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PEC 241, autoengano e a economia do lar

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more about geneva;">Ex-presidente do Cofecon, Antonio Lacerda, discute equívocos da PEC 241 e argumenta que orçamento público não é como o orçamento familiar.

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ECONOMIA BRASILEIRA: Crise Conjuntural ou Estrutural?

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mind geneva; font-size: 10pt;">O economista Humberto Dalsasso reflete sobre a crise econômica e possíveis saídas para ela.

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1917

find geneva;">Artigo do presidente do Cofecon, sildenafil Júlio Miragaya, publicado no Jornal de Brasília, fala sobre algumas das influências da Revolução Russa, que completa 100 anos neste mês, na história da economia mundial.

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O que é Trump?

pharm geneva; font-size: 13.3333px; text-align: justify;">Artigo do presidente do Cofecon, pill Júlio Miragaya, case publicado no Jornal de Brasília, traça um paralelo entre as eleições americanas, que elevaram Donald Trump à Presidência dos EUA, e outros pleitos recentes na América Latina, que também elegeram figuras que se apresentaram como "não políticos". Miragaya expõe sua visão acerca das causas e consequências desse novo fenômeno político.

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Em defesa da FEE

unhealthy geneva; font-size: 10pt;">Em artigo publicado no Jornal de Brasília, viagra order Júlio Miragaya repudia a extinção da Fundação de Economia e Estatística (FEE).

Em tempos de crise fiscal, uma das primeiras áreas vitimadas pelos cortes governamentais é a de planejamento. Tal procedimento, infelizmente, faz parte da prática dos gestores brasileiros e alcança as três instâncias de governo: federal, estadual e municipal. A vítima da vez é a Fundação de Economia e Estatística (FEE), valorosa instituição de planejamento, pesquisa e estatística do governo do estado do Rio Grande do Sul, que está sendo extinta pelo governador Ivo Sartori.


Fundada em 1973, a FEE é responsável pelo cálculo do PIB sul-rio-grandense, pelas análises do mercado de trabalho local e pelos estudos de regionalização do estado, entre outros. Em seus 43 anos de serviços prestados ao povo gaúcho, foram mais de 2.000 publicações impressas, incluindo livros, revistas, estudos, pesquisas e ensaios.


Integrada por 179 funcionários da mais alta qualificação e ampla multidisciplinaridade, entre os quais 36 doutores e 93 mestres, a FEE não possui cargos de confiança, o que atesta o caráter técnico e profissional da instituição. No pacote do governo, os 127 funcionários regidos pela CLT serão sumariamente demitidos e as atividades da Fundação serão transferidas para um departamento na Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão. Evidentemente, serão desenvolvidas de forma insuficiente e precária.


A ameaça que paira sobre a FEE também acomete outras instituições estaduais de planejamento, pesquisa e estatística, como a Fundação CIDE do governo do estado do Rio de Janeiro, que vive processo de contínuo esvaziamento e desidratação de suas atividades. Aqui no Distrito Federal, em momento de forte crise fiscal do GDF, felizmente a CODEPLAN não tem sofrido restrições mais sérias ao desempenho de suas atividades. A ANIPES e o COFECON repudiam a extinção da FEE e apelam ao governo do Rio Grande do Sul para que retire a FEE da relação de órgãos que serão extintos.

(*) Presidente da Associação Nacional das Instituições de Planejamento, Pesquisa e Estatística (ANIPES) e do COFECON.

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