{"id":1207,"date":"2016-06-30T19:23:57","date_gmt":"2016-06-30T22:23:57","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cofecon.org.br\/?p=1207"},"modified":"2016-06-30T19:23:57","modified_gmt":"2016-06-30T22:23:57","slug":"presidente-divulga-nota-sobre-o-mercado-de-trabalho-no-df","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=1207","title":{"rendered":"Presidente divulga nota sobre o mercado de trabalho no DF"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Considerando os adversos resultados da\u00a0Pesquisa de Emprego e Desemprego no Distrito Federal (PED\/DF), o presidente do\u00a0Conselho Federal de Economia (Cofecon), J\u00falio Miragaya, elaborou uma\u00a0nota t\u00e9cnica sobre a situa\u00e7\u00e3o do mercado de trabalho na regi\u00e3o. Confira abaixo o documento na \u00edntegra:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Perda de postos de trabalho com carteira assinada no DF supera 50 mil desde janeiro de 2015<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Contingente desempregado no DF alcan\u00e7a 300 mil em maio\/2016 e \u00e9 novo recorde hist\u00f3rico. Na \u00e1rea metropolitana, desempregados s\u00e3o 454 mil e taxa de desemprego alcan\u00e7a 20,1%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O contingente desempregado no Distrito Federal voltou a aumentar, atingindo novo recorde hist\u00f3rico no m\u00eas de maio de 2016, com nada menos que 299 mil pessoas sem ocupa\u00e7\u00e3o na Capital da Rep\u00fablica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2015, pela primeira vez na s\u00e9rie hist\u00f3rica de 23 anos da Pesquisa de Emprego e Desemprego no Distrito Federal (PED\/DF), ocorrera a elimina\u00e7\u00e3o de postos de trabalho no DF &#8211; 37 mil em rela\u00e7\u00e3o ao contingente existente em dezembro de 2014, conforme mostra o gr\u00e1fico abaixo &#8211; processo que prossegue nesses cinco primeiros meses de 2016, com a perda de mais 13 mil, totalizando 50 mil nos \u00faltimos 17 meses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-1208\" src=\"http:\/\/www.cofecon.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/42-300x193.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"193\" srcset=\"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/42-300x193.png 300w, https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/42.png 607w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>No mesmo per\u00edodo, em decorr\u00eancia do crescimento populacional ainda vigoroso na Capital da Rep\u00fablica e de um pequeno aumento na Taxa de Participa\u00e7\u00e3o, a Popula\u00e7\u00e3o Economicamente Ativa (PEA) do Distrito Federal aumentou em 72 mil, de 1,511 milh\u00e3o para 1,584 milh\u00e3o, de forma que, somado \u00e0 redu\u00e7\u00e3o de 50 mil postos de trabalho, elevou o contingente desempregado em 122 mil, de 177 mil para os atuais 299 mil.<\/p>\n<p>A perda de empregos tem ocorrido, sobretudo,entre os assalariados com carteira assinada. Desde janeiro de 2015, quando totalizava 607 mil postos de trabalho, j\u00e1 houve a elimina\u00e7\u00e3o de 52 mil postos de trabalho nesta categoria, recuando para os atuais 555 mil. A perda ocorreu tamb\u00e9m, ainda que de forma moderada, entre os assalariados do setor p\u00fablico (redu\u00e7\u00e3o de 4 mil), mas se considerarmos os \u00faltimos 4 anos, a perda foi expressiva, alcan\u00e7ando 17 mil.<\/p>\n<p>J\u00e1 entre os assalariados do setor privado sem carteira assinada, empregados dom\u00e9sticos e aut\u00f4nomos, ocorreu relativa estabilidade, com diminutas varia\u00e7\u00f5es. Crescimento ocorreu, de fato, apenas no grupo \u201coutros\u201d, que compreende principalmente empregadores, com aumento de 15 mil postos de trabalho, compensando parcialmente a perda de empregos com carteira assinada.<\/p>\n<p>Deve-se observar que os dados apresentados pela PED\/DF escondem uma realidade ainda mais dram\u00e1tica, pois eles n\u00e3o incluem a Periferia Metropolitana de Bras\u00edlia (PMB), conjunto de 12 munic\u00edpios goianos conturbados ou em processo de conturba\u00e7\u00e3o com o DF.<\/p>\n<p>Uma simples simula\u00e7\u00e3o, conservadora, considerando que a taxa de desemprego da PMB seja similar a do Grupo 3 da PED\/DF (que agrupa as Regi\u00f5es Administrativas de menor rendimento m\u00e9dio no DF, e que foi de 22,8%), resultaria num contingente desempregado na PMB de 154 mil. Somados aos 299 mil desempregados no DF, totalizaria 454 mil desempregados no conjunto da \u00e1rea metropolitana, elevando a taxa de desemprego metropolitano para 20,1%, simplesmente a 2\u00aa maior taxa entre as metr\u00f3poles brasileiras, inferior apenas \u00e0 da Regi\u00e3o Metropolitana de Salvador.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Instituto Brasiliense de Estudos da Economia Regional (IBRASE)<\/strong><\/p>\n<p><strong>Conselho Federal de Economia (Cofecon) \u2013 Comiss\u00e3o de Desenvolvimento Regional<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>J\u00falio Miragaya, presidente do IBRASE e do Cofecon<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Considerando os adversos resultados da\u00a0Pesquisa de Emprego e Desemprego no Distrito Federal (PED\/DF), o presidente do\u00a0Conselho Federal de Economia (Cofecon), J\u00falio Miragaya, elaborou uma\u00a0nota t\u00e9cnica sobre a situa\u00e7\u00e3o do mercado de trabalho na regi\u00e3o. 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