Notas oficiais

Cofecon diz não à PEC 241

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order geneva; font-size: 10pt;">O Conselho Federal de Economia, entidade representativa dos 230 mil economistas brasileiros, posiciona-se francamente contra a PEC 241, posicionamento adotado no 25º Simpósio Nacional dos Conselhos de Economia, realizado de 31 de agosto a 2 de setembro em Natal (RN) e que reuniu cerca de 200 economistas representando os 26 Conselhos Regionais de Economia.

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Carta dos Economistas Brasileiros reunidos em Natal

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for sale geneva; font-size: 10pt;">Diante do grave momento político vivido pelo País, os economistas brasileiros reunidos em Natal, no XXV Simpósio das Entidades de Economistas – SINCE, de 31 de agosto a 2 de setembro, dividem-se na sua avaliação sobre os aspectos políticos do processo de afastamento da Presidente da República, mas o Sistema Cofecon/Corecon’s, representativo dos 230 mil economistas do País, concentra suas atenções nos desdobramentos econômicos e sociais da mudança de governo.

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Nota de conjuntura sobre a política macroeconômica brasileira

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Passados 50 dias de governo interino, já é possível identificar os rumos propostos para superar a grave crise econômica vivida pelo País, razão pela qual o Conselho Federal de Economia emite a seguinte apreciação sobre as principais ações de Política Econômica em curso ou propostas.

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Nota de esclarecimento sobre a situação política do País

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Sendo composto por Conselheiros Federais de todo o País, com diversificada formação e pluralidade de pensamento, o Conselho Federal de Economia entende que cada economista tem uma opinião a respeito, razão pela qual uma tomada de posição institucional causaria divisão na categoria em um momento de acalorada discussão política.

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Nota técnica sobre inflação, política monetária e crise fiscal

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pills geneva;">O Conselho Federal de Economia emitiu na tarde desta sexta-feira (08) uma nota técnica sobre o processo inflacionário, page a política monetária e a crise fiscal. Na nota, o Cofecon aponta para a queda da inflação, que passou de 1,27% em janeiro para 0,43% em março. A entidade representativa dos economistas argumenta que as causas da inflação de 2015 estão se dissipando e insta o Copom a reduzir a taxa básica de juros. "Para retomarmos o crescimento econômico e superarmos a crise fiscal, é necessário que se inicie o processo de redução da taxa básica de juros. É o que o Brasil clama e precisa", finaliza a nota.

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