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O Conselho Federal de Economia aderiu à Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência Social, que é constituída por mais de 300 deputados federais e senadores dos mais diversos partidos e 85 instituições da sociedade civil, tais como Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (CONAMP), Federação Nacional dos Policiais Federais, Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário e Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco).

Segundo Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada pelo IBGE nesta quarta-feira, 15 de fevereiro, o volume do setor de serviços apresentou, no mês de dezembro, crescimento de 0,6% frente a novembro, na série com ajuste sazonal, após ter registrado alta de 0,2% em novembro e recuo de 2,3% em outubro. No confronto com igual mês do ano anterior, o setor registrou queda de 5,7%, a maior para o mês de dezembro nessa comparação desde o início da série em 2012. A taxa acumulada no ano de 2016 ficou em -5,0%. A receita nominal registrou variação de 0,5%, em dezembro frente a novembro, na série com ajuste sazonal, e na comparação com o mesmo mês do ano anterior, houve queda de 1,5%. A taxa acumulada da receita no ano de 2016 ficou em -0,1%. A publicação completa da PMS pode ser acessada AQUI.

O Conselho Federal de Economia realizou nesta quarta-feira (08) uma oficina de trabalho para discutir a Campanha Nacional pela Redução da Desigualdade Social no Brasil. Estiveram presentes cerca de 20 instituições entre representações de economistas, conselhos profissionais, centrais sindicais, ONGs e outras entidades da sociedade civil. O encontro ocorreu na sede do Cofecon, em Brasília, e os trabalhos foram coordenados pelo Conselho e pela Oxfam.

Os presidentes do Conselho Federal de Economia (Cofecon), Júlio Miragaya, e do Conselho Federal de Administração (CFA), Wagner Siqueira, se reuniram nesta quarta-feira, 8 de fevereiro, na sede do Cofecon, para tratar dos projetos de lei que que regulamentam as profissões de economista e administrador, PLS 658/2007 e PLS 439/2015, respectivamente. O objetivo do encontro foi conversar sobre as atuais divergências que impedem a tramitação e consequente aprovação de ambas matérias no Senado Federal e na Câmara dos Deputados.

O Conselho Federal de Economia e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) vão concentrar esforços na discussão de alternativas à proposta de Reforma da Previdência Social, com a possibilidade de realização de ações em conjunto. A decisão foi acertada em reunião entre os presidentes das entidades, Júlio Miragaya e Cláudio Lamachia, que se encontram nesta terça-feira, 7 de fevereiro, na sede da Ordem, em Brasília. Na ocasião, Miragaya apresentou a nota oficial do Cofecon sobre a Reforma da Previdência Social (Clique AQUI), que vai ao encontro do posicionamento adotado pela OAB (Clique AQUI para acessar).

Está disponível no site do Senado Federal uma Consulta Pública sobre o Projeto de Lei do Senado (PLS) 658/2007, que estabelece alterações à Lei nº 1.411, de 13 de agosto de 1951, para atualizar a regulamentação do exercício da profissão de Economista.

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Notas Oficiais

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