{"id":10260,"date":"2020-03-16T09:04:13","date_gmt":"2020-03-16T12:04:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cofecon.org.br\/?p=10260"},"modified":"2020-03-16T09:04:13","modified_gmt":"2020-03-16T12:04:13","slug":"artigo-o-desenvolvimento-sustentavel-pela-perspectiva-do-planejamento-regional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/?p=10260","title":{"rendered":"Artigo &#8211; O desenvolvimento sustent\u00e1vel pela perspectiva do planejamento regional"},"content":{"rendered":"\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-10264 alignleft\" src=\"https:\/\/www.cofecon.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/foto-Gleicy-169x300.jpg\" alt=\"\" width=\"169\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/foto-Gleicy-169x300.jpg 169w, https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/foto-Gleicy.jpg 324w\" sizes=\"(max-width: 169px) 100vw, 169px\" \/>Gleicy Denise Vasques Moreira &#8211;&nbsp; Doutora em Desenvolvimento Regional (UNISC\/RS); Mestre em Agroneg\u00f3cio (UFMS\/MS); Graduada em Direito (UCDB\/MS); Graduada em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas (UFMS\/MS); Professora Adjunta na Faculdade de Direito (UFMS\/MS). <a href=\"mailto:gleicyvasques@gmail.com\">gleicyvasques@gmail.com<\/a><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-10262 alignright\" src=\"https:\/\/www.cofecon.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Lidia-205x300.jpg\" alt=\"\" width=\"205\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Lidia-205x300.jpg 205w, https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Lidia.jpg 699w\" sizes=\"(max-width: 205px) 100vw, 205px\" \/>L\u00eddia Maria Ribas &#8211; Doutora e Mestre em Direito do Estado pela PUC\/SP. Pesquisadora e professora permanente do Mestrado em Direitos Humanos da UFMS. L\u00edder do Grupo de Pesquisas Direito, Pol\u00edticas P\u00fablicas e Desenvolvimento Sustent\u00e1vel e pesquisadora no Grupo de Pesquisas &#8211; Tutela Jur\u00eddica das Empresas em face do Direito Ambiental Constitucional, ambos do CNPq. Membro da ABDT, da ADPMS e do&nbsp;CEDIS\/UNL.). <a href=\"mailto:limaribas@uol.com.br\">limaribas@uol.com.br<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>No processo de desenvolvimento de um pa\u00eds, a sustentabilidade aparece como fundamento para a busca de um sistema t\u00e9cnico que possa abranger todo o territ\u00f3rio e, tamb\u00e9m, garantir um efetivo equil\u00edbrio, significativamente representado nas iniciativas e escolhas de pol\u00edticas p\u00fablicas, \u00e0s for\u00e7as da economia de mercado e garantam adequado desenvolvimento regional. Com isso, compreende-se que um dos grandes desafios para a economia brasileira, em pleno s\u00e9culo XXI, \u00e9 garantir que o planejamento estatal, em suas diferentes esferas, viabilize condi\u00e7\u00f5es de maior integra\u00e7\u00e3o entre as suas regi\u00f5es.<\/p>\n<p>Dessa forma, o artigo foi estruturado nas recentes contribui\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas que tratam do planejamento regional no Brasil, por meio de um resgate hist\u00f3rico, com enfoque no Centro-Oeste, no contexto da atual conjuntura. Quanto \u00e0s t\u00e9cnicas de pesquisa empregadas, utilizou-se da pesquisa descritiva e interpretativa tendo em vista que busca a compreens\u00e3o das principais pol\u00edticas voltadas \u00e0 estrutura\u00e7\u00e3o do planejamento p\u00fablico regional.<\/p>\n<p>Por fim, cabe mencionar que se trata de mais uma iniciativa dos pesquisadores do Grupo de Pesquisa, cadastrado no CNPQ, com a tem\u00e1tica Direito, Pol\u00edticas P\u00fablicas e Desenvolvimento Sustent\u00e1vel, inclusos na linha de pesquisa Direitos Fundamentais, Democracia e Desenvolvimento Sustent\u00e1vel, FADIR\/UFMS. O que se pretende, portanto, \u00e9 estimular a reflex\u00e3o, problematiza\u00e7\u00e3o e compreens\u00e3o acerca do Planejamento P\u00fablico Regional.<\/p>\n<p><strong>O planejamento regional no Brasil e contextualiza\u00e7\u00e3o no desenvolvimento sustent\u00e1vel<\/strong><\/p>\n<p>Os problemas regionais tiveram espa\u00e7o dentro do Estado brasileiro desde o imp\u00e9rio, com enfrentamentos referentes a quest\u00f5es como a seca, a integra\u00e7\u00e3o nacional, a industrializa\u00e7\u00e3o, a produtividade rural, entre outros. A atua\u00e7\u00e3o estatal passou de a\u00e7\u00f5es pontuais sobre a regi\u00e3o para Pol\u00edticas de Desenvolvimento Regional, focadas na industrializa\u00e7\u00e3o e crescimento de renda, at\u00e9 chegar a Pol\u00edticas Regionais, em ambientes de governan\u00e7a e m\u00faltiplas dimens\u00f5es.<\/p>\n<p>Nos anos de 1980, com o advento da CF\/88, em seu art. 147, consagra-se a ideia de que o planejamento \u00e9 impositivo para o setor p\u00fablico e indicativo para o setor privado.<\/p>\n<p>Nos anos 1990, houve o ajuste fiscal do Estado.<\/p>\n<p>Os anos 1990 transcorrem sob a \u00e9gide do Consenso de Washington, em que preponderam os ideais de c\u00e2mbio flutuante, controle monet\u00e1rio r\u00edgido, facilidades para a mobilidade de capitais, abertura de mercados, privatiza\u00e7\u00f5es e, consequentemente, redu\u00e7\u00e3o das atribui\u00e7\u00f5es do Estado, que deve ser o m\u00ednimo indispens\u00e1vel, para regular e suprir as falhas de mercado.<\/p>\n<p>Nesse ambiente institucional inst\u00e1vel, agravado por uma reforma administrativa confusa, no governo Collor, \u00e0 preocupa\u00e7\u00e3o premente de controle da infla\u00e7\u00e3o todos os esfor\u00e7os se voltaram. O planejamento, em geral, volta-se para garantir a estabilidade da moeda, e o regional passa por momento de quase completo abandono. Mesmo as inst\u00e2ncias regionais e estaduais de planejamento (inclu\u00eddas as de car\u00e1ter metropolitano) tamb\u00e9m s\u00e3o praticamente desmobilizadas. (MENDES &amp; MATTEO, p. 267, 2011).<\/p>\n<p>A a\u00e7\u00e3o do Estado se confronta com um ambiente que deve ser pensado de forma transversal: verticalmente nos Governos (Uni\u00e3o, Estados e Munic\u00edpios), horizontalmente na Rep\u00fablica (Executivo, Legislativo e Judici\u00e1rio) e em toda a paraestatalidade que se encontra ao redor (movimentos sociais, ONGs, sindicatos, mercado financeiro).<\/p>\n<p>A concep\u00e7\u00e3o de desenvolvimento regional se modificou no campo te\u00f3rico, gravitando dos aportes keynesianos com foco no emprego, renda e investimentos, para aquelas que enfatizavam flexibiliza\u00e7\u00e3o do trabalho, redu\u00e7\u00e3o de encargos e melhoria do capital humano. Para Diniz e Afonso (2006, p. 14) as principais altera\u00e7\u00f5es foram a incorpora\u00e7\u00e3o de aspectos institucionais, como conhecimento, rotina e capital social; valoriza\u00e7\u00e3o da capacidade local para redu\u00e7\u00e3o das desigualdades e a \u00eanfase na competitividade. A inova\u00e7\u00e3o e o conhecimento eram elementos centrais para as regi\u00f5es se diferenciarem e competirem entre si, gerando efici\u00eancia e assim desenvolvimento. (PORTUGAL, p. 14, 2018).<\/p>\n<p>Nos anos 2000, recupera-se a ideia do planejamento com a figura de dois planos: O Plano Nacional de Desenvolvimento Regional e o Estudo da Dimens\u00e3o Territorial do Planejamento.<\/p>\n<p>Em 2003 foi criada a Politica Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR) \u2013 normatizada pelo Decreto n\u00ba 6.047\/2007, com o objetivo de reduzir as desigualdades do n\u00edvel de vida entre as regi\u00f5es e equidade no acesso a oportunidades de desenvolvimento. Nesta nova pol\u00edtica o enfoque \u00e9 de natureza multidimensional, tendo em vista o reconhecimento de que v\u00e1rias dimens\u00f5es afetam a qualidade de vida e diferenciam as regi\u00f5es e fatores como inclus\u00e3o social e sustentabilidade ambiental est\u00e3o ao lado de competitividade e produtividade.<\/p>\n<p>Ou seja, tal tipologia parte via de regra de uma percep\u00e7\u00e3o do Estado o que, no entanto, n\u00e3o elimina as dificuldades b\u00e1sicas na delimita\u00e7\u00e3o regional, como aquelas decorrentes de situa\u00e7\u00f5es em que a divis\u00e3o regional n\u00e3o contemple toda a extens\u00e3o de uma forma\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica espec\u00edfica a ser estudada (uma economia nacional, por exemplo), o que nos faz refletir sobre os crit\u00e9rios de defini\u00e7\u00e3o das regi\u00f5es para o planejamento p\u00fablico.<\/p>\n<p>Dessa forma, tem-se observado, nos \u00faltimos anos, no Brasil, a ideia de que \u00e9 necess\u00e1rio criar mecanismos que viabilizem a participa\u00e7\u00e3o da comunidade durante os processos que impliquem a formula\u00e7\u00e3o, o detalhamento e a implementa\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas p\u00fablicas, ou seja, no planejamento. (SANTOS, p. 189, 2013).<\/p>\n<p>Vista sob o prisma do acesso a acesso a oportunidades destacou a forma de enxergar o desenvolvimento como liberdade, que reconhece para al\u00e9m de capacidade econ\u00f4mica, outras capacidades elementares, como saber ler e evitar a fome extrema, para n\u00e3o haver priva\u00e7\u00e3o de direitos.<\/p>\n<p>As duas primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo XXI marcaram o fortalecimento dos \u00f3rg\u00e3os de controle dentro do Estado, que realizam fiscaliza\u00e7\u00f5es e avalia\u00e7\u00f5es peri\u00f3dicas sobre as pol\u00edticas p\u00fablicas com amplo acesso a informa\u00e7\u00f5es e vis\u00e3o geral sobre elas.<\/p>\n<p>Desde 2009, o TCU escolheu a tem\u00e1tica regional para fiscaliza\u00e7\u00f5es sistem\u00e1ticas da atua\u00e7\u00e3o do Governo Federal, o financiamento e aponta alternativas para a Pol\u00edtica Regional, nesse sentido:<\/p>\n<ul>\n<li>O ac\u00f3rd\u00e3o 2.919\/2009 que sinalizou problemas e recomendou reavalia\u00e7\u00e3o da PNDR, realizada em 2012 pelo Minist\u00e9rio da Integra\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>O ac\u00f3rd\u00e3o 1.204\/2012 que avaliou temas transversais, como pol\u00edtica econ\u00f4mica; infraestrutura; PAC; Copa do Mundo de 2014; desenvolvimento regional; ci\u00eancia, tecnologia e inova\u00e7\u00e3o expondo suas fragilidades e avan\u00e7os;<\/li>\n<li>O ac\u00f3rd\u00e3o 1.655\/2017 que fez um estudo detalhado de todas as fontes de financiamento para o desenvolvimento regional que envolve o Governo Federal e n\u00e3o s\u00f3 as institui\u00e7\u00f5es envolvidas com a PNDR.<\/li>\n<\/ul>\n<p>A necessidade de superar desigualdades regionais em todo territ\u00f3rio nacional \u00e9 um desafio que exige um esfor\u00e7o sin\u00e9rgico de todos os Entes Pol\u00edticos de Direito P\u00fablico Interno, com a finalidade de pactuar metas conjuntas no campo de atua\u00e7\u00e3o de cada pasta para a implementa\u00e7\u00e3o da Pol\u00edtica Nacional de Desenvolvimento Regional, instrumentalizadas em parcerias e redes.<\/p>\n<p>A governan\u00e7a se concretiza com a conjuga\u00e7\u00e3o dos interesses de diversos atores, de natureza pu\u0301blica, privada e da sociedade civil organizada, e se articulam em direc\u0327a\u0303o aos seus interesses, que conjugados, podem resultar em prol do interesse coletivo, no desenvolvimento sustent\u00e1vel, cujos elementos importantes para a Estrutura de Governan\u00e7a \u00e9 dar governabilidade aos agentes pol\u00edticos e fortalecimento da democracia como processo de escolha de lideran\u00e7as s\u00e3o a Gest\u00e3o da Informa\u00e7\u00e3o, a Gest\u00e3o do Conhecimento e o Planejamento Estrat\u00e9gico do Desenvolvimento Sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>Esse equil\u00edbrio na estabilidade da aplica\u00e7\u00e3o e nos processos de mudan\u00e7a das regras de concess\u00e3o e operacionaliza\u00e7\u00e3o, por exemplo, requer uma governan\u00e7a exercida por ag\u00eancias, com autonomia t\u00e9cnica e decis\u00f3ria aos \u00f3rg\u00e3os que as vinculam; a recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 que se utilize transpar\u00eancia nas decis\u00f5es e na presta\u00e7\u00e3o de contas \u00e0 sociedade, evitando que essa autonomia da regula\u00e7\u00e3o possa ser exercida de forma discricion\u00e1ria e se afaste dos interesses da sociedade (RIBAS; GODOY, 2013, p. 5).<\/p>\n<p>Os desafios de governan\u00e7a no campo da sustentabilidade se devem, em particular, \u00e0 complexidade do sistema federativo brasileiro; \u00e0 recente participa\u00e7\u00e3o organizada da sociedade civil na pol\u00edtica p\u00fablica; \u00e0 escassez de mecanismos de coordena\u00e7\u00e3o e articula\u00e7\u00e3o entre Uni\u00e3o, Estados e Munic\u00edpios, assim como intragovernos; \u00e0 estrutura espec\u00edfica do modelo de reparti\u00e7\u00e3o de recursos entre as inst\u00e2ncias de poder; e \u00e0 l\u00f3gica de atua\u00e7\u00e3o historicamente setorial dos programas do governo federal.<\/p>\n<p>Para enfrentar esses desafios \u00e9 necess\u00e1rio se avan\u00e7ar na coordena\u00e7\u00e3o e integra\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas setoriais no territ\u00f3rio, assim como entre as pol\u00edticas federais, estaduais e municipais, assegurando a efetiva participa\u00e7\u00e3o e controle social.&nbsp;<\/p>\n<p>Ainda mais quando esses desafios se associam ao desenvolvimento sustent\u00e1vel, j\u00e1 consolidado como interesse geral da humanidade e ligado \u00e0 solidariedade, conforme defendido anteriormente (DECARLI; RIBAS, 2019, p. 208-209) e que \u00e9 diretriz para a Pol\u00edtica Nacional de Desenvolvimento Regional.<\/p>\n<p>O desenvolvimento sustent\u00e1vel considera as variadas dimens\u00f5es, como econ\u00f4mica, social, institucional, tecnol\u00f3gica no contexto ambiental e o Estado planeja suas pol\u00edticas p\u00fablicas de modo a proporcionar o desenvolvimento propugnado visando corrigir as desigualdades sociais e regionais. \u00c9 por meio de sua atividade normativa e reguladora que ele pode estabelecer os limites, deveres, regras atinentes \u00e0 atividade econ\u00f4mica, de modo a atingir o valor fundamental do desenvolvimento sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>Considera\u00e7\u00f5es Finais<\/strong><\/p>\n<p>O objetivo deste artigo, portanto, foi analisar as reconfigura\u00e7\u00f5es do Estado brasileiro na a\u00e7\u00e3o sobre as regi\u00f5es at\u00e9 chegar \u00e0 atual Pol\u00edtica Regional, com destaque para a regi\u00e3o Centro-Oeste, por meio de uma metodologia que entende a hist\u00f3ria enquanto um processo de constru\u00e7\u00f5es cont\u00ednuas.<\/p>\n<p>Assim, se estabeleceu a diferen\u00e7a entre Pol\u00edticas de Desenvolvimento Regional e Pol\u00edticas Regionais, sendo que as pol\u00edticas regionais na concep\u00e7\u00e3o de Galv\u00e3o (2013) <em>in<\/em> Portugal (2018) possuem uma concep\u00e7\u00e3o mais moderna de incorporar as dimens\u00f5es sociais, ambientais, pol\u00edticas e espaciais na a\u00e7\u00e3o do Estado, para diminuir as desigualdades entre as regi\u00f5es, o que se ajusta aos Princ\u00edpios Fundamentais da Rep\u00fablica Federativa do Brasil e previstos como objetivos fundamentais do desenvolvimento nacional e redu\u00e7\u00e3o de desigualdades e regionais na CF.<\/p>\n<p>Necess\u00e1rio se faz um esfor\u00e7o de descentraliza\u00e7\u00e3o territorial das pol\u00edticas estaduais, com diferentes experi\u00eancias de regionaliza\u00e7\u00e3o e modelos de governan\u00e7a, no sentido da defini\u00e7\u00e3o de crit\u00e9rios t\u00e9cnicos que contribuam para aprimorar, harmonizar e assegurar maior estabilidade das regionaliza\u00e7\u00f5es estaduais para efeito de planejamento e descentraliza\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas. Importante tamb\u00e9m, a troca de experi\u00eancias entre os estados, estimulando o aprimoramento, ou a cria\u00e7\u00e3o onde n\u00e3o houver, de mecanismos de governan\u00e7a sub-regionais participativos.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p>BRAS\u00cdLIA. Plano Regional de Desenvolvimento do Centro-Oeste \u2013 PRDCO 2020-2023, 2019. Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"http:\/\/www.sudeco.gov.br\/documents\/20182\/23261\/PRDCO+-+2020+-+2023\/184d49e3-0449-43f7-ab11-3e36e6df9e90\">http:\/\/www.sudeco.gov.br\/documents\/20182\/23261\/PRDCO+-+2020+-+2023\/184d49e3-0449-43f7-ab11-3e36e6df9e90<\/a>&gt;. Acesso em 23\/09\/2019.<\/p>\n<p>DECARLI, G.; RIBAS, L.M. Ado\u00e7\u00e3o de Instrumentos de Est\u00edmulo ao Uso de Fontes Alternativas de Energia como Pol\u00edtica P\u00fablica voltada ao Desenvolvimento Sustent\u00e1vel Brasileiro. In: VASCONCELOS, A. (Org.) <em>Direito e Sociedade 3<\/em>. Ponta Grossa: Atena Editora, 2019, p. 206-220.<\/p>\n<p>GIOSA L., <em><u>Los Presupuestos Participativos: uma contribuici\u00f3n a la Gobernanza urbana y a los objetivos de desarrollo del milenio<\/u><\/em>. Cabannes, Yves; Campa\u00f1a Mundial Sobre Gobernanza Urbana; ONU, 2004. &lt;http:\/\/www.google.com.br\/search?hl=pt-BR&amp;ei=i1xCSpqLHqC-NNvyvMUH&amp;sa=X&amp;oi=spell&amp;resnum=0&amp;ct=result&amp;cd=1&amp;q=indicadores+de+governan%C3%A7a+regulat%C3%B3ria+entre+estados+brasileiros&amp;spell=1&gt; Acessado em: 24 junho 2009.<\/p>\n<p>MENDES, C. C.; MATTEO, M. Forma\u00e7\u00e3o e Evolu\u00e7\u00e3o do Planejamento Regional no Brasil in Economia Regional e Urbana. IPEA, 2011. Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"http:\/\/www.ipea.gov.br\/portal\/images\/stories\/PDFs\/livros\/livros\/livro_econregionalurbanaa.pdf\">http:\/\/www.ipea.gov.br\/portal\/images\/stories\/PDFs\/livros\/livros\/livro_econregionalurbanaa.pdf<\/a>&gt;. Acesso em 03\/09\/2019.<\/p>\n<p>PORTUGAL, R. Hist\u00f3ria da Pol\u00edtica Regional no Brasil. In: XXIII Encontro Regional de Economia, 2018, Fortaleza. Anais do XXIII Encontro Regional de Economia, 2018. Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"https:\/\/www.bnb.gov.br\/documents\/160445\/3572566\/HIST\u00d3RIA+DA+POL\u00cdTICA+REGIONAL+DO+BRASIL.pdf\/436408f7-a8f8-59b8-ef0f-9eb93aeaa01d\">https:\/\/www.bnb.gov.br\/documents\/160445\/3572566\/HIST%C3%93RIA+DA+POL%C3%8DTICA+REGIONAL+DO+BRASIL.pdf\/436408f7-a8f8-59b8-ef0f-9eb93aeaa01d<\/a>&gt;. Acesso em 03\/09\/2019.<\/p>\n<p>RIBAS L. M.; GODOY, Zaida de A. Lopes. <strong>Governanc\u0327a Regulato\u0301ria: cooperac\u0327a\u0303o e parcerias para o desenvolvimento sustenta\u0301vel<\/strong>. Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"http:\/\/www.google.com.br\/search?hl=pt-BR&amp;ei=i1xCSpqLHqC-NNvyvMUH&amp;sa=X&amp;oi=spell&amp;resnum=0&amp;ct=result&amp;cd=1&amp;q=indicadores+de+governan\u00e7a+regulat\u00f3ria+entre+estados+brasileiros&amp;spell=1\">http:\/\/www.google.com.br\/search?hl=pt-BR&amp;ei=i1xCSpqLHqC-NNvyvMUH&amp;sa=X&amp;oi=spell&amp;resnum=0&amp;ct=result&amp;cd=1&amp;q=indicadores+de+governan%C3%A7a+regulat%C3%B3ria+entre+estados+brasileiros&amp;spell=1<\/a>&gt;. Acesso em 03\/09\/2019.<\/p>\n<p>SANTOS, Gleicy Vasques. <strong>Planejamento e Desenvolvimento: A explora\u00e7\u00e3o mineral no Territ\u00f3rio Nacional.<\/strong> Desenvolvimento Regional em debate (ISSN 2237-9029) Ano 3, n. 2, p. 176-200, jul.\/dez. 2013. Dispon\u00edvel em:<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.periodicos.unc.br\/index.php\/drd\/article\/view\/447\">http:\/\/www.periodicos.unc.br\/index.php\/drd\/article\/view\/447<\/a>. Acesso em: 30\/11\/2019.<\/p>\n<p>SANTOS, M.; SILVEIRA, M.L. <strong>O Brasil <\/strong>\u2013 territ\u00f3rio e sociedade no in\u00edcio do s\u00e9culo XXI. Rio de Janeiro; Ed. Record, 2004.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":10268,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6,9],"tags":[],"class_list":["post-10260","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo","category-mulhereconomista"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/10260"}],"collection":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=10260"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/10260\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/10268"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=10260"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=10260"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cofecon.org.br\/cofecon\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=10260"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}