os em outros itens desse grupo, como seguro volunt\u00e1rio de ve\u00edculo (2,92%), diesel (1,47%), etanol (0,75%) e conserto de ve\u00edculo (0,57%). No caso da gasolina, o aumento foi reflexo do reajuste de 8,10%, a partir de 06 de dezembro. O diesel teve um reajuste de 9,50% na mesma data.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nas Despesas Pessoais (1,01%), a maior press\u00e3o veio do cigarro (4,80%), tendo em vista reajustes ocorridos a partir de 1\u00ba de dezembro. Houve influ\u00eancia, tamb\u00e9m, dos servi\u00e7os de excurs\u00e3o (0,91%), empregado dom\u00e9stico (0,87%) e cabeleireiro (0,53%). Nos demais grupos, destacam-se as altas de artigos de limpeza (1,18%), plano de sa\u00fade (1,07%), m\u00e3o de obra para pequenos reparos (0,87%), roupa masculina (0,72%), roupa feminina (0,66%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O principal impacto para baixo (-0,13 p.p.) veio da energia el\u00e9trica (-3,70%). Essa queda nos pre\u00e7os se deve \u00e0 volta da bandeira tarif\u00e1ria verde em 1\u00ba de dezembro, em substitui\u00e7\u00e3o \u00e0 amarela, que implicava em custo adicional de R$ 1,50 por cada 100 kilowatts-hora consumidos. Ocorreu, ainda, queda de 11,49% nas contas de energia de Porto Alegre, reflexo da redu\u00e7\u00e3o de 16,28% nas tarifas de uma das concession\u00e1rias, a partir do dia 22 de novembro. No Rio de Janeiro, o recuo na energia el\u00e9trica (-4,98%) refletiu a redu\u00e7\u00e3o de 11,73% em uma das concession\u00e1rias locais, desde 07 de novembro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outros destaques em queda de pre\u00e7os foram: TV, som e inform\u00e1tica (-2,15%), autom\u00f3vel usado (-1,65%) e eletrodom\u00e9sticos (-0,62%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O \u00edndice regional mais elevado foi o de Bras\u00edlia (1,12%), onde os pre\u00e7os das passagens a\u00e9reas tiveram alta de 21,30%, com impacto de 0,40 p.p.. A alta de 1,06% nos pre\u00e7os dos alimentos consumidos em casa tamb\u00e9m pressionou o resultado do m\u00eas. J\u00e1 a regi\u00e3o metropolitana de Porto Alegre (-0,04%) teve o \u00edndice mais baixo, com a queda de 11,49% na energia el\u00e9trica mencionada anteriormente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O IPCA \u00e9 calculado pelo IBGE desde 1980, se refere \u00e0s fam\u00edlias com rendimento monet\u00e1rio de 01 a 40 sal\u00e1rios m\u00ednimos, qualquer que seja a fonte, e abrange dez regi\u00f5es metropolitanas do pa\u00eds, al\u00e9m dos munic\u00edpios de Goi\u00e2nia, Campo Grande e de Bras\u00edlia. Para c\u00e1lculo do \u00edndice do m\u00eas foram comparados os pre\u00e7os coletados no per\u00edodo de 1\u00ba a 29 de dezembro de 2016 (refer\u00eancia) com os pre\u00e7os vigentes no per\u00edodo de 28 de outubro a 30 de novembro de 2016 (base).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em dezembro, INPC variou 0,14%<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor (INPC) apresentou varia\u00e7\u00e3o de 0,14% em dezembro e ficou 0,07 p.p. acima da taxa de 0,07% de novembro. Com isso, o acumulado no ano foi para 6,58%, bem menos do que os 11,28% registrados em 2015. Em dezembro de 2015 o INPC foi de 0,90%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os produtos aliment\u00edcios variaram 0,05% em dezembro, depois de recuarem (-0,31%) em novembro. J\u00e1 os n\u00e3o aliment\u00edcios (0,18%) subiram menos do que em novembro (0,25%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O INPC regional mais elevado foi o de Bras\u00edlia (0,87%), onde os alimentos subiram 0,70%, bem acima do \u00edndice nacional (0,05%). Os itens aluguel residencial (1,90%) e passagem a\u00e9rea (21,30%) tamb\u00e9m contribu\u00edram para o resultado do m\u00eas. O menor \u00edndice foi da regi\u00e3o metropolitana de Curitiba (-0,15%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para c\u00e1lculo do \u00edndice do m\u00eas foram comparados os pre\u00e7os coletados no per\u00edodo de 1\u00ba a 29 de dezembro de 2016 (refer\u00eancia) com os pre\u00e7os vigentes no per\u00edodo de 28 de outubro a 30 de novembro de 2016 (base).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O INPC \u00e9 calculado pelo IBGE desde 1979, se refere \u00e0s fam\u00edlias com rendimento monet\u00e1rio de 01 a 05 sal\u00e1rios m\u00ednimos, sendo o chefe assalariado, e abrange dez regi\u00f5es metropolitanas do pa\u00eds, al\u00e9m dos munic\u00edpios de Goi\u00e2nia, Campo Grande e de Bras\u00edlia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">IPCA acumulado em 2016 (6,29%) \u00e9 menor que o de 2015 (10,67%)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O IPCA acumulado em 2016 (6,29%) ficou bem abaixo (4,38 p.p.) do IPCA de 2015 (10,67%). As principais influ\u00eancias foram os grupos alimenta\u00e7\u00e3o e bebidas (alta de 8,62% e impacto de 2,17 p.p.) e sa\u00fade e cuidados pessoais (11,04% e impacto de 1,23 p.p.). Juntos, estes dois grupos somam 3,40 p.p., respons\u00e1veis por 54% do IPCA.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Num ano em que a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola ficou 12% abaixo da colhida em 2015, o consumidor passou a pagar, em m\u00e9dia, 8,62% mais caro do que em 2015 para adquirir alimentos. Isto colocou Alimenta\u00e7\u00e3o e Bebidas (que tem peso de 25% nas despesas das fam\u00edlias) na lideran\u00e7a dos impactos de grupo. Os alimentos para consumo em casa (que tem peso de 17,00% no IPCA) subiram 9,36%, enquanto a alimenta\u00e7\u00e3o consumida fora de casa (peso de 8,83%) subiu 7,22%. No entanto, no ranking dos impactos individuais, a alimenta\u00e7\u00e3o fora de casa \u00e9 l\u00edder, com 0,63 p.p. A regi\u00e3o metropolitana de Fortaleza (12,05%) foi onde os pre\u00e7os mais aumentaram em 2016.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre os alimentos consumidos em casa, houve aumentos significativos, com destaque para os feij\u00f5es (56,56%) e o arroz (16,16%), que comp\u00f5em o prato t\u00edpico do brasileiro. J\u00e1 a Cebola (-36,50%), a batata-inglesa (-29,03%), o tomate (-27,82%) e a cenoura (-20,47%) foram destaques entre os produtos que ficaram mais baratos no ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sa\u00fade e Cuidados Pessoais foi o grupo com a maior alta acumulada no ano (11,04%) e o \u00fanico dos nove grupos cujos pre\u00e7os subiram mais em 2016 do que em 2015. A maior press\u00e3o veio das mensalidades dos planos de sa\u00fade (13,55%), que teve sua varia\u00e7\u00e3o acumulada mais alta desde 1997. J\u00e1 a alta acumulada dos rem\u00e9dios (12,50%) foi a mais elevada desde 2000. Destacam-se, ainda, no grupo, os artigos de higiene pessoal (9,49%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os grupos Educa\u00e7\u00e3o (8,86%), com destaque para os cursos regulares (9,12%), e o de Despesas Pessoais (8,00%), onde sobressai o item empregado dom\u00e9stico (10,27%), terminaram o ano acima do IPCA. Os demais ficaram abaixo, com resultados entre 1,27% (Comunica\u00e7\u00e3o) e 4,22% (Transportes), contribuindo para a conten\u00e7\u00e3o da taxa do ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No grupo dos Transportes (4,22%), que det\u00eam 18% do IPCA, peso superado apenas pelos alimentos, destaca-se a alta do transporte p\u00fablico (7,78%): \u00f4nibus intermunicipal (11,78%), \u00f4nibus urbano (9,34%), metr\u00f4 (9,14%), trem (8,45%), \u00f4nibus interestadual (7,66%), t\u00e1xi (7,06%). J\u00e1 as passagens a\u00e9reas foram a exce\u00e7\u00e3o, pois fecharam o ano com queda de 4,88%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No caso dos \u00f4nibus urbanos (9,34%), os reajustes foram expressivos em algumas regi\u00f5es, mas n\u00e3o ocorreram em tr\u00eas delas: Bras\u00edlia, Bel\u00e9m e Fortaleza. Em Curitiba ocorreu a maior alta (16,12%), com Porto Alegre (15,38%) e Recife (14,54%) a seguir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O item ve\u00edculo pr\u00f3prio (2,91%) ficou muito abaixo do transporte p\u00fablico (7,78%), mesmo com o forte aumento aplicado sobre as multas, que acarretou em uma varia\u00e7\u00e3o de 68,31% no ano. J\u00e1 o autom\u00f3vel novo (0,48%) e, mais ainda, o usado (-4,46%), itens com grande participa\u00e7\u00e3o no \u00edndice, seguraram o resultado do item.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os combust\u00edveis, tamb\u00e9m do grupo Transportes, fecharam o ano com 3,25%, sendo 2,54% a varia\u00e7\u00e3o da gasolina e 2,21% a do diesel. A partir de outubro, o pre\u00e7o dos combust\u00edveis passou a ser definido, mensalmente, pelo Grupo Executivo de Mercado e Pre\u00e7os (GEMP). Assim, ocorreu redu\u00e7\u00e3o em 15 de outubro de 3,20% na gasolina e de 2,70% no diesel. Em 08 de novembro houve redu\u00e7\u00e3o de 3,10% na gasolina e de 10,40% no diesel. Em 06 de dezembro, alta de 8,10% na gasolina e 9,50% no diesel. J\u00e1 o litro do etanol subiu 6,66%, ap\u00f3s problemas na safra da cana de a\u00e7\u00facar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A principal contribui\u00e7\u00e3o para conter a taxa do IPCA acumulado no ano veio da energia el\u00e9trica (varia\u00e7\u00e3o de -10,66% e impacto de -0,43 p.p.), do grupo Habita\u00e7\u00e3o (2,85%). Destaca-se a regi\u00e3o metropolitana de Curitiba, onde as contas recuaram 21,53% em rela\u00e7\u00e3o a 2015. A energia tamb\u00e9m teve forte queda no Rio de Janeiro (-14,19%), Goi\u00e2nia (-15,65%), S\u00e3o Paulo (-14,11%), Porto Alegre (-12,38%) e Vit\u00f3ria (-9,51%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fortaleza foi a regi\u00e3o metropolitana com a maior varia\u00e7\u00e3o (8,34%), devido \u00e0 alta de 12,05% do grupo Alimenta\u00e7\u00e3o e Bebidas. O destaque foi para os alimentos consumidos em casa, que subiram 13,75%, bem acima dos alimentos consumidos fora de casa (7,27%). J\u00e1 o \u00edndice mais baixo foi o de Curitiba (4,43%), onde as contas de energia el\u00e9trica ficaram 21,53% mais baratas, refletindo a redu\u00e7\u00e3o, em 24 de junho, de 13,83% nas tarifas, aliada a redu\u00e7\u00f5es no PIS\/COFINS durante o ano, al\u00e9m do retorno \u00e0 bandeira verde. Curitiba havia tido a varia\u00e7\u00e3o mais elevada de 2015 (12,58%), devido ao impacto do reajuste de 50% nas al\u00edquotas do ICMS sobre v\u00e1rios itens, com vig\u00eancia desde o dia 01 de abril daquele ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">INPC acumula alta de 6,58% em 2016<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O INPC fechou 2016 em 6,58%, abaixo dos 11,28% de 2015 em 4,70 p.p.. Os alimentos tiveram varia\u00e7\u00e3o de 9,15%, enquanto os n\u00e3o aliment\u00edcios variaram 5,44%. Em 2015 os alimentos haviam subido 12,36% e os n\u00e3o aliment\u00edcios, 10,80%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A regi\u00e3o metropolitana de Fortaleza (8,61%) acumulou a maior alta, refletindo a eleva\u00e7\u00e3o no grupo Alimenta\u00e7\u00e3o e Bebidas (12,31%), com destaque para os alimentos consumidos em casa (13,74%), que superaram a alta dos alimentos consumidos fora de casa (7,42%). J\u00e1 o \u00edndice mais baixo foi o da regi\u00e3o metropolitana de Curitiba (4,21%), onde as contas de energia el\u00e9trica ficaram 22,35% mais baratas. Curitiba havia tido a varia\u00e7\u00e3o mais elevada de 2015 (13,81%), com o impacto do reajuste de 50% nas al\u00edquotas do Imposto sobre Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e Servi\u00e7os (ICMS) sobre v\u00e1rios itens.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: IBGE<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O IPCA de dezembro foi o mais baixo para esse m\u00eas desde 2008 (0,28%). Em 2016, \u00edndice acumulou alta de 6,29%, ficando abaixo dos acumulados de 2015 (10,67%) e de 2014 (6,41%). O grupo Alimenta\u00e7\u00e3o e Bebidas exerceu a maior<\/p>\n<p><a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=1235\">Leia Mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-1235","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1235"}],"collection":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1235"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1235\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1235"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1235"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1235"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}