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O presidente do Conselho Federal de Economia, Júlio Miragaya, participou nesta terça-feira, 21 de março, de um debate sobre conjuntura econômica durante o encontro do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O evento reuniu a presidência da entidade, os presidentes dos 18 regionais os presidentes das Comissões Episcopais de pastoral, os representantes de bispos e assessores. Mais de 70 pessoas prestigiaram o evento, que encheu o auditório. A palestra de Miragaya respondeu pela prática do Conselho Permanente da CNBB que, em suas reuniões ordinárias, sempre dedica espaço para a análise da conjuntura brasileira.

O presidente do Conselho Federal de Economia, Júlio Miragaya, participou nesta terça-feira (21) de um debate sobre conjuntura econômica durante o encontro do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O convite foi feito pelo secretário geral da entidade, Dom Leonardo Steiner. O evento reuniu a presidência da CNBB, os presidentes dos 18 regionais, os presidentes das Comissões Episcopais de pastoral, os representantes de bispos e assessores. O Cofecon também se fez presente com o coordenador da Comissão de Política Econômica, conselheiro Róridan Duarte. Mais de 70 pessoas prestigiaram o evento, que encheu o auditório. A palestra de Miragaya respondeu pela prática do Conselho Permanente da CNBB que, em suas reuniões ordinárias, sempre dedica espaço para a análise da conjuntura brasileira.

O Conselho Federal de Economia reconhece anualmente trabalhos acadêmicos de economistas e estudantes de Economia. Em 2017, o Prêmio Brasil de Economia chega a 23ª edição e irá distribuir R$ 26 mil em prêmios entre os primeiros colocados nas categorias monografias de graduação, dissertações de mestrado, teses de doutorado, artigos técnicos/científicos e livros de Economia. As inscrições seguem até o dia 03 de julho e devem ser feitas nos Conselhos Regionais de Economia ou no site do Prêmio. O regulamento está disponível no link: http://pbe.cofecon.org.br/regulamento.html

O Conselho Federal de Economia participou, nesta terça-feira, 14 de março, do ato “Por uma Proposta Justa de Reforma da Previdência – Não à PEC 287/2016”. Diversas entidades se dirigiram ao Congresso Nacional para entregar aos parlamentares a Carta Aberta sobre a Reforma da Previdência, documento que requer a suspensão da tramitação do projeto de lei até que se discuta o assunto democraticamente com a sociedade, mediante a realização de audiências públicas que possibilitem a análise de estudos econômicos, atuariais e demográficos completos, a fim de que se dê a devida transparência aos dados da Seguridade Social.

Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, o Conselho Federal de Economia reitera o reconhecimento a todas as mulheres economistas, profissionais presentes, atuantes e relevantes em todas as áreas da atividade econômica, governamental e privada, que contribuem com suas capacidades e habilidades intelectuais para o avanço da Ciência Econômica e para o progresso econômico e social de nossa sociedade.


Mas na data dedicada a celebrar as lutas e as conquistas das mulheres em todo o mundo, causou enorme estupefação a afirmação do presidente da República, Michel Temer, relativa ao papel da mulher na sociedade brasileira, em particular a referente à sua relação com a economia: “Na economia, também a mulher tem grande participação. Ninguém mais é capaz de indicar os desajustes de preços no supermercado do que a mulher”.


A afirmação de Michel Temer, limitando a relação das mulheres com a economia à identificação de possíveis desajustes nos preços praticados nos supermercados, desrespeita todas as mulheres brasileiras, certamente capazes de compreender as interações das diversas variáveis econômicas com seu cotidiano, mas notadamente às 86 mil mulheres economistas existentes no Brasil (37% do total de 240 mil graduados em Economia), mulheres que se capacitaram à análise crítica e formulação de políticas no campo da macroeconomia ou à maior eficiência na gestão econômica das empresas, para ficar em apenas dois exemplos.


Michel Temer poderia ter reconhecido os preconceitos que as mulheres sofrem no País: que embora tenham maior escolaridade média que os homens, recebem pouco mais que 70% dos salários desses; que sua jornada de trabalho excede em 7 horas semanais à dos homens; que a taxa de desemprego entre as mulheres é de 13,8%, 30% superior a dos homens (10,7%); e que ocupam apenas 13% dos cargos diretivos de instituições públicas e privadas e pouco mais de 10% das cadeiras no Congresso Nacional.


Michel Temer poderia também ter exaltado a perseverança das mulheres, que fez com que, em 25 anos, sua participação na chefia de domicílios brasileiros passasse de 20% para 40%. Poderia ainda ter pedido perdão às mais de 500 mil mulheres brasileiras (70% crianças e adolescentes) que anualmente sofrem violência sexual em nosso País, assim como às famílias das 5,7 mil mulheres que foram assassinadas em 2016.


Mas Michel Temer preferiu apenas destacar o papel da mulher de "dona do lar" e "cuidadora dos filhos", atribuições essas, diga-se de passagem, que as mulheres fazem com excelência. Várias foram as conquistas sociais das mulheres ao longo da história, deixando evidente que a mulher não possui capacidade intelectual inferior a do homem, ao contrário, a mulher é intelectualmente capaz de assumir responsabilidades cívicas e sociais, tomar decisões relevantes e desenvolver atividades criativas em todas as áreas de atuação.


É próprio das mentes conservadoras e reacionárias não reconhecer que, na sociedade atual, a  mulher tem participação cada vez mais ampla nos debates e construções sociais, inclusive exercendo influência relevante e determinante em suas áreas de atuação, com tomadas de decisão que determinam e direcionam instituições, governos e a sociedade.


Nossa solidariedade e homenagem às mulheres brasileiras, especialmente às economistas.


 

Presidência do Conselho Federal de Economia

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remedy geneva; font-size: 10pt; color: #000000;">Está disponível no site do Senado Federal uma Consulta Pública sobre o Projeto de Lei do Senado (PLS) 658/2007, que estabelece alterações à Lei nº 1.411, de 13 de agosto de 1951, para atualizar a regulamentação do exercício da profissão de Economista.

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