{"id":1044,"date":"2016-05-06T17:18:45","date_gmt":"2016-05-06T20:18:45","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cofecon.org.br\/?p=1044"},"modified":"2016-05-06T17:18:45","modified_gmt":"2016-05-06T20:18:45","slug":"inflacao-dos-ultimos-12-meses-tem-leve-queda-em-abril","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=1044","title":{"rendered":"Infla\u00e7\u00e3o dos \u00faltimos 12 meses tem leve queda em abril"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-1045 alignleft\" src=\"http:\/\/www.cofecon.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/35-300x171.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"171\" srcset=\"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/35-300x171.png 300w, https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/35.png 679w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>O \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) de abril variou 0, 61%, ficando acima da taxa de 0,43% de mar\u00e7o em 0,18 ponto percentual (p.p.). Considerando os quatro primeiros meses do ano, o \u00edndice situa-se em 3,25%, percentual inferior aos 4,56% registrados em igual per\u00edodo de 2015. Na \u00f3tica dos \u00faltimos 12 meses, a taxa foi para 9,28%, abaixo dos 9,39% relativos aos 12 meses imediatamente anteriores. Em abril de 2015 o IPCA situou-se em 0,71%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os grupos alimenta\u00e7\u00e3o e bebidas, com alta de 1,09% e contribui\u00e7\u00e3o de 0,28 p.p, e sa\u00fade e cuidados pessoais, com 2,33% e 0,26 p.p., foram respons\u00e1veis por 89% do \u00edndice do m\u00eas, exercendo, juntos, contribui\u00e7\u00e3o de 0,54 p.p..<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos alimentos (1,09%), entre as regi\u00f5es pesquisadas, a maior alta foi na regi\u00e3o metropolitana de Belo Horizonte (2,14%). Entre as principais altas de produtos no \u00edndice geral, est\u00e3o a batata-inglesa (13,13%) e o a\u00e7a\u00ed (9,22%). O tomate ficou 15,26% mais barato de mar\u00e7o para abril.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os rem\u00e9dios, 6,26% mais caros, exerceram press\u00e3o sobre sa\u00fade e cuidados pessoais (2,33%), o mais elevado resultado de grupo. Refletiram parte do reajuste de 12,50% em vigor a partir do dia primeiro de abril. O item rem\u00e9dios, com 0,20 p.p., constituiu-se na principal contribui\u00e7\u00e3o individual para o \u00edndice. Plano de sa\u00fade (1,06%), artigos de higiene pessoal (0,58%) e servi\u00e7os laboratoriais e hospitalares (0,52%) s\u00e3o outros destaques.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sete grupos exerceram conjuntamente um impacto de 0,07 p.p. e responderam por apenas 11% do \u00edndice do m\u00eas. Neles, os principais itens em alta foram: telefone celular (4,01%), acess\u00f3rios e pe\u00e7as (1,55%), taxa de \u00e1gua e esgoto (1,51%), artigos de limpeza (1,46%), passagem a\u00e9rea (1,43%), Tv, som e inform\u00e1tica (1,30%), motocicleta (1,18%), roupa feminina (0,95%), servi\u00e7o banc\u00e1rio (0,94%), seguro de ve\u00edculo (0,83%), manicure (0,81%), emplacamento e licen\u00e7a (0,77%), empregado dom\u00e9stico (0,70%), \u00f4nibus urbano (0,69%), cal\u00e7ados (0,60%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A respeito da taxa de \u00e1gua e esgoto (1,51%), o resultado foi influenciado pela regi\u00e3o metropolitana de Curitiba (10,12%), onde a tarifa foi reajustada em 10,48% a partir de 1\u00ba de abril; por Recife (6,51%), com reajuste de 10,69% em 20 de mar\u00e7o; Fortaleza (2,49%), onde as tarifas ficaram 11,96% mais caras a partir do dia 23 de abril.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No item \u00f4nibus urbano (0,69%), foi Porto Alegre (14,68%) a regi\u00e3o que exerceu influ\u00eancia sobre o resultado, tendo em vista o reajuste de 15,38% sobre o valor das tarifas, em vigor desde o dia 30 de mar\u00e7o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No caso da telefonia, a alta de 4,01% no celular se deve a aumentos nas tarifas de uma das operadoras no m\u00eas de abril.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A energia el\u00e9trica (-3,11%) foi o item que exerceu o mais expressivo impacto para baixo (-0,12 p.p.). Este comportamento se deve ao fim da cobran\u00e7a extra da bandeira tarif\u00e1ria, j\u00e1 que, a partir de 1\u00ba de abril, o valor de R$ 1,50 por cada 100 kilowatts-hora consumidos, referente \u00e0 bandeira amarela, deixou de ser cobrado. As contas de energia ficaram mais baratas em quase todas as regi\u00f5es pesquisadas. As exce\u00e7\u00f5es foram registradas em Fortaleza, onde houve alta de 2,42%, refletindo o reajuste de 12,97% em vigor desde o dia 22 de abril, e de Campo Grande (0,38%), com reajuste de 7,40% a partir do dia 08 de abril. Al\u00e9m da energia, outros itens sobressaem com queda de pre\u00e7os, como etanol (-4,89%), excurs\u00e3o (-2,21%) e cigarro (-0,99%). O cigarro, com queda de 0,99%, refletiu reajustes e redu\u00e7\u00f5es ocorridas em determinadas marcas e \u00e1reas ao longo dos meses de mar\u00e7o e abril.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sobre os \u00edndices regionais, o maior foi o da regi\u00e3o metropolitana de Fortaleza (1,02 %), pressionada pela taxa de \u00e1gua e esgoto (2,49%), com reajuste de 11,96% em 23 de abril e pela energia el\u00e9trica (2,42%), tendo em vista o reajuste de 12,97% em vigor desde 22 de abril. O menor \u00edndice foi o da regi\u00e3o metropolitana de S\u00e3o Paulo, que ficou em 0,36%, em raz\u00e3o, principalmente, do resultado de 0,77% dos alimentos, abaixo da m\u00e9dia nacional (1,09%), al\u00e9m da queda de 6,78% nos pre\u00e7os do litro do etanol.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O IPCA \u00e9 calculado pelo IBGE desde 1980, se refere \u00e0s fam\u00edlias com rendimento monet\u00e1rio de um a 40 sal\u00e1rios m\u00ednimos, qualquer que seja a fonte, e abrange dez regi\u00f5es metropolitanas do pa\u00eds, al\u00e9m dos munic\u00edpios de Goi\u00e2nia, Campo Grande e de Bras\u00edlia. Para c\u00e1lculo do \u00edndice do m\u00eas, foram comparados os pre\u00e7os coletados no per\u00edodo de 31 de mar\u00e7o a 28 de abril de 2016 (refer\u00eancia) com os pre\u00e7os vigentes no per\u00edodo de 01 a 30 de mar\u00e7o de 2016 (base).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">INPC varia 0,64% em abril<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor (INPC) apresentou varia\u00e7\u00e3o de 0,64% em abril e ficou acima do resultado de 0,44% de mar\u00e7o em 0,20 p.p.. Considerando os quatro primeiros meses do ano, o \u00edndice situa-se em 3,58%, percentual inferior aos 4,95% registrados em igual per\u00edodo de 2015. Na \u00f3tica dos \u00faltimos 12 meses, a taxa foi para 9,83% e ficou abaixo dos 9,91% relativos aos 12 meses imediatamente anteriores. Em abril de 2015, o INPC situou-se em 0,71%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os produtos aliment\u00edcios se apresentaram com 1,11% em abril, enquanto em mar\u00e7o a alta foi 1,12%. O agrupamento dos n\u00e3o aliment\u00edcios teve varia\u00e7\u00e3o de 0,43% em abril, acima da taxa de 0,14% de mar\u00e7o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dentre os \u00edndices regionais, o maior foi o da regi\u00e3o metropolitana de Fortaleza, com 1,11 %, pressionada pela taxa de \u00e1gua e esgoto (2,49%) com reajuste de 11,96% em 23 de abril, pela energia el\u00e9trica com 2,82%, tendo em vista o reajuste de 12,97%, em vigor desde 22 de abril. O menor \u00edndice foi o da regi\u00e3o metropolitana de S\u00e3o Paulo, que ficou em 0,32%, em raz\u00e3o, principalmente, do resultado de 0,79% dos alimentos, abaixo da m\u00e9dia nacional (1,11%), al\u00e9m da queda de 6,78% nos pre\u00e7os do litro do etanol.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O INPC \u00e9 calculado pelo IBGE desde 1979, se refere \u00e0s fam\u00edlias com rendimento monet\u00e1rio de um a cinco sal\u00e1rios m\u00ednimos, sendo o chefe assalariado. Abrange dez regi\u00f5es metropolitanas, al\u00e9m dos munic\u00edpios de Goi\u00e2nia, Campo Grande e de Bras\u00edlia. Para c\u00e1lculo do \u00edndice do m\u00eas, foram comparados os pre\u00e7os coletados no per\u00edodo de 31 de mar\u00e7o a 28 de abril de 2016 (refer\u00eancia) com os pre\u00e7os vigentes no per\u00edodo de 01 a 30 de mar\u00e7o de 2016 (base).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) de abril variou 0, 61%, ficando acima da taxa de 0,43% de mar\u00e7o em 0,18 ponto percentual (p.p.). Considerando os quatro primeiros meses do ano, o \u00edndice situa-se em 3,25%, percentual<\/p>\n<p><a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=1044\">Leia Mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-1044","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1044"}],"collection":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1044"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1044\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1044"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1044"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1044"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}